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No controle da dengue, uma das medidas de saneamento básico mais eficazes é:

A A aplicação de repelentes em toda a população.
B O uso de inseticidas em fumos contínuos nos espaços urbanos.
C A eliminação de criadouros de mosquitos em locais com água parada.
D A vacinação contra o vírus da dengue.

As zoonoses são doenças transmitidas de animais para o ser humano, e são encontradas em todo o mundo devido a questões ambientais, socioeconômicas e culturais. Qual afirmativa apresenta o motivo do aumento dessas doenças, principalmente em áreas carentes e de baixa renda?

A Ao aumento dos impactos ambientais provocados pela sociedade de consumo e o saneamento básico de qualidade.
B A saneamento básico de qualidade, má distribuição de água potável e hábitos precários de higiene.
C A desigualdade social, saneamento básico de qualidade e a distribuição de água potável para toda população.
D A serviços de limpeza urbana precários, má distribuição de renda e bons hábitos de higiene pessoal.
E A falta de saneamento básico, má distribuição de água potável e hábitos precários de higiene.

O Programa Nacional de Controle da Dengue estabelece estratégias integradas para o enfrentamento dessa doença no Brasil. Nesse sentido, marque a alternativa que representa uma medida de prevenção e controle diretamente associada ao manejo ambiental.

A Vacinação em massa da população em áreas endêmicas.
B Uso de inseticidas em ambientes internos e externos.
C Eliminação de criadouros do vetor por meio da remoção de recipientes que acumulam água.
D Fornecimento de mosquiteiros impregnados com inseticida.
E Distribuição de medicamentos antivirais para tratamento precoce.

A respeito das ações preventivas para evitar surtos de doenças causadas por parasitas, como a ascaridíase, a ação mais recomendada é:

A o consumo de carne bovina apenas em locais certificados.
B o uso de mosquiteiros em áreas de alta incidência da doença.
C a higienização adequada de alimentos e ingestão de água potável.
D a aplicação de inseticidas nas residências para controle do vetor.
E a vacinação periódica contra parasitas intestinais.

A leptospirose é uma doença infecciosa aguda causada pela bactéria Leptospira, que normalmente se espalha pela (por):

A metais enferrujados.
B alimentos mal-cozidos.
C água suja de enchente, lama e esgoto.
D vias respiratórias.
E artigos de vestuários pessoais.

As zoonoses são doenças transmitidas de animais para o ser humano, e são encontradas em todo o mundo devido a questões ambientais, socioeconômicas e culturais. Assinale a alternativa que apresenta o motivo do aumento dessas doenças, principalmente em áreas carentes e de baixa renda.

A Aumento dos impactos ambientais provocados pela sociedade de consumo e o saneamento básico de qualidade.
B Saneamento básico de qualidade, má distribuição de água potável e hábitos precários de higiene.
C Desigualdade social, saneamento básico de qualidade e a distribuição de água potável para toda população.
D Serviços de limpeza urbana precários, má distribuição de renda e bons hábitos de higiene pessoal.
E Falta de saneamento básico, má distribuição de água potável e hábitos precários de higiene.

Uma boa prática básica de higiene ambiental inclui

A lavar o rosto com frequência ao longo do dia.
B usar sacolas plásticas para compras em supermercados.
C usar bastante produtos químicos para desinfetar ambientes.
D guardar os resíduos em sacolas biodegradáveis e descartá-los em áreas públicas.
E recolher os resíduos sólidos corretamente e destiná-los à coleta seletiva.
Texto associado
Texto 1 Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado) Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas. Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens. Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta. A doença de Chagas A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi , é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas. Projeções preocupantes Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia. Uma questão de saúde climática Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...] Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...] A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.

(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social.” (Texto 1, 9º parágrafo) Na passagem acima, estabelece-se uma relação entre crise ambiental e justiça social. Da leitura do texto 1, infere-se que essa relação reside no fato de que:

A o poder público se mostra inoperante diante da crise climática;
B o fortalecimento da vigilância entomológica não é feito com base em dados concretos;
C os impactos da crise ambiental são sentidos mais fortemente pela população mais pobre;
D os recursos financeiros para o enfrentamento da crise não são distribuídos igualitariamente entre os estados;
E a responsabilidade pela crise é majoritariamente dos países desenvolvidos, cujo processo de industrialização é anterior.

Em 2024, o Brasil atingiu um recorde histórico no consumo de energia elétrica, com um aumento de 5,3% em comparação com 2023. Ao mesmo tempo, crescem as preocupações em torno da transição da matriz energética nacional devido às mudanças climáticas. Segundo os dados mais recentes, a fonte de geração de energia que mais cresce no Brasil é a:

A termoelétrica, diante da necessidade de garantir segurança energética em períodos de seca;
B nuclear, com avanços no programa de ampliação da usina de Angra 3;
C hidrelétrica, com o aumento da capacidade de usinas já existentes e novos projetos na Amazônia Legal;
D eólica, devido à expansão de parques no Nordeste e no Sul do país;
E solar, com forte expansão tanto da geração distribuída em residências quanto da centralizada em grandes usinas solares

Assinale a alternativa que melhor representa a perspectiva central da Antropologia da Saúde, conforme o livro “Saúde e Doença: Um Olhar Antropológico”.

A Compreender a saúde e a doença como fenômenos exclusivamente biológicos, determinados por fatores genéticos e patógenos.
B Reduzir a complexa experiência da saúde e da doença a uma mera questão de acesso a serviços médicos e tecnologias de cura.
C Enfatizar a universalidade das definições de saúde e doença, independentemente do contexto cultural e social em que se manifestam.
D Considerar a saúde e a doença como categorias fixas e imutáveis, sem relação com as dinâmicas sociais e as diferentes concepções de bem-estar existentes nas sociedades.
E Analisar as relações entre saúde, doença e os diversos aspectos socioculturais da vida humana, incluindo crenças, valores, comportamentos e práticas sociais.