QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
3.327 questões encontradas
Texto associado
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa). O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje. É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa. Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar. Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos… Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral. Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora. Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra. Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso. Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento. Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.

A alisando muitas dessas relações, vemos que se um dia houve amor, ele será eterno, jamais haverá ódio.
B O eu poético diz que um sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença.
C Uma das mensagens do texto é saber que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.
D O eu lírico dá um exemplo clássico de indiferença, são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença.
Texto associado
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa). O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje. É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa. Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar. Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos… Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral. Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora. Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra. Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso. Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento. Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “fascinante” significa:

A Banal.
B Deslumbrante.
C Trivial.
D Elementar.

Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta. Coluna

I. A- Hipérbole. B- Eufemismo. C- Ironia. D- Prosopopeia. E- Zeugma. Coluna

II. 1- Era fino como um hipopótamo. 2- Ele faltou com a verdade. 3- As árvores pensam coisas lindas. 4- Alguns alunos estudam, outros não. 5- Repeti um milhão de vezes.

A A (3) – B (5) – C (2) – D (4) – E (1).
B A (5) – B (2) – C (1) – D (3) – E (4).
C A (2) – B (4) – C (3) – D (1) – E (5).
D A (4) – B (1) – C (5) – D (2) – E (3).

Referindo-se à tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) Descrição é a modalidade de texto que se relaciona com objetos do mundo real, o objetivo do autor é contar um fato, relatar acontecimentos reais ou imaginários.

( ) Algumas modalidades da narração: romance, crônica, conto, fábula, anedota, lenda, parábola.

( ) No texto narrativo, não se pode deixar de lado a análise do aspecto temporal: os acontecimentos se sucedem na linha cronológica, existindo, portanto, uma relação de anterioridade e posterioridade, que acabam por compor uma história que nos é contada por um narrador.

( ) As ações são relatadas numa narrativa obedecendo à seguinte ordenação: introdução, desenvolvimento e conclusão.

A V – F – V – V.
B F – V – V – V.
C V – V – F – V.
D V – V – V – V.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. (Autor desconhecido).

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.

A Segundo o texto, o eu poético quer pedir menos desculpas, sentir menos culpa.
B O eu lírico diz no texto que quer não sentir medo.
C Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais, é o desejo de quem escreveu o fragmento.
D Pela leitura do texto chega-se à conclusão, que o autor não quer conhecer mais pessoas, prefere o isolamento.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. (Autor desconhecido).

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “delirar” significa:

A Encaminhar.
B Variar.
C Agir.
D Dirigir.

Sobre tipologias textuais, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) As tipologias textuais são textos orais, ou escritos, que possuem uma estrutura fixa e objetivos bem definidos: relatar um acontecimento, descrever uma pessoa, defender, ou apresentar uma ideia, ensinar a fazer algo. Elas são classificadas em cinco tipos: narração, descrição, dissertação, exposição e injunção.

( ) Os gêneros textuais são textos orais, ou escritos mais específicos, determinados pela intenção comunicativa e o contexto em que são utilizados. Considerando as principais características e estrutura das tipologias existentes, eles surgem dos cinco tipos de texto. Exemplos de gêneros textuais narrativos: romance, conto e novela. Exemplos de gêneros textuais descritivos: biografia, cardápio e notícia. Exemplos de gêneros textuais dissertativos: monografia, artigo e resenha. Exemplos de gêneros textuais expositivos: seminário, palestra e entrevista. Exemplos de gêneros textuais injuntivos: receitas, propagandas e manuais.

( ) Texto Narrativo: A marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo, no qual são desenvolvidas as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço.

( ) Os textos narrativos possuem uma estrutura básica: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho. Apresentação: trata-se da introdução do texto, onde são apresentadas algumas de suas principais características como o tempo, o espaço e as personagem que fazem parte da trama. Desenvolvimento: designa a maior parte do texto, onde são desenvolvidas as ações das personagens numa sequência de acontecimentos. Clímax: representa a parte mais emocionante, surpreendente e tensa da narrativa. Desfecho: é a parte final da trama, determinada pelo arremate de toda a história. Nela, é revelada o destino das personagens.

