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Um Ministério Público está revisando o catálogo de serviços de TI para assegurar a continuidade das petições eletrônicas em todas as comarcas. A gestão exige que os compromissos de desempenho sejam mensuráveis, reflitam as necessidades dos promotores e estejam formalmente vinculados às capacidades das equipes internas e dos fornecedores de infraestrutura de nuvem. Para tanto, o arranjo técnico que estabelece a estrutura correta de Gestão de Nível de Serviço para esse cenário é:

A Estabelecimento de um catálogo de serviços focado em requisitos técnicos de hardware, onde os SLAs são definidos pelos tempos de backup e redundância de dados para evitar a interrupção das consultas em períodos de pico.
B Elaboração de Termos de Referência detalhando as métricas de latência e throughput, utilizando o monitoramento em tempo real para ajustar as metas de desempenho conforme a demanda sazonal das promotorias de justiça estaduais.
C Definição de metas e SLAs de disponibilidade baseadas na média histórica de incidentes, utilizando métricas de tempo de resposta para priorizar o atendimento de chamados críticos e garantir a satisfação dos usuários finais do órgão.
D Criação de indicadores de desempenho voltados para a infraestrutura, estabelecendo punições contratuais para o descumprimento de prazos de manutenção e vinculando a restauração do serviço ao tempo médio de reparo.
E Implementação de Acordos de Nível de Serviço com os usuários, suportados por Acordos de Nível Operacional entre as equipes internas e Contratos de Apoio com os fornecedores externos de tecnologia.

Uma Secretaria da Fazenda está elaborando seu Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC) para o triênio 2026-2028. O Planejamento Estratégico Institucional (PEI) estabelece como objetivos estratégicos: ampliar a arrecadação mediante inteligência fiscal, reduzir contencioso tributário, modernizar atendimento ao contribuinte e integrar bases de dados com outros órgãos. A área de TIC identificou necessidades como substituição do mainframe legado, migração para nuvem governamental, implementação de analytics com big data para cruzamento de informações fiscais, desenvolvimento de aplicativo mobile para serviços tributários e capacitação de servidores em novas tecnologias. O orçamento disponível cobre aproximadamente 60% das demandas levantadas. Considerando as boas práticas de alinhamento estratégico entre TIC e negócio no contexto de planejamento de TIC governamental, a abordagem mais adequada para elaboração do PDTIC é

A catalogar todas as demandas tecnológicas levantadas pela área de TIC e priorizá-las com base em critérios técnicos como obsolescência de hardware , vulnerabilidades de segurança identificadas em auditorias e complexidade de manutenção dos sistemas atuais, estabelecendo cronograma sequencial de projetos conforme disponibilidade de recursos financeiros anuais.
B submeter as necessidades tecnológicas à aprovação das áreas finalísticas através de questionário sobre a importância percebida de cada projeto, consolidar as respostas por média aritmética simples de pontuação atribuída, selecionar 05 projetos mais votados até o limite orçamentário e incluí-los no PDTIC.
C contratar consultoria externa especializada em governança de TI para avaliar a maturidade tecnológica da Secretaria, recomendar portfólio de projetos baseado em benchmarking com outras fazendas estaduais que implementaram soluções similares, e adotar o roadmap tecnológico proposto pela consultoria como conteúdo do PDTIC.
D estabelecer matriz de correlação entre cada necessidade de TIC e os objetivos estratégicos do PEI, atribuindo pesos aos objetivos conforme criticidade para o negócio, avaliar cada iniciativa por impacto nos objetivos, viabilidade técnica, custo e risco, priorizar iniciativas de maior contribuição estratégica dentro da restrição orçamentária, definir indicadores de resultado alinhados aos objetivos institucionais e estabelecer governança para revisão periódica do portfólio.
E definir percentuais fixos do orçamento de TIC para categorias predeterminadas, como infraestrutura, desenvolvimento de sistemas, segurança da informação e capacitação, distribuir as demandas tecnológicas entre essas categorias conforme natureza técnica de cada projeto, alocar recursos proporcionalmente até atingir o limite de cada categoria e documentar no PDTIC.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Para implementar um novo sistema de gestão de precatórios que exige alto alinhamento entre as metas estratégicas e a operação de TI, a solução deve contemplar a definição de objetivos de governança, o foco na cocriação de valor através de fluxos de serviço e agestão de entregas baseada em princípios e domínios de desempenho, garantindo a entrega continua de benefícios. O conjunto de práticas e domínios que atendea tais requisitos é:

