No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
precedente, julgue os itens a seguir.
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CEBRASPE
51.363 questões
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25.316 questões
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24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
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9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
88 questões encontradas
No terceiro período, “for” e “vir” são formas flexionadas no
No texto CB1A1AAA, a oração “Mas vinha-lhe o desânimo”
(l. 26 e 27) expressa uma ideia de
Texto associado
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do
texto CB3A1AAA, julgue os próximos itens.
texto CB3A1AAA, julgue os próximos itens.
Seriam mantidos a correção gramatical e o sentido original
do texto se o trecho “O monitor (...) na esfera educacional”
(l. 1 a 3) fosse reescrito da seguinte forma: Também chamado
de inspetor ou bedel, o monitor é um dos profissionais mais
atuantes na área educacional, em algumas instituições.
Texto associado
Texto CB2A1AAA
1 __ As críticas à extrema confiança que demos à ciência
como forma única de conhecimento são muitas e espalham-se
em diversas frentes. Embora não possamos desconsiderar o
4 avanço científico a que os últimos séculos assistiram —
as revoluções consideráveis no campo da medicina, da física,
da química e das próprias ciências sociais e humanas —, essa
7 ciência capitalista, androcêntrica e colonial não tem conseguido
dar conta de resolver o problema que ela própria ajudou a
construir.
10 __ Atualmente há uma grande preocupação quanto à
capacidade dessa ciência, criada pelos interesses do
desenvolvimento e da exploração da natureza, de oferecer
13 soluções para lidar com a crise ambiental, social e econômica.
___ Pensar a crise socioambiental no contexto da razão
moderna é pensar que essa crise é o resultado do triunfo do
16 capitalismo e da racionalidade técnico-científica. Falamos não
só de uma crise ecológica, mas também de uma crise
civilizatória de amplas dimensões, do funcionamento de um
19 sistema que destrói e ameaça as suas próprias bases de
sobrevivência, sustentado pela separação homem/natureza,
com repercussões para toda a vida social.
J. Dourado et al. Escolas sustentáveis . São Paulo:
Oficina de Textos, 2015, p. 25-6 (com adaptações).
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.
1 __ As críticas à extrema confiança que demos à ciência
como forma única de conhecimento são muitas e espalham-se
em diversas frentes. Embora não possamos desconsiderar o
4 avanço científico a que os últimos séculos assistiram —
as revoluções consideráveis no campo da medicina, da física,
da química e das próprias ciências sociais e humanas —, essa
7 ciência capitalista, androcêntrica e colonial não tem conseguido
dar conta de resolver o problema que ela própria ajudou a
construir.
10 __ Atualmente há uma grande preocupação quanto à
capacidade dessa ciência, criada pelos interesses do
desenvolvimento e da exploração da natureza, de oferecer
13 soluções para lidar com a crise ambiental, social e econômica.
___ Pensar a crise socioambiental no contexto da razão
moderna é pensar que essa crise é o resultado do triunfo do
16 capitalismo e da racionalidade técnico-científica. Falamos não
só de uma crise ecológica, mas também de uma crise
civilizatória de amplas dimensões, do funcionamento de um
19 sistema que destrói e ameaça as suas próprias bases de
sobrevivência, sustentado pela separação homem/natureza,
com repercussões para toda a vida social.
J. Dourado et al. Escolas sustentáveis . São Paulo:
Oficina de Textos, 2015, p. 25-6 (com adaptações).
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.
O trecho “Embora não possamos (...) assistiram” (l. 3 e 4) pode ser reescrito, sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto, da seguinte maneira: Ainda que não pode desconsiderar que os últimos séculos assistiram o avanço científico.
Visível a olho nu. Mas não só, uma vez que se trata de um processo que tem sido há décadas acompanhado atentamente, e
comprovado a frio reiteradamente, pelas estatísticas censitárias.
Propõe-se reescrever o trecho acima eliminando o ponto final e iniciando a frase por "Trata-se de um processo". Uma formulação
aceitável, por não prejudicar o sentido e a correção originais, deve conter o seguinte segmento:
Texto associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.
Brasileiros e latino-americanos fazemos constantemente a experiência do caráter postiço da vida cultural que levamos. Essa experiência tem sido um dado formador de nossa reflexão crítica desde os tempos da Independência. Ela pode ser e foi interpretada de muitas maneiras, o que faz supor que corresponda a um problema durável e de fundo.
O Papai Noel enfrentando a canícula em roupa de esquimó é um exemplo de inadequação. Da ótica de um tradicionalista, a guitarra elétrica no país do samba é outro. São exemplos muito diferentes, mas que comportam o sentimento da contradição entre a realidade nacional e o prestígio ideológico dos países que nos servem de modelo.