A F – V – V – V.
B V – V – V – V.
C V – V – F – V.
D V – F – V – F.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Cada pessoa tem um tempo na nossa vida. (Isaías Costa). Durante muito tempo tive grande dificuldade de entender porque tantas pessoas entram e saem das nossas vidas o tempo todo. Hoje, já mais amadurecido, consigo compreender melhor porque isso acontece. A princípio, essa reflexão pode parecer banal, mas não é. Ela tem a ver com as mudanças próprias que cada pessoa vivencia. Quero levar você a refletir junto comigo, levando em consideração um ingrediente fundamental que poucos falam, a PAZ. Todos nós, na infância, vamos para a escola, e à medida que vamos crescendo, nossos amigos vão mudando, vamos experimentando novas coisas. Porém, existe algo impressionante que, uma vez compreendida, nos faz entender como acontece a dinâmica das amizades durante nosso processo evolutivo. Sempre, sempre nossos amigos são escolhidos por nós através de processos semiconscientes, ou inconscientes. Escolhemos nossos semelhantes, quanto mais semelhantes, mais íntima é a amizade. Aqui está a principal mensagem que quero lhe transmitir hoje. Nada na vida acontece por acaso, quem entra e quem sai do nosso convívio sempre tem algo a nos ensinar, resta a nós compreender o que é e evoluir durante esse processo. É interessante notar que precisamos ACEITAR tudo que nos acontece em paz e consciência. O processo para nos tornarmos pessoas mais sábias e espiritualizadas tem uma relação intrínseca com quem nos relacionamos. Quando buscamos verdadeiramente essa espiritualidade, passamos a compreender com mais lucidez quando é hora de ir, de voltar, de seguir, de ficar… Isso é bem sutil e um pouco difícil de explicar com palavras, vou citar meu próprio exemplo. Já frequentei grupos religiosos por um tempo e na minha busca espiritual concluí que o melhor a fazer seria me distanciar. Perdi vários amigos! Foi um processo doloroso no começo, mas depois me trouxe uma paz de espírito impressionante. Não nego o tempo que fiquei por lá, ele foi necessário para mim. Era lá que deveria estar, mas por um tempo limitado. Muitas pessoas têm dificuldade de entender quando é o tempo de ir, de ficar, de voltar e de partir. Esse discernimento só nos vem com o tempo e o amadurecimento. O mesmo aconteceu na minha busca profissional. Quando descobri que minha maior vocação não era com pesquisas em Física, também foi um processo doloroso me distanciar de quase todos que conviviam comigo. Mas foi necessário. E hoje sinto uma paz incrível por saber que lá não é o meu lugar. A maior lei que existe é a lei da atração. Somos seres espirituais em corpos físicos. Nossa energia pessoal, essa energia que brota do nosso interior sempre nos leva para onde devemos estar e com as pessoas que devemos estar por determinado tempo. A busca pelo autoconhecimento é fundamental, pois nos enche de paz ao passar pelos processos de transição. Isso pode ser extremamente útil quando se trata de relacionamentos amorosos. Eu mesmo, terminei relacionamentos que eram necessários para meu processo evolutivo. Há pessoas que já conviveram comigo que tenho uma profunda admiração ou até mesmo amor, porém, elas nãopodem mais estar no meu convívio pessoal, pelo fato de eu estar seguindo um caminho completamente diferente delas. Eu desejo que você grave essas palavras: Muitas vezes, a maior prova de amor que podemos dar a uma pessoa é não conviver mais com ela. Espero que você esteja conseguindo entender. Existem pessoas que passam pelas nossas vidas por um tempo determinado, todavia, depois de um tempo não faz mais nenhum sentido ela continuar em nosso convívio. E isso, ao contrário do que pregam, não é um ato egoísta, é um ato de amor. Um amor nutrido pelo sentimento de liberdade. Por isso que gosto de dizer que o amor só dura em liberdade, pode durar mesmo uma vida inteira. Precisamos introjetar no mais profundo da nossa mente que o amor, para ser verdadeiro, muitas vezes não precisa do contato físico da outra. Nós somos espíritos, e é dele que brota o amor, não dos nossos corpos. Há pessoas que amo profundamente e que nunca mais terão contato direto comigo no dia a dia, mas isso não reduz o amor, na realidade o frutifica. Na presença física, muito provavelmente aconteceria o contrário, a perda desse amor genuíno. Estou escrevendo esse texto com a certeza que nem todos entenderão. É bastante sutil tudo o que estou descrevendo aqui. Para terminar. Preciso falar sobre os relacionamentos que duram uma vida inteira, como alguns casamentos e amizades. Em todos eles, isso só é possível quando há uma decisão por aceitar o outro em sua integridade, com todas as qualidades e defeitos, e estar contente com o resultado, contente não no sentido de felicidade, mas no sentido de contentamento, que significa estar alegre e satisfeito.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.