A Definição de fatores de desenho no COBIT 2019, aplicação das dimensões de gestão de serviços do ITIL v4 e uso das ferramentas de controle de qualidade do PMBOK 7° edição para monitorar a infraestrutura das comarcas.
B Uso do framework de processos do COBIT 2019, adoção dos grupos de processos de iniciação e planejamento do ITIL v4 e foco no gerenciamento de escopo e riscos operacionais conforme as diretrizes do PMBOK 7ª edição.
C Utilização do COBIT 2019 para cascatear os objetivos de governança em metas de gestão, adoção do Sistema de Valor de Serviço do ITIL v4 e aplicação dos princípios de entrega e domínios de desempenho do PMBOK 7ª edição.
D Implementação do Modelo de Capacidade do COBIT 2019, foco nas sete práticas básicas de suporte do ITIL v4 e adoção do ciclo de vida em cascata previsto no PMBOK 7ª edição para garantir a previsibilidade do cronograma de TI.
E Aplicação dos domínios de governança do COBIT 2019, uso do Gerenciamento de Configuração do ITIL v4 e priorização das áreas de conhecimento técnico do PMBOK 7ª edição para estruturar a integração de sistemas externos.

Um Ministério Público está revisando sua governança de TI para alinhar os projetos de infraestrutura às diretrizes do PMBOK 7ª edição. Durante a implantação de um novo Data Center , a equipe que fará o projeto da infraestrutura precisa garantir que os princípios de entrega de valor e de adaptação contínua sejam respeitados, considerando a alta criticidade dos serviços. Desse contexto, a prática mais alinhada às orientações do PMBOK para assegurar governança eficaz e consistência nos resultados é

A adotar o princípio de foco em valor e integrar os domínios de desempenho de entregas e planejamento adaptativo, utilizando métricas de disponibilidade e resiliência como critérios de aceitação para cada incremento de infraestrutura.
B centralizar todas as decisões técnicas no gerente de projeto, reduzindo a autonomia da equipe de infraestrutura para evitar divergências durante a execução.
C priorizar exclusivamente a documentação detalhada dos processos de instalação, mesmo que isso atrase a entrega de serviços críticos, garantindo rastreabilidade total.
D definir um cronograma rígido e imutável para as atividades de migração, sem considerar ajustes decorrentes de riscos emergentes ou mudanças de requisitos de segurança, visando agilizar o projeto.
E concentrar a governança apenas no controle orçamentário, deixando a definição de métricas de desempenho técnico sob responsabilidade exclusiva da área financeira.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Uma Secretaria da Fazenda Estadual está reestruturando seu modelo de governança de dados fiscais. Atualmente, três áreas distintas gerenciam dados tributários: a Coordenadoria de Fiscalização, a Subsecretaria de Arrecadação e a Diretoria de Tecnologia da Informação. Cada área mantém seus próprios padrões de qualidade, políticas de acesso e definições de metadados, gerando inconsistências nas análises. Para resolver o problema, a alta administração decidiu criar uma estrutura de governança onde representantes das três áreas se reúnem periodicamente para deliberar sobre políticas, padrões e prioridades relacionadas aos dados tributários. Às decisões sobre frameworks de qualidade, taxonomias de metadados e diretrizes de acesso são tomadas através de votação pelos membros, com cada área tendo poder de voto proporcional ao volume de dados sob sua responsabilidade. Adicionalmente, foram estabelecidos padrões corporativos mínimos obrigatórios, enquanto cada área mantém autonomia para decisões operacionais específicas de seus processos internos, desde que em conformidade com os padrões aprovados pelo grupo deliberativo.

Nesse caso, a governança de dados implementada foi

A federada, pois estabelece padrões corporativos centrais enquanto permite que cada área mantenha controle operacional sobre seus próprios dados e processos locais.
B colegiada, pois as decisões são tomadas por um comitê com representantes de múltiplas áreas através de consenso e participação coletiva nas definições.
C centralizada, pois concentra as decisões sobre dados tributários em um único comitê central que define políticas uniformes para todas as áreas da Secretaria.
D descentralizada, pois mantém a autonomia das três coordenadorias para tomarem decisões independentes sobre seus respectivos conjuntos de dados fiscais.
E compartilhada, pois distribui responsabilidades entre tecnologia e negócio, com a área de TI implementando infraestrutura e as áreas fiscais definindo regras tributárias.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está implementando governança de TIC baseada no COBIT 2019 para estruturar processos de gerenciamento de dados fiscais, segurança da informação e entrega de serviços digitais aos contribuintes. A alta administração definiu como prioridades estratégicas: garantir conformidade com a LGPD no tratamento de dados tributários, aumentar disponibilidade dos sistemas de arrecadação e reduzir custos operacionais de TIC. O diagnóstico inicial identificou maturidade baixa em processos de gestão de segurança da informação, ausência de indicadores de desempenho para serviços de TIC e falta de alinhamento entre demandas das áreas fiscalizadoras e capacidade de entrega da equipe de tecnologia. Considerando os componentes do sistema de governança do COBIT 2019, a abordagem de implementação que melhor atende esse cenário é