Tem sido observado que, a cada geração, a vida intelectual no Brasil parece recomeçar do zero. O apetite pela produção recente dos países avançados muitas vezes tem como avesso o desinteresse pelo trabalho da geração anterior e, por conseguinte, a descontinuidade da reflexão. Nos vinte anos em que tenho dado aula de literatura, por exemplo, assisti ao trânsito da crítica por uma lista impressionante de correntes. Mas é fácil observar que só raramente a passagem de uma escola a outra corresponde ao esgotamento de um projeto; no geral, ela se deve ao prestígio americano ou europeu da doutrina seguinte. Conforme notava Machado de Assis em 1879, “o influxo externo é que determina a direção do movimento”.
Não é preciso ser adepto da tradição para reconhecer os inconvenientes desta praxe, a que falta a convicção das teorias, logo trocadas. Percepções e teses notáveis a respeito da cultura do país são decapitadas periodicamente, e problemas a muito custo identificados ficam sem o desdobramento que lhes poderia corresponder. O que fica de nosso desfile de concepções e métodos é pouco, já que o ritmo da mudança não dá tempo à produção amadurecida.
O inconveniente faz parte do sentimento de inadequação que foi nosso ponto de partida. Nada mais razoável, portanto, para alguém consciente do prejuízo, que passar ao polo oposto e imaginar que baste não reproduzir a tendência metropolitana para alcançar uma vida intelectual mais substantiva. A conclusão tem apoio intuitivo forte, mas é ilusória. Não basta renunciar ao empréstimo para pensar e viver de modo mais autêntico. A ideia de cópia discutida aqui opõe o nacional ao estrangeiro e o original ao imitado, oposições que são irreais e não permitem ver a parte do estrangeiro no próprio, a parte do imitado no original e também a parte original no imitado.
(Adaptado de: SCHWARZ, Roberto. Que horas são? São Paulo, Cia. Das Letras, 1987, p. 29-48)
Brasileiros e latino-americanos fazemos constantemente a experiência do caráter postiço da vida cultural que levamos. Essa experiência tem sido um dado formador de nossa reflexão crítica desde os tempos da Independência. Ela pode ser e foi interpretada de muitas maneiras, o que faz supor que corresponda a um problema durável e de fundo.
O Papai Noel enfrentando a canícula em roupa de esquimó é um exemplo de inadequação. Da ótica de um tradicionalista, a guitarra elétrica no país do samba é outro. São exemplos muito diferentes, mas que comportam o sentimento da contradição entre a realidade nacional e o prestígio ideológico dos países que nos servem de modelo.
Tem sido observado que, a cada geração, a vida intelectual no Brasil parece recomeçar do zero. O apetite pela produção recente dos países avançados muitas vezes tem como avesso o desinteresse pelo trabalho da geração anterior e, por conseguinte, a descontinuidade da reflexão. Nos vinte anos em que tenho dado aula de literatura, por exemplo, assisti ao trânsito da crítica por uma lista impressionante de correntes. Mas é fácil observar que só raramente a passagem de uma escola a outra corresponde ao esgotamento de um projeto; no geral, ela se deve ao prestígio americano ou europeu da doutrina seguinte. Conforme notava Machado de Assis em 1879, “o influxo externo é que determina a direção do movimento”.
Não é preciso ser adepto da tradição para reconhecer os inconvenientes desta praxe, a que falta a convicção das teorias, logo trocadas. Percepções e teses notáveis a respeito da cultura do país são decapitadas periodicamente, e problemas a muito custo identificados ficam sem o desdobramento que lhes poderia corresponder. O que fica de nosso desfile de concepções e métodos é pouco, já que o ritmo da mudança não dá tempo à produção amadurecida.
O inconveniente faz parte do sentimento de inadequação que foi nosso ponto de partida. Nada mais razoável, portanto, para alguém consciente do prejuízo, que passar ao polo oposto e imaginar que baste não reproduzir a tendência metropolitana para alcançar uma vida intelectual mais substantiva. A conclusão tem apoio intuitivo forte, mas é ilusória. Não basta renunciar ao empréstimo para pensar e viver de modo mais autêntico. A ideia de cópia discutida aqui opõe o nacional ao estrangeiro e o original ao imitado, oposições que são irreais e não permitem ver a parte do estrangeiro no próprio, a parte do imitado no original e também a parte original no imitado.
(Adaptado de: SCHWARZ, Roberto. Que horas são? São Paulo, Cia. Das Letras, 1987, p. 29-48)