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Uma Secretaria da Fazenda Estadual está reestruturando seu modelo de governança de dados fiscais. Atualmente, três áreas distintas gerenciam dados tributários: a Coordenadoria de Fiscalização, a Subsecretaria de Arrecadação e a Diretoria de Tecnologia da Informação. Cada área mantém seus próprios padrões de qualidade, políticas de acesso e definições de metadados, gerando inconsistências nas análises. Para resolver o problema, a alta administração decidiu criar uma estrutura de governança onde representantes das três áreas se reúnem periodicamente para deliberar sobre políticas, padrões e prioridades relacionadas aos dados tributários. Às decisões sobre frameworks de qualidade, taxonomias de metadados e diretrizes de acesso são tomadas através de votação pelos membros, com cada área tendo poder de voto proporcional ao volume de dados sob sua responsabilidade. Adicionalmente, foram estabelecidos padrões corporativos mínimos obrigatórios, enquanto cada área mantém autonomia para decisões operacionais específicas de seus processos internos, desde que em conformidade com os padrões aprovados pelo grupo deliberativo.

Nesse caso, a governança de dados implementada foi

A federada, pois estabelece padrões corporativos centrais enquanto permite que cada área mantenha controle operacional sobre seus próprios dados e processos locais.
B colegiada, pois as decisões são tomadas por um comitê com representantes de múltiplas áreas através de consenso e participação coletiva nas definições.
C centralizada, pois concentra as decisões sobre dados tributários em um único comitê central que define políticas uniformes para todas as áreas da Secretaria.
D descentralizada, pois mantém a autonomia das três coordenadorias para tomarem decisões independentes sobre seus respectivos conjuntos de dados fiscais.
E compartilhada, pois distribui responsabilidades entre tecnologia e negócio, com a área de TI implementando infraestrutura e as áreas fiscais definindo regras tributárias.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

De acordo com o quia DAMA-DMBOK (2017), a governança de dados

A tem foco na padronização e normalização dos dados, garantindo que a organização siga estruturas uniformes para análise e relatórios, com base no Enterprise Data Governance Organization (EDGO). O EDGO assegura que os dados eslejam devidamente organizados, permitindo maior uniformidade e consisténcia nas informações geradas.
B é o exercício de autoridade e controle (planejamento, monitoramento e fiscalização) sobre a gestão de ativos de dados e tem como objetivo garantir que os dados sejam gerenciados adequadamente, de acordo com políticas e melhores praticas. Foca em como são tomadas as decisões sobre os dados e como se espera que pessoas e processos se comportem em relação aos mesmos.
C trata do acesso facilitado aos dados para diversos departamentos da organização, promovendo principalmente a integração e a acessibilidade dos dados para apoiar a colaboração interna. O foco está na criação de políticas e processos que ampliem o acesso aos dados e integrem as diferentes áreas da organização, recomendando o uso do modelo Data Integration-as-a-Service (DlaaS).
D enfatiza principalmente a segurança e a privacidade dos dados para atender às regulamentações de conformidade e proteção de dados. Assim, o guia define processos centrados na proteção de dados, controle de acesso e na criação de políticas com base no Data Stewardship Governance Model (DSGM).
E orienta principalmente o desenvolvimento de infraestrutura de Tl para garantir uma base sólida de armazenamento e automação de dados. O guia foca no design de arquitetura e pipelines de Extract Transform Load (ETL) para suportar o gerenciamento de dados.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 6 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025

De acordo com o quia DAMA-DMBOK

( 2017 ), a governança de dados

A tem foco na padronização e normalização dos dados, garantindo que a organização siga estruturas uniformes para análise e relatórios, com base no Enterprise Data Governance Organization (EDGO). O EDGO assegura que os dados eslejam devidamente organizados, permitindo maior uniformidade e consisténcia nas informações geradas.
B é o exercício de autoridade e controle (planejamento, monitoramento e fiscalização) sobre a gestão de ativos de dados e tem como objetivo garantir que os dados sejam gerenciados adequadamente, de acordo com políticas e melhores praticas. Foca em como são tomadas as decisões sobre os dados e como se espera que pessoas e processos se comportem em relação aos mesmos.
C trata do acesso facilitado aos dados para diversos departamentos da organização, promovendo principalmente a integração e a acessibilidade dos dados para apoiar a colaboração interna. O foco está na criação de políticas e processos que ampliem o acesso aos dados e integrem as diferentes áreas da organização, recomendando o uso do modelo Data Integration-as-a-Service (DlaaS).
D enfatiza principalmente a segurança e a privacidade dos dados para atender às regulamentações de conformidade e proteção de dados. Assim, o guia define processos centrados na proteção de dados, controle de acesso e na criação de políticas com base no Data Stewardship Governance Model (DSGM).
E orienta principalmente o desenvolvimento de infraestrutura de Tl para garantir uma base sólida de armazenamento e automação de dados. O guia foca no design de arquitetura e pipelines de Extract Transform Load (ETL) para suportar o gerenciamento de dados.

