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Leia o texto, para responder à questão. “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins , publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa. “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”. De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono. “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”. Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana. A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa. (Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)

Considere os enunciados: Pessoas idosas ficam à mercê de interferências, e as interferências tornam as pessoas idosas mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas. É comum que familiares agridam as pessoas idosas. Há muitas incongruências em nossa relação com a velhice, e um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências. A reescrita dos trechos neles destacados, com emprego de elementos de coesão, segue a norma-padrão, respectivamente, em:

A … estas tornam-nas … agridam elas … denunciá-las
B … essas tornam a elas … agridam-nas … a elas denunciar
C … estas as tornam … as agridam … denunciar-lhes
D … essas lhes tornam … as agridam … denunciar-lhes
E … essas as tornam … agridam-nas … denunciá-las
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Leia o texto a seguir para responder à questão: É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos... É tanta coisa ao redor que fica quase impossível vencer a procrastinação, uma atitude comum e totalmente humana. Difícil é encontrar uma única pessoa que não tenha adiado a realização de alguma tarefa pelo menos uma vez na vida. Mas uma pesquisadora está tentando ajudar quem sofre disso, principalmente as pessoas que têm vários problemas no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal e familiar por causa disso. Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cujas vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian. "Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. "Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva". Sirois afirma: "Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?" Adaptado de De VivaBem, em São Paulo 07/08/2022 16h10

Na frase "Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa..." (parágrafo 2, linha 2), a palavra em destaque é um verbo no:

A infinitivo
B gerúndio
C futuro do presente
D pretérito mais-que-perfeito
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Leia o texto a seguir: Internet é como o fogo: uma coisa maravilhosa, mas não na mão de criança, diz Vera Iaconelli Em curso na CasaFolha, psicanalista analisa desafios da parentalidade, como limitar uso de smartphone "A internet é uma ferramenta maravilhosa. Eu gosto de comparar a internet com a capacidade que o homem teve de produzir o fogo", diz a psicanalista Vera Iaconelli em seu curso na CasaFolha. "Só que o fogo não é para dar na mão de criança. Ele queima, ele machuca." O problema é que, como pais e mães sabem muito bem, já faz anos que a rede mundial de computadores cabe inteira dentro da maioria dos celulares — os quais, por sua vez, cabem na palma da mão das crianças. Mudar essa realidade está longe de ser fácil. "Tem uma geração que já começa com a internet, para quem a internet é como a luz elétrica", diz Iaconelli [...], no sentido de que se trata de algo dado como certo e sem o qual não se imagina a vida moderna. Mas é preciso lidar com essa questão, sustenta a psicanalista, [...] autora dos livros "Criar Filhos no Século XXI" e "Manifesto Antimaternalista", entre outros. Em uma de suas aulas, ela argumenta que a infância é uma proteção para que as crianças não tomem contato com certos aspectos do mundo adulto antes da hora. "A internet pula o cercadinho da infância e faz com que a criança tenha acesso a inúmeras coisas inadequadas para o desenvolvimento dela." A consequência pode ser vista nos danos à saúde mental de crianças e adolescentes, que sofrem com ansiedade, insatisfação com o próprio corpo, depressão. "Nós somos uma geração que está pagando o preço não do fato de a internet existir, mas de ela ter sido usada sem nenhuma regulação, sem nenhum controle, sem nenhuma seletividade", afi rma na CasaFolha. O curso de Iaconelli, chamado "Criar fi lhos no século 21", está na plataforma desde o lançamento, em setembro de 2024. É anterior, portanto, à aprovação da lei que proíbe o uso de celulares em todas as escolas públicas e privadas do país. Até por isso, a discussão que a psicanalista propõe vai além dos espaços escolares. Ela argumenta [...] que é necessário adotar ações coletivas e individuais para proteger as crianças da internet em todos os ambientes — não só na sala de aula. "Ficar sem internet, para algumas crianças, é como perder um amigo", diz Iaconelli. "Tem crianças tendo um ataque porque estão tirando o melhor amigo dela." Isso significa, em muitos casos, que a criança confi a mais na internet do que nos adultos e que ela perde uma parte relevante da experiência de vida em sociedade.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/02/internet-e-como-o-fogouma-coisa-maravilhosa-mas-nao-na-mao-de-crianca-diz-vera-iaconelli.shtml. Acesso em 05/04/2025. Excerto. Texto adaptado.

