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Um Auditor está responsável pela avaliação do gerenciamento de contratos e controle de mudanças que são necessários para desenvolver e administrar pedidos de compra emitidos por membros autorizados da equipe de um projeto, que segue as recomendações do PMBOK, 5a edição. Sob essa responsabilidade do Auditor serão examinados processos da área de conhecimento denominada Gerenciamento

A das aquisições do projeto.
B das partes interessadas no projeto.
C dos riscos do projeto.
D da qualidade do projeto.
E dos custos do projeto.

O Control Objectives for Information and related Technology (COBIT) foi criado em 1994 a partir do seu conjunto inicial de objetivos de controle e vem evoluindo através da incorporação de padrões internacionais técnicos, profissionais, regulatórios e específicos para processos de TI. Na versão 5 do COBIT,

A considera-se que a empresa deve gerar valor para as partes interessadas como um objetivo acessório de governança e deve buscá-lo por meio de eliminação total dos riscos e corte de custos.
B o foco principal é dado exclusivamente à área de TI, pois ela é responsável por prover meios para o gerenciamento da informação e da tecnologia que agregará valor ao negócio.
C o alinhamento com os frameworks ITIL, TOGAF e normas ISO é evitado, pois essa versão já engloba todo o conhecimento difundido, inclusive, por outros modelos da própria ISACA.
D há diferenciação clara entre os conceitos de governança e gerenciamento, como disciplinas que envolvem diferentes tipos de atividades e de estruturas organizacionais, que servem a propósitos distintos.
E descreve-se um total de duas categorias de habilitadores de TI: Processos e Estruturas organizacionais, que são consideradas as essenciais para o sucesso da governança e do gerenciamento da TI.

Em uma organização, os portfolios são gerenciados de maneira centralizada com atividades que envolvem priorização, autorização, gerenciamento e controle de projetos, programas e outros trabalhos relacionados para atingir os objetivos estratégicos específicos. Nessa organização, a melhor escolha para liderar o Portfólio Management (PfM) é um

A grupo de pessoas da equipe de projeto que se reúnem isoladamente para produzir os planos de PfM, sem interferência de interesses particulares.
B Analista de Sistemas recém contratado, capaz de enxergar os processos e problemas da organização sem vícios e ver o PfM como algo fácil de implementar.
C especialista de TI conservador, que guiará a implementação do PfM como um processo rigoroso e burocrático.
D Gestor de Projetos que guiará a implementação do PfM como um Projeto de TI em larga escala com poucas mudanças.
E profissional com experiência em portfólio, gerenciamento de projetos, e gerenciamento estratégico, capaz de envolver os diversos departamentos da organização.

Um Técnico de TI tem à sua disposição as seguintes ferramentas: TunnelBear, WindScribe, CyberGhost e Hide.me. Em condições ideais, com qualquer uma destas ferramentas ele pode

A criar uma VPN.
B instalar um antivírus.
C fazer o monitoramento e análise de tráfego de uma rede.
D criar um Pentest.
E instalar um sistema IDS/IPS.

Nas contratações de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos públicos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação, é permitido

A estabelecer vínculo de subordinação com funcionários da contratada.
B prever em edital a remuneração dos funcionários da contratada.
C indicar pessoas para compor o quadro funcional da contratada.
D demandar a execução de serviços ou tarefas que façam parte do escopo do objeto da contratação.
E prever em edital a exigência de que os fornecedores apresentem, em seus quadros, funcionários certificados para o fornecimento da Solução, antes da contratação.

De acordo com o modelo de capacidade do COBIT 5,

A um processo pode atingir cinco níveis de capacidade.
B o nível 1 é denominado Processo Incompleto e neste nível há pouca ou nenhuma evidência de qualquer atingimento sistemático do objetivo do processo.
C no nível 2, denominado Processo Executado, há um atributo e o processo implementado atinge seu objetivo.
D o modelo de avaliação fornece uma escala de medição para cada atributo de capacidade e orientação sobre como aplicála, então para cada processo uma avaliação pode ser feita para cada um dos 12 atributos de capacidade.
E cada nível de capacidade só pode ser atingido quando o nível anterior tiver sido plenamente alcançado.

