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O II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), estabelecido de 1974 a 1979, foi instituído como plano econômico brasileiro em resposta a crises econômicas no fim do chamado “milagre econômico brasileiro”. Nesse período,

A reduziram-se as despesas com importação de petróleo.
B os investimentos privados foram os principais instrumentos utilizados para a manutenção do crescimento.
C o II PND garantiu a continuidade de taxas de crescimento real do PIB até o final da década de 70 do século XX.
D houve redução das taxas de juros no Brasil.
E ocorreu o aumento das exportações brasileiras.
Órgão: Assembleia Legislativa do Ceará Cargo: Analista Legislativo - Área: Ciências Econômicas Prova: CESPE/CEBRASPE - ALE CE - Analista Legislativo - Área: Ciências Econômicas - 2021
Texto associado
Em relação aos principais planos de estabilização implementados na década de 80 do século XX, julgue os itens a seguir.

O Plano Bresser evidenciou crise de desabastecimento.

C Certo
E Errado
Órgão: Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional - Área: Economia Prova: CESPE/CEBRASPE - CODEVASF - Analista em Desenvolvimento Regional - Área: Economia - 2021
Texto associado
Acerca dos planos de desenvolvimento implementados no Brasil no período de 1950-1980, julgue os itens a seguir.

No plano de metas, Juscelino Kubitschek optou por uma política agressiva de investimentos em detrimento da utilização de restrições fiscais e monetárias como forma de atrair o investimento estrangeiro.

C Certo
E Errado
Órgão: Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional - Área: Economia Prova: CESPE/CEBRASPE - CODEVASF - Analista em Desenvolvimento Regional - Área: Economia - 2021

O II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), empreendido pelo governo Geisel,

A estimulou a substituição de importações nos setores de bens de consumo duráveis, os quais representavam expressiva
parcela da pauta de importações nesse período.
B estimulou o crescimento do setor de bens de consumo não duráveis, complementando o processo iniciado pelo milagre
econômico.
C visava à reestruturação industrial como forma de superar os estrangulamentos de cadeias produtivas e à redução da
dependência estrutural externa da economia. O endividamento externo por parte de empresas estatais foi importante para
equilibrar o balanço de pagamentos durante a expansão dos investimentos.
D foi responsável pela redução do endividamento externo no período que se seguiu ao aumento brusco do preço do petróleo,
devido à ampla liquidez externa a custos de financiamento decrescentes.
E viabilizou atingir a meta de autossuficiência na produção de petróleo, resultante dos investimentos da Petrobrás e dos
contratos de risco assinados com empresas de capital estrangeiro.
Órgão: Assembléia Legislativa do Amapá Cargo: Analista Legislativo Atividade Orçamentária e Financeira e de Controle Interno - Área: Economista Prova: FCC - ALE AP - Analista Legislativo Atividade Orçamentária e Financeira e de Controle Interno - Área: Economista - 2020

Durante o governo Collor (1990-1992) foram adotados dois planos econômicos que tinham como objetivo principal o combate à
inflação. Comparando-se o conteúdo e as conjunturas desses dois planos tem-se que

A o Plano Collor I visava a romper com a indexação da economia, ao passo que o Plano Collor II trazia uma reforma financeira sem relação com a situação fiscal.
B ambos os Planos foram criados em contexto internacional neoliberal que sustentava a desestatização.
C o Plano Collor I assentava-se em forte ajuste fiscal, ao passo que o Plano Collor II estava baseado no que se convencionou chamar de “sequestro dos ativos financeiros”.
D ambos os Planos foram adotados em contexto de solidez fiscal, referendada por relativo baixo endividamento público.
E o Plano Brasil Novo procurava frear a indexação da economia com um choque de liquidez e com o congelamento de preços, ao passo que o Plano Collor II combatia a indexação sem, no entanto, congelar preços.

