Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas. Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo. De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano. A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos. Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente. Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas e considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte. Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https://www.metropoles.com/ciencia/niq uel marte-solo-planeta (adaptado)
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Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas. Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo. De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano. A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos. Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente. Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas e considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte. Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https://www.metropoles.com/ciencia/niq uel marte-solo-planeta (adaptado)
Fonte: https://www.metropoles.com/ciencia/niq uel marte-solo-planeta (adaptado)
Ao afirmar que as análises mais detalhadas e fundamentais ocorrerão especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões , o texto permite ao leitor deduzir CORRETAMENTE que:
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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
O atendimento contínuo à pessoa com deficiência requer muita compreensão e o fiel cumprimento das suas prioridades legais na repartição. A deficiência não afeta a plena ____ civil da pessoa para exercer seus direitos. Ademais, a pessoa com deficiência tem direito à ____ de reais oportunidades com as demais, não devendo jamais sofrer nenhuma espécie de ____ no trato social. Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024. "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário. Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local. O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional. Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis. A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portariaque regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil. Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
Com base na análise das ideias e estratégias argumentativas apresentadas no texto, analise as assertivas:
I. A menção às crises recentes contribui para reforçar a ideia de resiliência do setor turístico no Estado.
II. O texto afirma que o Estado ocupou a liderança no crescimento turístico nacional no ano de 2025.
III. O investimento em ações promocionais é apresentado como elemento relevante na estratégia de fortalecimento do turismo.
Está CORRETO o que se afirma em:
Texto associado
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024. "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário. Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local. O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional. Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis. A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portariaque regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil. Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024. "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário. Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local. O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional. Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis. A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portariaque regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil. Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
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Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024. "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário. Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local. O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional. Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis. A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portariaque regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil. Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
Considerando o trecho o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas, no último parágrafo do texto, assinale a opção que MELHOR EXPRESSA o sentido do termo capilaridade no contexto.
A cibercultura pode ser entendida como uma formação histórica de cunho prático e cotidiano, cujas linhas de força e rápida expansão, baseadas nas redes telemáticas, estão criando um campo de interrogação intelectual pujante. Em relação a essa temática o "campo de interrogação intelectual" mencionado refere-se à:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo. Dia Mundial da Saúde: UNICEF destaca avanços do Brasil e reforça a importância de seguir investindo na saúde infantil No Dia Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca os avanços significativos conquistados pelo Brasil nas últimas décadas na promoção da saúde de crianças e adolescentes. O País alcançou resultados históricos na redução da mortalidade infantil, em consonância com a tendência global. Dados mostram que o Brasil registrou, em 2024, as menores taxas de mortalidade neonatal e de crianças menores de cinco anos dos últimos 34 anos. Outro marco relevante foi a saída do Brasil do Mapa da Fome. O resultado, que considera a média trienal de 2022, 2023 e 2024, colocou o País abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso regular a alimentos suficientes. O Brasil também tem apresentado queda consistente na gravidez na adolescência. Em 2019, 14,7% dos nascimentos eram de mães adolescentes; em 2024, esse percentual caiu para 11,4%. Na área da imunização, o País vive um cenário de retomada, mas esforços são necessários. Em 2024 e 2025, 15 das 16 principais vacinas infantis apresentaram aumento de cobertura. Ainda assim, apenas vacinas como BCG e Hepatite B atingiram a meta de 95% em 2025. Além disso, em 2024, embora 2,3 milhões de crianças tenham recebido a primeira dose da vacina DPT, cerca de 229 mil não tomaram nenhuma dose. "Neste Dia Mundial da Saúde, o UNICEF celebra os avanços conquistados pelo Brasil, que mostram que políticas públicas funcionam e salvam vidas. Ao mesmo tempo, lembramos que ainda há meninas e meninos sem acesso pleno à vacinação, à nutrição adequada e ao cuidado integral. Garantir a saúde de crianças e adolescentes é investir no presente e no futuro do País, e isso exige compromisso contínuo", afirma a chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil. Adaptado de: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de- imprensa/dia-mundial-da-saude-unicef-destaca-avancos-do-brasil-e- reforca-a-importancia-de-seguir-investindo-na-saude-infantil