Esporte ajuda a formar jovens mais seguros e preparados para o futuro
Por Fernanda Bertin Quinta
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024, 8,7 milhões de jovens entre 14 e 29 anos não completaram o Ensino Médio por terem abandonado a escola ou nunca a terem frequentado. Ainda, o órgão aponta que cerca de 84% dos jovens no país são inativos fisicamente. Esse cenário acende um alerta sobre temas como ______ escolar, insegurança emocional e exposição a comportamentos de risco.
Mesmo em meio a tantos desafios, o esporte surge como uma ferramenta acessível e eficiente para fortalecer crianças e adolescentes. Mais do que movimentar o corpo, ele ajuda a criar vínculos, organizar a rotina e desenvolver habilidades ____________. O esporte ensina disciplina, foco, tomada de decisão e convivência coletiva — pilares essenciais na formação de jovens.
Mario Sérgio Andrade Silva, consultor da AES Impulso, explica que a prática vai além da competição: “O esporte desperta ____________ e ensina virtudes para a vida, como respeito e resiliência. Os jovens aprendem a lidar com frustrações e a superar obstáculos internos e externos”.
Benefícios comprovados para famílias e jovens
O relatório “The generational ROI of youth sports” da First Tee e da Harris Poll, com pesquisa realizada com responsáveis por crianças e adolescentes, aponta que:
• 92% ............. que o esporte ajuda a desenvolver ________;
• 90% ............. que ele ensina habilidades para a vida;
• 88% ............. a prática esportiva no orçamento familiar, mesmo em momentos desafiadores;
• Mais de 90% dos pais de adultos reconhecem impactos positivos anos depois da infância.
Esses dados reforçam a ideia de que a atividade física regular contribui para o bem-estar emocional, melhora a autoestima e cria hábitos que acompanham o jovem até a vida adulta.
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FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
18 questões encontradas
Texto associado
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?
Por padronização: o Brasil era o único país lusófono que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade permanece.
Bruno Vaiano
Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008.
O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura.
O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”.
Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação.
Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-trema-foi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025.
Por padronização: o Brasil era o único país lusófono que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade permanece.
Bruno Vaiano
Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008.
O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura.
O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”.
Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação.
Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-trema-foi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025.
Assinale a alternativa correta quanto à ortografia e às relações semânticas entre as palavras do texto.
Texto associado
Julgue os itens a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
Por constituir um substantivo, o termo 'bem-estar', empregado no segundo parágrafo, poderia ser grafado, em conformidade com a ortografia oficial, sem o hífen: *bem estar*.
Texto associado
Acerca da correção dos
vocábulos apresentados conforme as
normas de ortografia oficial, julgue os itens
de 23 a 32.
vocábulos apresentados conforme as
normas de ortografia oficial, julgue os itens
de 23 a 32.
berinjela, cafajeste e majestade
Texto associado
Texto III
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Assim como ocorre com a palavra quebra-mar (L. 5 do
Texto III), emprega-se obrigatoriamente o hífen, de acordo com o sistema ortográfico vigente, em
Texto associado
Para responder às
questões
de 6 a 10, leia a
tirinha a seguir.
(www.qualypro.com.br/adminqualypro/)
questões
de 6 a 10, leia a
tirinha a seguir.
(www.qualypro.com.br/adminqualypro/)
As palavras “brochuras” e “excelente” são escritas com “ch” e “xc”. Também estão corretamente grafadas com “ch” e “xc” as seguintes palavras:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 8, leia a charge abaixo.
(http://drrufino.com.br/humor/)
(http://drrufino.com.br/humor/)
Na charge, a palavra "começa" está corretamente escrita com Ç. Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente escritas com Ç.
Texto associado
Para
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )