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São considerados risco infeccioso materno para sepse neonatal precoce por estreptococos do grupo B:

A gemelaridade; corioamnionite.
B febre materna 40 horas antes do parto; cerclagem na gestante.
C multiparidade; ausência de pré-natal.
D ausência de pré-natal; uso de drogas ilícitas.
E multiparidade; colonização materna por estreptococos do grupo B.

Um aluno de medicina realiza exame ginecológico em uma paciente de 46 anos com histórico de duas gestações prévias sem intercorrências. O seu professor pergunta se ele deveria realizar o toque retal nessa paciente. Sobre esse tipo de exame, é correto afirmar que:

A é essencial realizar em todas as pacientes ginecológicas;
B ajuda na avaliação e no diagnóstico da endometriose;
C deve ser evitado em pacientes virgens;
D pode utilizar a mesma luva que foi usada no toque vaginal;
E deve ser evitado em pacientes com tumores retais.

Uma gestante portadora do vírus da hepatite B (HBV) recebe indicação de se submeter à quimioprofilaxia contra a transmissão vertical do VHB. Nesse contexto, assinale a opção que indica o medicamento priorizado pelo Ministério da Saúde.

A Adefovir.
B Lamivudine.
C Tenofovir.
D Ribavirina.
E Interferon alfa.

Paciente feminina, 28 anos, previamente hígida, nega alergias medicamentosas e uso de medicamentos de uso contínuo atualmente. Faz acompanhamento regular na Clínica da Estratégia de Saúde da Família e, há um mês, ao descobrir que estava grávida, iniciou consultas de pré-natal. No seu retorno, após a primeira consulta, traz o resultado de seu hemograma, listado a seguir: Hb: 10,6 g/dL // VCM 79fL // RDW 15% // Leucócitos 6.231/mm³, sem diferenciais // Plaquetas 480.000/mm³. Na consulta, a paciente está assintomática, nega fraqueza, cansaço ou dispneia. Ao exame físico, pressão arterial 110x70 mmHg, mucosas hidratadas e hipocoradas 1+/4+++, acianótica e anictérica; ausculta cardíaca e pulmonar sem particularidades. A partir do quadro clínico apresentado, assinale a afirmativa que indica a conduta mais adequada.

A Privilegiar mudanças alimentares, visando suprir carências alimentares e reavaliar em um mês.
B Encaminhar a paciente para hospital de referência, para transfusão de concentrado de hemácias, por se tratar de uma gestante.
C Começar tratamento com sacarato de hidróxido férrico intravenoso.
D Iniciar tratamento com sulfato ferroso em conjunto com ácido fólico.
E Dar início a investigação para detectar Helicobacter pylori.

Uma paciente com gestação gemelar de 37 semanas procura uma maternidade em trabalho de parto inicial. Ao exame, é identificado o primeiro feto em apresentação pélvica e com peso estimado de 2800g e o segundo em apresentação cefálica com peso estimado de 3200g. Nesse caso, a melhor via de parto é:

A parto normal após versão externa do primeiro feto;
B parto normal para o primeiro e cesariana para o outro;
C sequência anemia-policitemia da gestação gemelar;
D gemelidade imperfeita;
E sequência TRAP.

Em relação a infecções congênitas, assinale a alternativa que relaciona corretamente o agente etiológico com a soroprevalência média em gestantes brasileiras.

A Sífilis ( T. palidum ) – 4%.
B Vírus da rubéola – 95 a 99%.
C Vírus da imunodeficiência humana (HIV) – 1%.
D Vírus linfotrópico para células T humanas tipo I (HTLV-I) – 1 a 3%.
E Toxoplasma ( T. gondii ) – 70 a 80%.

Mulher de 16 anos é atendida para aconselhamento sobre contracepção. Em relação aos métodos contraceptivos reversíveis de longa duração nessa faixa etária, é correto afirmar:

A deve ser incentivado, pois leva a taxas mais baixas de gravidez e aborto.
B dispositivos hormonais implantados devem ser evitados devido a preocupações com a fertilidade futura.
C dispositivos contraceptivos implantáveis devem ser incentivados, já que também podem tratar a acne nessa idade.
D dispositivo intrauterino deve ser evitado devido ao risco de infecções sexualmente transmissíveis e doença inflamatória pélvica.
E dispositivo intrauterino deve ser evitado nessa idade, porque é doloroso e difícil de ser colocado.

Em relação à previsibilidade de uma gestante desenvolver Doença Hipertensiva Específica da Gestação (DHEG), assinale a alternativa que apresenta testes preditivos que possam indicar tal doença.

A Teste pressórico de Gant – roll-over-test , dosagem da gonadotrofina coriônica na 17º semana de gravidez.
B Teste da angiotensina II, teste da pregabalina.
C Teste da fibronectina materna, teste da riboflavirina uterina.
D Teste de Degani – exercício isométrico, dosagem da isotretinoína na 9ª semana de gestação.
E Teste de Sophian – do reflexo renal, teste da imunoglobulina.

Uma mulher de 41 anos, gesta 3 para 1 e aborto 1, foi diagnosticada com neoplasia trofoblástica gestacional de alto risco. Nesse caso, para o tratamento medicamentoso no dia 1 da semana 1, devem ser utilizados os seguintes agentes:

A actinomicina D, ácido folínico e etoposídeo;
B etoposídeo, metotrexato e actinomicina D;
C ciclofosfamida, vincristina e ácido folínico;
D cisplatina, metotrexato e ciclofosfamida;
E vincristina, etoposídeo e cisplatina.

O Ministério da Saúde recomenda que em um contexto de Doença Inflamatória Pélvica (DIP) - as parcerias sexuais dos dois meses anteriores ao diagnóstico, sintomáticas ou não, devam ser tratadas empiricamente para Neisseria gonohrroeae e Chlamydia trachomatis. Nesse caso, o esquema preconizado é

A ceftriaxona 500mg, IM, dose única. Associada a ciprofloxacina 1000 mg, VO, por 7 dias.
B ceftriaxona 500mg, IM, dose única. Associada a Metronidazol 250mg, 2 comprimidos, VO, 2x/dia, por 3 dias.
C metronidazol 1 g, VO, associado a ciprofloxacina 1 g, VO, ambos em dose única.
D ceftriaxona 1 grama, IM, associada a metronidazol 1 g VO ambas em dose única.
E ceftriaxona 500mg, IM, associada a azitromicina 1g, VO, ambas em dose única.