Entre 1967 e 1973, embora a economia brasileira tenha passado por um processo de crescimento econômico acelerado, houve forte aumento da concentração de renda no país, razão pela qual o período passou a ser denominado “milagre” econômico. Ao longo desse processo,

A o subperíodo 1967-1970 correspondeu à fase de recuperação econômica, impulsionada, principalmente, pela reocupação de capacidade ociosa herdada da fase de estagnação ocorrida nos anos precedentes.
B o subperíodo 1970-1973 correspondeu à fase de crescimento acelerado, tendo sido as exportações o principal motor dinâmico do comportamento do PIB real.
C o subperíodo 1970-1973 correspondeu à fase de crescimento acelerado, tendo sido o consumo das famílias o principal motor dinâmico do comportamento do PIB real.
D no subperíodo 1967-1970, foram implementadas diversas reformas econômicas estruturais, como as do sistema financeiro e do setor público, o que permitiu a reativação dos mecanismos de crédito ao consumidor e às empresas.
E no subperíodo 1967-1970, o investimento agregado foi o principal componente responsável pela recuperação econômica em curso.

Há várias décadas, o Brasil tem sido marcado por acentuado processo de estagnação econômica, caracterizado por taxas de variação médias anuais da produtividade do trabalho muito pouco expressivas e lento aumento da renda real per capita .
A maior parte dos economistas brasileiros tem identificado como marco inicial desse longo processo de estagnação econômica os primeiros anos da década de

A 1970
B 1980
C 1990
D 2000
E 2010

No texto a seguir, escrito no final de agosto de 2019, os autores sugerem medidas de política econômica para promover a retomada sustentável do crescimento econômico brasileiro:

A decisão de reduzir a Selic a 6%, indicando possíveis reduções adicionais, é excelente. Mas não podemos esquecer que o excesso de juros pagos ao longo dos últimos anos comprometeu as finanças públicas e inibiu por completo os investimentos públicos. Certamente, a trajetória de crescimento teria sido diferente. É importante agora que a redução de juros seja acompanhada por políticas fiscais expansionistas que permitam estimular nossa economia.
LUQUE, C.; SIBER, S.; ZAGHA, R. Inflação brasileira. Valor Econômico , São Paulo, 27 ago 2019, p. A10. Adaptado.

Considerando-se que a economia brasileira contava com elevado nível de capacidade ociosa, altas taxas de desemprego, e tendo-se em vista as recomendações de política econômica propostas pelos autores do texto, deduz-se que o principal fator que impede a retomada do crescimento econômico no Brasil, a partir de 2019, é a

A elevada carga tributária
B inelasticidade da oferta agregada
C debilidade do sistema educaciona
D deterioração das condições fiscais
E insuficiência crônica de demanda efetiva

O último programa de política industrial adotado no Brasil, do qual resultou uma profunda transformação da estrutura produtiva da economia e um aumento considerável da participação das exportações de produtos manufaturados no total dos bens exportados brasileiros está relacionado ao(à)

A I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND), implementado entre 1972 e 1974, no Governo Médici
B II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), implementado entre 1975 e 1979, no Governo Geisel
C Plano Brasil Maior, implementado em 2011, no Governo Dilma Rousseff (1o mandato)
D Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), implementado em 2008, no Governo Lula (2o mandato)
E Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), implementada em 2004, no Governo Lula (1o mandato)

Desde 2017, a política fiscal brasileira vem sendo subordinada a uma nova regra, introduzida pela Emenda Constitucional no 95, de 15 de dezembro de 2016, conhecida como “Teto de Gastos”. A principal característica dessa regra é que

A impede o aumento dos gastos públicos em rubricas importantes, como educação, saúde e transferências sociais.
B permite a expansão das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nas fases de recessão econômica.
C permite o aumento das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos períodos em que for confirmado aumento dos fluxos de arrecadação de impostos e outros tributos governamentais.
D mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.
E mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos correntes, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.