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Em 1795, Friedrich Schiller apresentou ideais educativos diretamente relacionados ao modo como concebia o valor da arte para formação das pessoas, como no trecho a seguir. Pela disposição estética do espírito, a espontaneidade da razão é iniciada já no campo da sensibilidade, o poder da sensação é quebrado dentro de seus próprios domínios, o homem físico é enobrecido de tal maneira que o espiritual, de ora em diante, só precisa desenvolver-se dele segundo as leis da liberdade. O passo do estado estético para o lógico e moral (da beleza para a liberdade e o dever) é, pois, infinitamente mais fácil que o do estado físico para o estético (da vida meramente cega para a forma). Adaptado de SCHILLER , F. A educação estética do homem . São Paulo: Iluminuras, 1990, p. 118. Schiller, em seu projeto educacional para a arte, posiciona-se

A a favor do racionalismo iluminista, pois sustenta que a razão está acima de qualquer afeto.
B pró classicismo francês, o qual sistematiza o fazer artístico com suas regras formais.
C a desfavor do irracionalismo, oriundo do cultivo excessivo de sentimentos e emoções.
D contra o utilitarismo, uma vez que o belo suscita uma dimensão lúdica, essencial para a fruição estética.
E em prol do homem espiritual, movido pelo impulso sensível, repudiando a matéria e a lógica.

Desde o Renascimento, a História da Arte está relacionada com a Filosofia da Educação e com os processos de ensinoaprendizagem, uma vez que as mudanças culturais e históricas do conceito de arte impactaram o modo como a arte foi inserida na educação. As afirmativas a seguir descrevem corretamente experiências históricas da relação entre arte e educação desde o século XVI, à exceção de uma . Assinale-a.

A A arte é considerada a técnica adequada para executar uma determinada tarefa.
B A arte é vista como ilustração ou aprofundamento de conhecimentos oriundos de outros campos disciplinares.
C O ensino da arte é o veículo para a formação de valores, agindo sobre o comportamento dos alunos.
D O ensino da arte serve para ampliar as possibilidades de fruição e a experiência estética dos estudantes.
E A arte é apresentada como forma de expressão dos alunos, conduzindo-os para o aprendizado e o domínio técnico das linguagens.

O Renascimento protagonizou uma virada quanto ao entendimento do que é arte, com impactos até a atualidade, como a valorização da autoria. As afirmativas a seguir identificam corretamente a definição dos contornos do campo artístico no Renascimento, à exceção de uma . Assinale-a.

A A afirmação da autoria impõe que a obra de arte seja única e exclusiva, pois o que está em jogo é a singularidade de cada criação.
B A arte popular, diferentemente da produzida por grandes artistas, se mantém anônima e reprodutível, podendo ser modificada por quem a adquire.
C A emergência da figura do crítico de arte, o especialista que avalia as obras com base em critérios determinados pelas academias, legitima o novo campo artístico.
D A crítica e a academia fundamentam a noção de “belas artes”, associada restritivamente a certas linguagens como pintura, escultura, arquitetura, música, dança e literatura.
E O aprendizado da arte se mantém associado à Igreja e inclui em seu currículo aulas de música e retórica, tendo como finalidade o aprimoramento das virtudes humanas.

O Movimento Modernista , enquanto movimento artístico,

A rejeitou qualquer influência estrangeira.
B buscou reproduzir fielmente a tradição acadêmica nacional.
C defendeu o uso da norma culta da língua para valorizar a identidade nacional.
D abordou questões sociais, políticas e econômicas, refletindo as desigualdades e os desafios do Brasil.
E tematizou preferencialmente a vida rural e seus personagens, considerados como expressão da verdadeira brasilidade.

O manejo do buril na gravação de talho-doce exige do artista firmeza e precisão. Em seu “Tratado da Gravura” (Disponível em: https://editora.uemg.br/component/k2/ item/89-tratado-da-gravura), Abraham Bosse indica a melhor posição de manuseio do buril em relação à chapa metálica para a gravação das linhas nessa técnica: a base do cabo deve estar apoiada firmemente pelo gravador e a lâmina necessita ser guiada com auxílio do dedo indicador. O autor indica ainda que, quando se gravam as linhas de uma figura em tal técnica, é preciso conduzir o buril

A o mais paralelo possível à chapa
B o mais perpendicular possível à chapa
C sempre em um ângulo entre 15º e 20º
D paralelo à chapa para as linhas retas e em ângulo obtuso para as linhas curvas
E paralelo à chapa para as linhas curvas e em ângulo obtuso para as linhas retas