“O problema é que, como pais e mães sabem muito bem, já faz anos que a rede mundial de computadores cabe inteira dentro da maioria dos celulares — os quais, por sua vez, cabem na palma da mão das crianças” (2º parágrafo). Nesse trecho, as duas formas verbais em destaque estão flexionadas, respectivamente, no:

A presente do indicativo e presente do indicativo
B presente do indicativo e presente do subjuntivo
C presente do subjuntivo e presente do indicativo
D presente do subjuntivo e presente do subjuntivo
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Leia o texto a seguir: Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961 Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961. De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta. "Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV. Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década. Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado

“[...] a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas” (2º parágrafo). Na voz ativa, essa frase passaria a:

A “as condições climáticas adversas impulsionou a brusca queda”
B “as condições climáticas adversas impulsionaram a brusca queda”
C “a brusca queda impulsionou as condições climáticas adversas”
D “a brusca queda impulsionaram as condições climáticas adversas”
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Leia o texto a seguir: Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961 Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961. De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta. "Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV. Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década. Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado

“Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961”. No futuro do presente, o verbo destacado seria flexionado como:

A possa
B poderá
C poderia
D pudesse
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Leia o texto a seguir: Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961 Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961. De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta. "Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV. Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década. Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado

“Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda”. Nesse trecho do texto, o verbo em destaque está flexionado no:

A pretérito perfeito do indicativo
B pretérito imperfeito do indicativo
C pretérito imperfeito do subjuntivo
D pretérito mais-que-perfeito do indicativo
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Leia o texto a seguir: Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961 Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961. De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta. "Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV. Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década. Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado

No trecho “Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda ”, a palavra em destaque pode ser classificada como:

A verbo
B advérbio
C interjeição
D substantivo
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Leia o texto a seguir: As células do cérebro não envelhecem Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024

“Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University , que confirma que as células cerebrais não envelhecem ” (1º parágrafo). Se a forma verbal destacada estivesse flexionada no pretérito imperfeito do subjuntivo, teríamos:

A envelheçam
B envelheciam
C envelheceram
D envelhecessem
Texto associado
Leia o texto a seguir: As células do cérebro não envelhecem Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024

Em “Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre” (4º parágrafo), as palavras destacadas são, respectivamente, classificadas como:

A pronome relativo e adjetivo
B pronome relativo e substantivo
C conjunção integrante e adjetivo
D conjunção integrante e substantivo
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A influência das emoções na direção defensiva Dirigir pode parecer algo simples, mas exige bastante das nossas capacidades mentais. É importante lembrar que, em todo o contexto em que participamos e convivemos,nossos valores, emoções e__________ de mundo nos levam a agir de determinada maneira e a julgar os outros por suas atitudes. Muitas vezes, temos a tendência de ser severos no julgamento dos erros alheios, mas tolerantes com nossas próprias falhas. Por exemplo, situações como disputa por vagas de estacionamento, falhas de comunicação (vidros fechados e escuros) e de interpretação podem gerarconflitos. Mesmo que a outra pessoa não tenha a __________de nos agredir ao ocupar a vaga queestávamos aguardando, podemos agir de forma agressiva,sem refletirmos sobre outras possibilidades que tenham motivado esse comportamento, além da ideia de que ela deseja nos prejudicar. Somos influenciados pelo nosso estado emocional. Emoções e traços de personalidade (jeito de perceber os fatos, __________da realidade, capacidade de empatia, percepção do risco, habilidade de adiar a busca por desejos) interferem nas escolhas e ações que adotamos. Nesse sentido, ser defensivo também significa entender que aspessoas podem estar estressadas, com medo, raiva, ansiedade, e que devemos ser tolerantes. Na verdade, esses sentimentos se somam. Por exemplo: um indivíduo que não dormiu bem à noite, logo pela manhã, iniciou uma discussão com um filho e, em seguida, lembrou−se do trabalho estressante que tem de realizar naquele dia. Esse sujeito estará menos tolerante e muito mais propenso a se irritar quando outro condutor fizer alguma manobra inadequada que, porventura, o afete, doque uma pessoa que teve uma noite de sono reparador e começou o dia sem maiores problemas e/ou conflitos.

Fonte: DETRAN/RS. 2022. Adaptado.

De acordo com o 1º parágrafo do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

A O ato de dirigir requer habilidades mentais significativas.
B Nossos valores e nossas emoções influenciam nossa maneira de agir no trânsito.
C O texto sugere que dirigir é uma atividade completamente isenta de desafios.
D A maneira como julgamos os outros pode ser afetada por nossas experiências pessoais.