A O eu lírico afirma que há pessoas que amo profundamente e que nunca mais terão contato direto comigo no dia a dia, mas isso não reduz o amor, na realidade o frutifica.
B O eu poético afirma que por muito tempo, teve grande dificuldade de entender porque tantas pessoas, entram e saem das nossas vidas o tempo todo.
C De acordo com o texto, nossos amigos não são escolhidos por nós através de processos semiconscientes, ou inconscientes. Eles são escolhidos por não serem semelhantes conosco, quanto mais diferentes, mais íntima é a amizade.
D Pela leitura do texto compreendemos que cada pessoa tem um tempo determinado em nossa vida.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. A vida é um rio. (Isaias Costa). Quero deixar uma pequena reflexão de um filósofo e místico indiano que admiro muito, chamado Osho. Um pequeno texto em que ele fala sobre o fluxo natural na nossa vida, que se assemelha com um rio. “O êxtase é a nossa verdadeira natureza, não ser extático é simplesmente desnecessário. Ser extático é natural, espontâneo. Não precisa de esforço para ser extático, precisa de grande esforço para ser miserável. É por isso que você está tão cansado, porque a miséria é realmente um trabalho duro, mantê-la é muito difícil, porque você está fazendo algo contra a natureza. Você está indo corrente acima, isto é o que a miséria é. E o que é felicidade? Ir com o rio – tanto assim que a distinção entre você e o rio seja simplesmente perdida. Você é o rio. Como pode ser difícil? Para ir com o rio, nenhum nado é necessário, você simplesmente flutua com o rio e o rio leva você para o oceano. O rio já está indo para o oceano. A vida é um rio. Não o empurre e você não vai ser miserável. Você está pronto. Este momento de confusão, este momento de caos em sua vida, pode abrir uma nova porta, pode virar uma nova folha. Não espere mais.” Achei muito interessante quando ele fala sobre a miséria, que é algo contra a natureza. Realmente a miséria é algo contra a natureza. Você pode até me questionar: “Não é bem assim. Uma pessoa que vive na miséria. Que nunca teve oportunidade de crescer na vida. Como é que essa pessoa está fluindo contra a natureza?”. Este é um questionamento válido, porém, muito superficial, sabe por quê? Porque o destino da sua vida é só você que determina. O poder do seu pensamento é que vai determinar se você será alguém grande nessa vida. Uma coisa que acontece demais é que algumas pessoas que vem de origem extremamente humilde conseguem crescer na vida de uma maneira extraordinária. Como elas conseguem isso? Elas conseguem isso porque focam a sua mente e as suas ações somente no sucesso. A palavra miséria não existe nos seus dicionários, porque elas não permitem que exista. Entendem o que estou querendo dizer? Tudo que acontece na nossa vida acontece porque a gente permite que aconteça. Se você coloca na sua mente que é um sucesso, que todas as suas ações terão sucesso, que você é o melhor no que faz. O que vai acontecer? Você estará seguindo o fluxo natural do rio da sua vida, a natureza se encarregará de lhe dar o seu sucesso em tudo. E as pessoas que “nadam contra a maré”? Estas são as pessoas que se sabotam o tempo todo. Que tem seus rios, mas que insistem em seguir contra a maré. É interessante notar que o gasto de energia dessas pessoas é infinitamente maior do que o das pessoas que seguem o fluxo natural do rio. Agora eu vou falar umas coisas que acho engraçadas e que escuto quase todos os dias. Muitos dizem: “O meu trabalho é pesado. Tenho que ter muita disposição para dar conta dele…”, “Amanhã será mais um longo dia de luta no meu trabalho…”, ou “Que merda! Hoje é segunda-feira!”, “Não vejo a hora de que chegue sexta-feira!” As pessoas que falam assim têm o seu trabalho como um fardo, algo pesado, quando na verdade o trabalho deveria ser um prazer. É triste dizer, mas um número enorme de pessoas tem o seu trabalho como algo pesado. Isso é horrível, porque elas não conseguem ser plenamente felizes. O dia tem 24 h, elas escolhem ter 16 h ou menos de felicidade fora do trabalho e 8 h de infelicidade no trabalho. Já pararam para pensar nisso? Não precisa ser assim. Você não só pode, como deve trabalharcom aquilo que ama. Saiba o que você ama e trabalhe com isso! Se você sente que o que você faz não é o que ama, tome uma atitude! Saia desse emprego atual e vá fazer o que ama! Sei que para muitos é arriscado simplesmente abandonar o trabalho e fazer o que ama. O que fazer nesse caso? Nas horas vagas, as “horas da felicidade”, desenvolva as suas ideias! Escreva! Coloque no papel o que quer, e veja passo a passo o que pode fazer! Diga assim: “O que eu posso fazer hoje para que o que eu quero comece a acontecer de verdade?”, sempre assim, vendo o que é palpável. Realizada esta etapa pergunte: “o próximo passo, quais as ferramentas para continuar?”, busque as ferramentas, até conseguir o que quer, e ser feliz trabalhando com o que ama fazer. Enfim. Vamos seguir o fluxo natural do rio! E ser felizes em todos os momentos e em todas as circunstâncias. A felicidade é uma busca pessoal e incessante. Busque-a todos os dias, com todas as suas energias…

Fonte: https://www.google.com.br/search?q

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.

A O eu poético afirma que a vida é um rio. Não o empurre e você não vai ser miserável.
B O eu lírico menciona que a felicidade é uma busca pessoal e incessante. Busque-a todos os dias, com todas as suas energias.
C Uma das mensagens do texto diz que você não só pode, como deve trabalhar com aquilo que ama. Saiba o que você ama e trabalhe com isso!
D Pela leitura do texto entendemos que o destino da nossa vida não somos nós que determinamos. O poder do nosso pensamento não é que vai determinar se seremos alguém grande nessa vida. Uma coisa que acontece demais é que algumas pessoas que vêm de origem extremamente humilde, não conseguem crescer na vida de uma maneira extraordinária.