Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a
uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor
gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o
deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma
surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as
crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava
o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do
corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede
- não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais,
muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite.
Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca.
Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro
investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele
próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém
acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem
boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns
moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato
de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó.
E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
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Texto associado
Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a
uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor
gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o
deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma
surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as
crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava
o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do
corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede
- não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais,
muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite.
Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca.
Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro
investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele
próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém
acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem
boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns
moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato
de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó.
E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor
gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o
deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma
surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as
crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava
o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do
corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede
- não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais,
muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite.
Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca.
Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro
investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele
próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém
acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem
boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns
moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato
de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó.
E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
No trecho Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada,
ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo, o pronome sublinhado refere-se a
Texto associado
Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a
uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor
gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o
deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma
surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as
crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava
o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do
corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede
- não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais,
muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite.
Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca.
Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro
investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele
próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém
acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem
boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns
moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato
de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó.
E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor
gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o
deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma
surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as
crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava
o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do
corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede
- não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais,
muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite.
Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca.
Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro
investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele
próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém
acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem
boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns
moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato
de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó.
E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
A frase O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar está corretamente transposta para o discurso direto em:
Texto associado
O verbo que possui o mesmo tipo de complemento que o da frase "as cidades ocidentais modernas sempre mantiveram vários
sinais de abertura", está sublinhado em:
Texto associado
A correção gramatical e a regência são plenamente contempladas no seguinte período:
A correção gramatical e a regência são plenamente contempladas no seguinte período:
Texto associado
As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar
de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de
quais são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana [...].
de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de
quais são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana [...].
O uso adequado do sinal indicativo de crase encontra-se em:
Texto associado
Instruções Gerais: Conforme Edital publicado, Capítulo 10 [...] 10.8 Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva-Redação que: a) fugir ao tema proposto. Em
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
No trecho O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva
na parede. Mas não se vé guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado, o conectivo sublinhado relaciona ideias introduzindo um valor
semântico de
Texto associado
Instruções Gerais: Conforme Edital publicado, Capítulo 10 [...] 10.8 Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva-Redação que: a) fugir ao tema proposto. Em
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
Respeita plenamente as normas de regência verbal e nominal o livre comentário a respeito do texto:
Texto associado
Instruções Gerais: Conforme Edital publicado, Capítulo 10 [...] 10.8 Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva-Redação que: a) fugir ao tema proposto. Em
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
No trecho Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada,
ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo, o pronome sublinhado refere-se a
Texto associado
Instruções Gerais: Conforme Edital publicado, Capítulo 10 [...] 10.8 Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva-Redação que: a) fugir ao tema proposto. Em
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.
caso de fuga completa ao tema proposto, a redação não será pontuada em qualquer outro de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do
critério. b) fugir à modalidade de texto solicitada. Em caso de fuga completa ao género/tipo de texto solicitado, a redação não será pontuada em qualquer outro
de seus aspectos, recebendo nota 0 (zero) em todos os itens do critério. c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos,
números e palavras soltas ou versos) ou em outra lingua que não a lingua portuguesa; d) apresentar formas propositais e explícitas de anulação, como
impropérios e trechos jocosos, ou predominância de rasura; e) for assinada fora do local apropriado; f) apresentar qualquer sinal, marca, risco, desenho, rubrica,
assinatura ou nome, feito pelo candidato, nas linhas destinadas à resposta definitiva que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; g) estiver em
branco; h) apresentar predominantemente letra ilegível e/ou incompreensível; i) apresentar até 7 (sete) linhas escritas; j) apresentar texto idéntico ou produzido
por outro candidato ou no qual se identifique cópia (em todo ou em parte) de modelos de textos prontos disponiveis para consulta em fontes de acesso público.
k) apresentar texto idéntico (em todo ou em parte) ao produzido pelo mesmo candidato, ainda que em cargos diferentes; 1) não atender aos requisitos definidos
na grade de correção de critérios pela Banca Examinadora. 10.9 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no caderno de provas será de
preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 10.9.1 O candidato
deverá atentar para a folha destinada ao rascunho e a folha destinada à resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado. A folha para a resposta definitiva
será a única válida para a avaliação da Prova Discursiva-Redação. 10.10 Na Prova Discursiva-Redação, deverá ser rigorosamente observado o limite minimo
de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Prova-Discursiva-Redação. 10.11 A Prova Discursiva-
Redação terá caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem). 10.11.1 Considerar-se-á aprovado o candidato que tiver
obtido nota igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos.