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A INFRA S.A. implantou um ambiente corporativo de BI ( business intelligence ) para apoiar decisões estratégicas relacionadas à priorização de investimentos, ao acompanhamento de contratos, à análise de riscos e à avaliação de desempenho de obras ferroviárias e rodoviárias. O ambiente integra dados históricos provenientes de sistemas transacionais, relatórios técnicos e bases externas, organizados em um data warehouse corporativo, com uso de modelagem dimensional, cubos OLAP e técnicas avançadas de data mining para identificação de padrões de atraso, sobrecusto e impacto ambiental. Com relação à situação hipotética acima apresentada, julgue os itens a seguir.

No ambiente descrito de BI da INFRA S.A., a combinação de particionamento da tabela de fatos por período temporal e o uso de índices bitmap nas chaves dimensionais contribuiriam para reduzir operações de I/O e acelerar consultas analíticas sobre grandes volumes históricos de dados.

C Certo
E Errado

A equipe de planejamento da SEPLAG está desenvolvendo um painel de acompanhamento de despesas públicas no Power BI, utilizando dados extraídos do sistema financeiro do órgão. O processo envolve a carga de dados em um Data Warehouse, seguido da criação de medidas e visualizações no Power BI. Durante a modelagem, uma Gestora criou a seguinte medida DAX ( Data Analysis Expressions ):

TotalDespesas = SUM(fato_despesas [valor_total])

Em seguida, ela adicionou um gráfico de colunas com os campos dim_orgao[nome_orgao] no eixo e TotalDespesas como valor. Ao aplicar um filtro de ano na página, o gráfico se atualiza automaticamente.

Com base nos conceitos sobre ETL e Power Bl envolvidos neste cenário,

A consultas que utilizam MDX ( Multidimensional Data Expressions ) são mais fáceis de serem escritas e mais eficientes do que consultas criadas com DAХ.
B a medida criada com DAX é calculada durante a carga de dados no Power BI, o que garante que os valores estejam prontos antes da visualização.
C o processo de transformação dos dados no modelo ELT ocorre antes da extração, permitindo que os dados sejam filtrados na origem.
D o uso de filtros visuais no Power BI não altera os resultados das medidas, pois elas ficam fixas após a modelagem.
E a medida DAX é avaliada no momento da visualização, respeitando o contexto dos filtros aplicados, como ano e órgão.
Órgão: Concurso Público Unificado de Pernambuco Cargo: Gestor Governamental - Área: Planejamento, Orçamento e Gestão Prova: FCC - CPU - PE - Gestor Governamental - Área: Planejamento, Orçamento e Gestão - 2026

A área de Analytics de uma Secretaria da Fazenda mantém múltiplos modelos em produção (inadimplência, fraude em NF-e, seleção para auditoria, previsão de arrecadação) e precisa garantir um ponto único de verdade sobre qual versão de cada modelo está em produção, permitir a promoção controlada de modelos de staging para produção com critérios formais e aprovações, e manter histórico versionado com metadados (métricas, features , autor, datas) disponível para auditorias. O componente de uma arquitetura de MLOps que atende diretamente a esses requisitos é um

A feature store corporativo, responsável por armazenar e servir variáveis derivadas reutilizáveis para treinamento e inferência pelos diferentes modelos.
B model registry central, integrado ao pipeline de CIICD, que armazena artefatos de modelo, metadados, histórico de versões e estágios como staging, production e archived .
C sistema de monitoramento e logging de inferências, com foco em métricas de latência, taxa de erro e disponibilidade das APIs de modelos em produção.
D repositório Git único, com branches separados por modelo (fraude, inadimplência, auditoria, arrecadação), versionando à código-fonte das soluções analíticas.
E catálogo de dados corporativo que descreve e documenta as tabelas tributárias do data lake usadas como fonte para o treinamento dos modelos.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Durante o desenvolvimento de dashboards gerenciais em uma Secretaria da Fazenda, foi necessário integrar dados oriundos de sistemas distintos: sistema de arrecadação tributária, sistema de fiscalização eletrônica e planilhas manuais de acompanhamento operacional, dentre outros. Uma Auditora Fiscal utilizou o Power Bl e o Tableau, seguindo a seguinte orientação:

A No Tableau e no Power BI, a definição de medidas DAX ou cálculos LOD são cruciais em operações que exigem cruzamento de múltiplas fontes de dados, pois tais recursos permitem o controle da granularidade que se deseja computar: em um nível mais granular ( EXCLUDE ), menos granular ( INCLUDE ) ou em um nível independente ( FIXED ).
B No Power Bl, quando o ambiente integra diferentes fontes de dados é uma boa prática usar o Power Query, que utiliza a linguagem de script M, para realizar transformações, normalização de dados e padronização de tipos antes do carregamento dos dados no modelo analítico.
C No Power Bl, o uso de colunas calculadas que utilizam fórmulas DAX ( Data Analysis Execution ) é a prática mais indicada para otimizar o desempenho de consultas em grandes volumes de dados integrados, pois essas colunas armazenam os cálculos diretamente na fonte.
D No Tableau, a criação de unions entre fontes de dados publicadas pode ser realizada sobre quaisquer grandes volumes de dados, visto que o processamento ocorre sempre na camada de visualização, não afetando a performance. Além disso, ao se alterar O lipo de dados depois de unir as tabelas, a união será mantida.
E No Power BI, os dados carregados em memória por meio do modo Import podem ser automaticamente atualizados em tempo real, sem necessidade de configuração adicional no serviço online , através de arquivos .pbix, que armazenam entre 1 PB e 10 PB de dados.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Geral Prova: FCC - SEFAZ PI - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Geral - 2025

Uma Prefeitura implantado um Data Warehouse para análise de dados financeiros com foco em receitas e despesas públicas. O modelo multidimensional utilizado possui uma tabela fato principal chamada FatosFinanceiros e três dimensões: Tempo, Categoria e Localidade cujas estruturas são:

Tabela Fato: FatosFinancairos
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDFato
INT
Identificador único da transação
IDTempo
INT
Chave estrangeira para a dimensão Tempo
IDCategoria
INT
Chave estrangeira para a dimensão Categoria
IDLocalidade
INT
Chave estrangeira para a dimensão Localidade
Valor
DECIMAL(10,2)
Valor da receita ou despesa

Dimensão: Tempo
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDTempo
INT
Identificador único do período
Ano
INT
Ano do registro
Mes
INT
Mês do registro

Dimensão: Categoria
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDCategoria
INT
Identificador único da categoria
NomeCategoria
VARCHAR (255)
Nome da categoria (ex.: Educação, Saúde)

Dimensão: Localidade
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDLocalidade
INT
Identificador único da localidade
NomeLocalidade
VARCHAR (255)
Nome da localidade

Um Auditor necessita fazer uma análise para identificar o valor total das receitas e despesas por ano e por categoria. À consulta deve ser otimizada para o modelo multidimensional cuja melhor prática, considerando o modelo descrito, é

A SELECT t.Ano, l.NomeLocalidade, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.lDTempo = t.IDTempo
JOIN Localidade l ON f.lDLocalidade = l.IDLocalidade
GROUP BY t.Ano, l.NomeLocalidade;
B SELECT t.Ano, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.IDTempo = t.IDTempo
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY t.Ano, c.NomeCategoria;
C SELECT l.NomeLocalidade, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Localidade l ON f.IDLocalidade = l.IDLocalidade
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY l.NomeLocalidade, c.NomeCategoria;
D SELECT t.Mes, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.IDTempo = t.IDTempo
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY t.Mes, c.NomeCategoria;
E SELECT c.NomeCategoria, l.NomeLocalidade, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
JOIN Localidade l ON f.IDLocalidade = l.IDLocalidade
GROUP BY c.NomeCategoria, l.NomeLocalidade;
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025