De acordo ITIL v3 edição 2011, as atividades do Gerenciamento de Capacidade devem ser realizadas em todos os estágios do ciclo de vida do serviço, desde a Estratégia, passando pelo Desenho, Operação, Transição e permeando a Melhoria Contínua. Para isso, o processo apoia-se em 3 subprocessos:

I. responsável pelo entendimento da capacidade, uso e desempenho dos itens de configuração. Os dados são coletados, registrados e analisados para uso no plano de capacidade.

II. responsável pelo entendimento de requisitos de negócio futuros para uso no plano da capacidade.

III. responsável pelo entendimento do desempenho e da capacidade dos serviços de TI. Informações sobre os recursos usados por cada serviço de TI e o padrão de utilização ao longo do tempo são coletados, registrados e analisados para uso no plano da capacidade.
I, II e III referem-se, correta e respectivamente, aos subprocessos: Gerenciamento da Capacidade de

A Itens de Configuração, de Negócios Futuros e de Nível de Serviço.
B Componente, de Negócio e de Serviço.
C Desempenho, de Requisitos e de Componente.
D Itens de Configuração, de Negócio e de Continuidade de Serviço.
E Componente, de Requisitos e de Serviço.

Considere que uma equipe de Analistas de Tecnologia da Informação (TI) está aplicando uma técnica para priorização de escopo em um projeto ágil. As etapas da técnica são:

I. É criada uma lista de cartões com histórias ou funcionalidades que são relevantes ao desenvolvimento do projeto. Cada cartão possui um preço.

II. O projeto conta com recursos financeiros limitados, representados por notas de dinheiro. Esses recursos são distribuídos aos participantes da priorização (de 4 a 8, em geral) para que estes possam comprar os cartões da lista.

III. Os participantes conversam entre si e trabalham ativamente para avaliar e verificar quais cartões devem receber ofertas de seu dinheiro, julgando-os como os mais importantes.

IV. Quando todos terminam sem dinheiro (após intensa discussão e trocas de dinheiro ofertado aos cartões), é feita a priorização.
Esta técnica

A é especialmente interessante, pois o dinheiro simula os recursos escassos de um projeto e, como cada stakeholder possui quantia suficiente para comprar integralmente um cartão, ele pode priorizar sozinho um item que julgar mais interessante que seja implementado.
B é denominada planning poker e baseia-se no fato de que um cartão se torna de fato prioridade no projeto ágil se ele recebeu um valor mínimo equivalente ao valor necessário para sua compra, ou seja, para sua implementação.
C baseia-se no Princípio de Pareto que determina que cada desenvolvedor deve trabalhar 5 horas por semana, para respeitar a relação de 90/18. Isso significa, por exemplo, que 90% do uso de um software se dá em apenas 18% das funcionalidades.
D denomina-se buy a feature e a priorização se dá através da verificação de quanto cada cartão recebeu e os que receberam dinheiro suficiente para serem comprados são os mais prioritários.
E é conhecida como budget poker game e a priorização se dá através da verificação de quantos participantes investiram dinheiro em cada um dos cartões e os que receberam mais ofertas de dinheiro de mais participantes são os mais prioritários.

Estabelecer um plano de continuidade de negócios é primordial para as empresas, sendo que o plano de continuidade é constituído de subplanos. O subplano estabelecido para ser utilizado em último caso quando todas as prevenções tiverem falhado é conhecido como Plano de

A Gerenciamento de Crises.
B Contingência.
C Recuperação de Desastres.
D Administração.
E Continuidade Operacional.

Um Analista de Sistemas deseja documentar os papéis e responsabilidades dos membros da equipe no desenvolvimento de um projeto de software que utiliza como base para gestão o guia PMBOK 5a edição. Para isso poderá utilizar

A a Matriz RACI, indicada como técnica no processo Gerenciar as Responsabilidades da Equipe do Projeto.
B a Estrutura Analítica do Projeto no processo Planejar o Gerenciamento dos Recursos Humanos do Projeto.
C a Matriz RACI, indicada no processo Planejar o Gerenciamento dos Recursos Humanos.
D o Diagrama de Redes, indicado como ferramenta no processo Gerenciar os Ativos Organizacionais.
E a Estrutura Analítica Organizacional, indicada como ferramenta no processo Gerenciar a Equipe do Projeto.