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Sobre o código de ética do intérprete de Libras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Em situações em que fundos financeiros não são possíveis, o intérprete de Libras deve se dispor a interpretar voluntariamente.

( ) O intérprete deve esclarecer o público no que diz respeito ao surdo sempre que possível, reconhecendo que existe má informação e falta de conhecimento do público sobre a área da surdez e a comunicação com o surdo.

( ) Reconhecendo a necessidade para o seu desenvolvimento profissional, o intérprete deve agrupar-se com colegas profissionais com o propósito de dividir novos conhecimentos de vida e desenvolver suas capacidades expressivas e receptivas em interpretação e tradução.

A F – V – V.
B V – F – V.
C F – V – F.
D V – V – V.
E F – F – V.

O profissional tradutor/intérprete de Libras está envolvido em um processo bastante complexo, que é o de tradução e interpretação de uma língua falada para uma língua sinalizada e vice-versa. Logo, algumas competências são fundamentais para esse profissional exercer de maneira satisfatória sua função. Entre essas competências necessárias, estão:

A 1 - competência setorial; 2 - competência relacional; 3 - competência emocional; 4 - competência de sinais; 5 - competência cultural; 6 - competência de surdez.
B 1 - competência linguística; 2 - competência para transferência; 3 - competência metodológica; 4 - competência na área; 5 - competência bicultural; 6 - ompetência técnica.
C 1 - competência na Libras; 2 – competência infantil; 3 - competência média; 4 - competência financeira; 5 - competência cultural; 6 - competência emocional.
D 1 - competência econômica; 2 - competência de LP; 3 - competência superior; 4 – competência de graduação; 5 - competência bimodal; 6 - competência escrita.
E 1 - competência cultural; 2 – competência de memória; 3 - competência de atenção; 4 – competência de função; 5- competência de área; 6 - competência de percepção.

Assinale a alternativa correta quanto à atuação do tradutor/intérprete escolar, na ótica da inclusão.

A O tradutor/intérprete é apenas um mediador da comunicação e não um facilitador da aprendizagem e esses papéis são absolutamente diferentes e precisam ser devidamente distinguidos e respeitados.
B A atuação do tradutor/intérprete escolar, na ótica da inclusão, envolve ações específicas do processo de ensino e aprendizagem que não vão além da interpretação de conteúdos específicos da sala de aula.
C Com relação à sala de aula, deve-se sempre considerar que esse espaço pertence ao professor e ao aluno, mas no caso do aluno surdo, a liderança no processo de aprendizagem é exercida pelo intérprete.
D Cabe ao tradutor/intérprete a tutoria dos alunos com surdez de forma que o professor e os alunos não necessitem desenvolver entre si interações sociais e habilidades comunicativas, já que esse é o seu papel.
E Há uma clara diferença entre ensinar Língua de Sinais a ouvintes ou a pessoas com surdez. No caso do ensino de Libras para alunos ouvintes, o tradutor/intérprete é quem promove o ensino prático no âmbito da sala de aula.

O professor e/ou instrutor de Libras, ao preparar o seu atendimento respeita as especificidades dessa língua, principalmente o estudo dos termos científicos a serem introduzidos pelo conteúdo curricular. Eles procuram os sinais em Libras, investigando em livros e dicionários especializados, internet ou mesmo entrevistando pessoas adultas com surdez. Caso não existam sinais para designar determinados termos científicos, os professores de Libras

A avaliam a criação dos termos científicos em Libras, a partir da estrutura linguística do Português.
B não devem se preocupar, pois se o sinal não existe, não é importante nem para o surdo, nem para a cultura surda.
C avaliam a criação dos termos científicos em Libras, a partir da estrutura linguística da Libras
D reportam o assunto à FENEIS, instituição que será responsável por criar o sinal e transmitir aos demais surdos.
E transferem a responsabilidade de ensinar para o professor desse conteúdo, pois é de responsabilidade dele.

Há uma clara diferença entre ensinar Língua de Sinais a ouvintes ou a pessoas com surdez. No caso do ensino de Libras para alunos ouvintes, o tradutor/intérprete poderá mediar a comunicação entre os alunos ouvintes e o professor com surdez no ensino teórico da Libras. O ensino prático caberá ao

A professor de Libras.
B tradutor.
C intérprete.
D professor da sala de aula comum.
E professor especialista em deficiência auditiva.

É fundamental que os instrutores ou professores tenham alguma certificação de proficiência em Libras. Nas edições desta certificação promovida pelo MEC, era avaliada a fluência no uso, o conhecimento e a competência linguística para o ensino da Libras. A certificação de proficiência em Libras (no Uso e Ensino da Libras) habilitava o indivíduo para:

A interpretar em diferentes contextos escolares
B exercer a função de docente da disciplina de Libras
C traduzir textos diversificados sobre o ensino de Libras
D ensinar as diversas disciplinas dentro do ambiente bilíngue

Os intérpretes de Libras participam ativamente do contexto cultural dos surdos ao promover a acessibilidade em diversos ambientes. Essa interação faz com que eles, juntamente com a família e outros ouvintes sejam participantes:

A do povo surdo
B da cultura surda
C do povo oralizado
D da comunidade surda

Durante uma interpretação de uma fala em sala de aula, quando o intérprete percebe que não sabe determinado termo, deve, nesse caso:

A pedir desculpa e informar o desconhecimento do léxico em questão
B buscar um referente com sentido equivalente a termo ou sinal feito
C soletrar o termo pausadamente para facilitar a compreensão
D anotar o termo para pesquisar depois em casa

Os tradutores e intérpretes de Libras devem atuar com discrição e responsabilidade dentro do contexto escolar, para isso algumas atitudes são proibidas, como:

A dar conselhos ou considerações pessoais sobre os temas debatidos em sala
B interpretar literalmente a fala do aluno surdo durante uma apresentação
C dar sua opinião sobre assuntos debatidos, quando solicitado
D traduzir a sinalização do surdo em texto escrito acadêmico

Por meio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), o intérprete intermedeia uma ação que corresponde à aquisição do conhecimento pelo surdo. A produção interpretativa, muitas vezes, não acontece de maneira simultânea, mas é preciso pensar em escolhas que não comprometam a interpretação. Assinale a alternativa que corresponde a atitude correta em relação ao papel do tradutor/intérprete diante de uma produção interpretativa.

A a parcialidade do intérprete junto ao processo de reprodução do conteúdo, falado ou escrito, do português para a LIBRAS destina-se à facilitar a construção de conceitos pelo surdo sobre o objeto de estudo.
B planejamento prévio só se faz necessário quando se trata de uma interpretação acerca de temas voltados a notificação de leis e decretos públicos.
C como as interpretações acontecem em sua maioria de forma simultânea, muitas vezes sua qualidade fica prejudicada pela falta de interesse do indivíduo surdo pelo conhecimento do objeto do estudo.
D os intérpretes quando se deparam com problemas de compreensão por parte dos surdos, os quais se devem ao fato de a origem dos conteúdos trazer diversidades linguísticas e palavras desconhecidas, podem recorrer a uma explicação posterior.
E a imparcialidade do intérprete junto ao processo de reprodução do conteúdo, falado ou escrito, do português para a LIBRAS destina-se à forma de construção de conceitos pelo surdo sobre o objeto de estudo.