Considerada a divisão da governança de dados em planejamento e controle, uma das tarefas que dizem respeito ao controle é a de

A estimar o valor dos ativos de dados.
B desenvolver a estratégia de dados.
C identificar os gestores dos dados.
D monitorar o cumprimento de regulamentações.
E entender as necessidades estratégicas da organização.

Uma secretaria de fazenda estadual está implementando uma plataforma de Big Data para otimizar o cruzamento de notas fiscais eletrônicas (NF-e). Diante da sensibilidade dos dados e da necessidade de conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o sigilo fiscal, a alta gestão formalizou um papel estratégico. O agente que realiza esse papel atua como o elo entre a TI e o negócio, sendo responsável por assegurar a fidedignidade dos metadados de negócio, definir e monitorar os critérios de qualidade dos dados para auditorias e garantir que as políticas de acesso e uso ético sejam aplicadas em sua unidade de competência. De acordo com os frameworks de governança de dados (como o DAMA-DMBOK), o papel a que se refere a situação hipotética precedente é desempenhado pelo

A engenheiro de dados.
B cientista de dados.
C engenheiro de machine learning.
D data steward ou gestor/curador de dados.
E analista de infraestrutura.

Com base nos fundamentos da governança de dados, assinale a opção tecnicamente correta.

A A definição de princípios éticos para o uso de dados é uma preocupação restrita a modelos de aprendizado de máquina, não integrando o escopo fundamental ou as áreas de conhecimento de um programa de governança de dados.
B A função primordial da governança de dados é a execução de atividades operacionais e técnicas, como processos de carga (ETL) e armazenamento, enquanto os comitês de governança atuam meramente como instâncias consultivas sem poder deliberativo.
C Os gestores de dados (data stewards) devem ser, preferencialmente, especialistas externos à organização, atuando de forma independente das áreas de negócio produtoras da informação para assegurar a neutralidade técnica e a padronização.
D A governança de dados estabelece o tratamento dos dados como ativos organizacionais, exigindo responsabilidade formal (accountability), definição clara de papéis e procedimentos de controle análogos aos aplicados a ativos físicos e financeiros, garantindo-se o alinhamento com os objetivos estratégicos do negócio.
E A governança de dados é um programa de natureza estritamente tecnológica, sob o qual a área de tecnologia da informação (TI) centraliza as decisões sobre o significado e o uso dos dados, cabendo às unidades de negócio apenas o consumo das informações.

De acordo com as diretrizes do DAMA-DMBOK (Data Management Body of Knowledge), assinale a opção correta acerca de conceitos de governança e gestão de dados.

A A governança de dados deve ser aplicada exclusivamente aos ambientes analíticos (data lakes), sendo prescindível nos sistemas transacionais, dado que estes operam sob regras de integridade referencial nativas dos bancos de dados relacionais.
B A governança de dados foca primordialmente na administração da infraestrutura física (servidores e redes), sendo uma atribuição operacional exclusiva do departamento de tecnologia da informação (TI).
C A qualidade de dados é tratada como uma disciplina multidimensional cujas dimensões (como acurácia, completude, consistência, tempestividade e unicidade) devem ser definidas e medidas com base nos requisitos e na criticidade do negócio.
D Em modelos de governança robustos, o papel do data steward (curador de dados) torna-se desnecessário, uma vez que as ferramentas de catálogo de dados automatizam as decisões sobre o ciclo de vida da informação.
E Os metadados dividem-se em técnicos, de negócio e operacionais, abrangendo desde a estrutura de tabelas até regras de negócio, linhagem de dados (lineage) e definições de responsabilidade.