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A condição de equilíbrio da relação Dívida Pública/PIB é dada pela fórmula h = d . [(i ? g) / (1 + g)] ? s onde: h = superávit primário do setor público como proporção do PIB d = relação dívida bruta do setor Público/PIB g = taxa de variação percentual do PIB nominal i = taxa nominal de juros s = razão senhoriagem/PIB A fórmula indica o superávit primário (como proporção do PIB) requerido para estabilizar a relação dívida/PIB, ou superávit primário de equilíbrio. Com base nesta fórmula,

A uma elevação da relação dívida/PIB causada exclusivamente por pagamentos dos serviços de juros sobre o estoque da dívida reduz o superávit primário de equilíbrio.
B na ausência de receitas de senhoriagem, se a taxa de crescimento da economia exceder a taxa de juros nominal, o governo pode praticar déficits fiscais sistemáticos, sem ameaçar a estabilidade da dívida.
C a emissão primária de moeda é uma alternativa prioritária para a estabilização da dívida, dada seu efeito sobre as receitas de senhoriagem.
D a venda de ativos do Estado, como reservas internacionais e empresas estatais, se permitida legalmente para fins de amortização da dívida pública, elevam o esforço fiscal necessário para estabilizar a razão dívida/PIB.
E crescimento econômico causado por melhorias na produtividade geral da economia eleva, ceteris paribus, o superávit primário que estabiliza a dívida pública.

No que se refere ao fluxo circular da renda em sua versão ampliada, considerando governo, mercado financeiro e resto do mundo

A as famílias desempenham apenas o papel de consumidoras da sua renda no mercado de bens e serviços.
B o mercado financeiro aumenta o fluxo da renda doméstica ao criar moeda.
C a tributação não afeta a economia, pois equivale apenas a parte da renda das famílias.
D exportações são negativas à economia doméstica, por tornarem escassos bens e serviços disponíveis à população do país em questão.
E as importações têm efeito atenuador do fluxo doméstico da renda.

Considere o seguinte modelo macroeconômico de determinação da renda em uma economia aberta: C = 200 + 0,5Yd I = 100 + 0,4Y G = 400 T = 50 + 0,4Y Tr = 50 X = 200 + 0,4Y* M = 100 + 0,1Y Y* = 2000 Sendo C o consumo agregado das famílias, I o investimento agregado, G os gastos do governo, T a arrecadação de impostos, Tr as transferências do governo às famílias, X as exportações, Y* a renda agregada conjunta dos parceiros comerciais do país, M as importações, Y o PIB e Yd a renda disponível,

A as transferências dependem dos impostos sobre a renda agregada para serem integralmente financiadas.
B o governo apresentará déficit nas contas públicas.
C o país enfrentará elevados déficits comerciais nas contas externas.
D a propensão marginal a consumir, líquida dos impostos, é maior do que a sensibilidade do investimento à atividade econômica.
E o multiplicador dos gastos domésticos é maior do que o dobro do multiplicador das exportações.

Considerando a relação entre inflação e desemprego, tem-se que

A a curva de Phillips apresenta o grau de sacrifício necessário, em termos de desemprego, para que se controle a inflação.
B um hiato positivo do produto implica desemprego muito grande e, portanto, uma inflação menor.
C a presença de expectativas adaptativas gera uma curva de Phillips horizontal.
D os crescimentos de produtividade do trabalho aumentam a taxa de desemprego necessária para manter a inflação sob controle.
E a razão de sacrifício da economia é medida pela diferença entre as taxas de inflação e de desemprego

Considerando os instrumentos e objetivos da política fiscal no Brasil,

A déficits orçamentários podem ser financiados sem limite pela emissão monetária, sem repercussões mais profundas sobre a estabilidade de preços da economia.
B os investimentos do governo em infraestrutura são considerados gastos correntes, dada a sua indiscutível importância para o bem-estar social.
C cabe à política fiscal o controle indireto da taxa de câmbio via resultado fiscal.
D o comportamento da dívida pública é afetado tanto pelo Tesouro Nacional, por meio dos leilões de títulos da dívida pública, quanto pelo Banco Central do Brasil, por meio do lançamento das operações compromissadas junto aos bancos comerciais.
E a gestão da política fiscal tem suas diretrizes determinadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a qual prevê regramentos como a regra de ouro, a regra de superávit primário e o teto de gastos.

Considere os seguintes dados da composição do produto e da renda agregada em uma economia aberta: Consumo agregado = $ 1.500 Gastos do Governo = $ 500 Formação Líquida de Capital Fixo = $ 300 Exportações Líquidas = ?$ 400 Produto Interno Bruto = $ 2.000 Carga Tributária = 25% do PIB Nesse cenário,

A a depreciação do estoque de capital equivale a 5% do Produto Interno Bruto.
B a poupança agregada total da economia será $ 200.
C a ocorrência de um superávit comercial resulta numa demanda agregada maior do que a oferta agregada.
D a poupança nacional financia plenamente os investimentos da economia.
E as exportações líquidas representam a renda líquida enviada ao exterior.

Todos os trabalhadores, que possuam contas ativas ou inativas do FGTS, podem sacar até R$ 500,00 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo. A liberação dos recursos do FGTS e do PIS é uma das formas encontradas pelo governo para estimular a atividade econômica em um momento em que o PIB está praticamente estagnado. O Produto Interno Bruto (PIB) é:

A A medida de bens e serviços produzidos pelo município.
B Um percentual ou valor fixo aplicado para calcular o valor de algum imposto.
C Uma medida do valor dos bens e serviços que o país produz em um determinado período, na agropecuária, indústria e serviços.
D Um sistema eletrônico que permite a atualização diária das posições das instituições financeiras, assegurando maior controle sobre as reservas bancárias.

No modelo IS-LM, a situação caracterizada por uma baixa sensibilidade-juros do investimento indica

A uma curva IS mais próxima da vertical.
B uma curva LM mais próxima da horizontal.
C uma alta eficácia da política monetária.
D a existência da armadilha da liquidez.
E a impossibilidade de equilíbrio entre os mercados real e monetário.

Em uma economia fechada e sem governo, o multiplicador keynesiano

A atinge seu máximo quando a propensão a poupar é igual à propensão a consumir.
B aumenta quando a propensão a consumir diminui.
C depende da propensão a consumir, mas não depende da propensão a poupar.
D difere do multiplicador keynesiano em uma economia com governo.
E não sofre alteração se houver abertura da economia.