A utilizar o Design Framework do COBIT 2019 para customizar sistema de governança considerando fatores de design (estratégia empresarial, perfil de risco, conformidade regulatória, papel da TIC), selecionar objetivos de governança e gestão prioritários alinhados às metas institucionais, definir componentes aplicáveis (processos, estruturas organizacionais, fluxos de informação, políticas e competências) e estabelecer métricas específicas para monitorar conformidade com a LGPD, disponibilidade de sistemas e otimização de custos.
B implementar todos os 40 objetivos de governança e gestão do COBIT 2019 simultaneamente através de projeto corporativo único coordenado por consultoria externa, estabelecer comitê de governança multidisciplinar para aprovar todas as decisões de TIC e criar documentação completa de políticas e procedimentos antes de iniciar qualquer mudança operacional nos processos atuais.
C focar nos processos de gestão da área de Entrega, Serviço e Suporte - Service Support and Delivery (SSD) do COBIT 2019 que tratam diretamente de operações de TIC, delegar responsabilidade de implementação à equipe técnica de infraestrutura com mínimo envolvimento da alta administração e adotar práticas do framework adaptados ao contexto do Specific Values (54) da Secretaria.
D adotar componentes de processos do COBIT 2019 - System Security Value (55SV) relacionados à segurança da informação para atender a LGPD, com menor investimento em componentes do sistema de governança, como estruturas organizacionais e luxos de informação, porque a conformidade regulatória é responsabilidade da área jurídica.
E mapear processos atuais de TIC da Secretaria conforme modelo de referência do COBIT - Services Central Value Delivery (SCVD), contratar auditoria externa para avaliar aderência às práticas de governança, não só as especificidades do setor público tributário e implementar recomendações de auditoria independentemente de alinhamento com objetivos estratégicos institucionais.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Em um projeto do Ministério Público para desenvolver um novo sistema de controle de audiências virtuais, a equipe de analistas avalia qual abordagem de desenvolvimento deve ser adotada. Considerando as variáveis associadas à natureza do produto, serviço ou resultado, conforme descrito no PMBOK 7 a edição, quando

A o produto pode ser desenvolvido e entregue em partes, permitindo ciclos incrementais e iterativos de aprendizado, a adoção de uma abordagem adaptativa é a mais indicada.
B os ambientes estão sujeitos a uma supervisão regulatória significativa, uma abordagem adaptativa é a mais indicada, devido à documentação exigida.
C o escopo é estável, as entregas possuem alto grau de inovação e a equipe de projeto é inexperiente, a adoção de uma abordagem preditiva é a mais indicada, pois reduz a exposição a mudanças.
D os requisitos são incertos, voláteis ou complexos e se espera que evoluam ao longo do projeto, a adoção de uma abordagem preditiva é a mais indicada.
E os requisitos de segurança são rigorosos, a adoção de uma abordagem adaptativa é a mais indicada, pois é necessário um planejamento inicial significativo para garantir que os requisitos sejam criados, integrados e testados.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

Em relação à Gestão de Projetos, de acordo com o Guia PMBOK, assinale a alternativa correta.

A Um projeto não pode ter um longo prazo de duração, pois, caso contrário, deixa de ser um projeto e passa a ser um processo.
B As operações realizam a execução contínua de atividades que produzem o mesmo produto ou fornecem um serviço repetitivo. Exemplo: construção de uma casa.
C O escopo é a subdivisão das entregas e do trabalho a ser executado pela equipe envolvida no projeto, até sua menor divisão.
D Quando se fala de um projeto, refere-se a um esforço contínuo para atingir um objetivo definido.
E O portfólio pode englobar projetos que são, ou não, relacionados entre si. Assim, não é necessário que o portfólio tenha projetos da mesma área.

Sobre a metodologia ágil Scrum, de acordo com o Guia do Scrum, versão 2020, em português, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Um Scrum Team é formado por um Product Owner, um Scrum Master e Developers.
( ) Uma Sprint é um evento de duração variável de uma semana até três meses.
( ) A Daily Scrum é um evento de até 15 minutos que envolve todo o Scrum Team e que deve acontecer no início e no fim de cada dia útil da Sprint.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

A F – F – V.
B F – V – F.
C V – V – F.
D V – F – F.
E V – F – V.

O COBIT 4.1 é um modelo para governança de TI focado em __________, orientado para __________ e baseado em __________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

A tecnologia – riscos – investimentos
B desempenho – serviços – infraestrutura
C negócios – processos – controles
D auditoria – resultados – objetivos
E estratégia – pessoas – métricas