FOLCLORE Por folclore entendemos as manifestações da cultura popular que caracterizam a identidade social de um povo. O folclore pode ser manifestado tanto de forma coletiva quanto individual e reproduz os costumes e as tradições de um povo, transmitidos de geração para geração. Sendo assim, todos os elementos que são parte da cultura popular e que estão enraizados na tradição desse povo são parte do folclore. As manifestações do folclore dão-se por meio de mitos, lendas, canções, danças, artesanatos, festas populares, brincadeiras, jogos etc. O folclore é parte integrante da cultura de um povo e, por isso, é considerado pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial, sendo imprescindível a realização de esforços para a sua preservação. As características do que pode ser definido ou não como folclore foram arduamente debatidas por intelectuais europeus e americanos. Esse debate, no entanto, não se encerrou, e aqui no Brasil diversos elementos do que se caracteriza como folclore ou são rebatidos ou são relativizados. Sendo assim, percebe-se que não existe um consenso entre os especialistas. O folclore naturalmente não é um elemento presente em lugares específicos, mas é algo manifestado por todas as culturas, pois todas elas têm o seu conjunto de crendices, mitos, tradições e personagens que compõem seu saber popular.
Fonte: Brasil Escola (UOL) — Adaptado.
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No que diz respeito aos métodos de movimentação e avaliação de estoque, analisar os itens.
Qual das alternativas apresenta um dígrafo vocálico e um consonantal, respectivamente?
Assinalar a alternativa em que está INCORRETO o uso da crase.
Considerando-se o uso ou não do hífen, assinalar a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE.
De acordo com o uso ou não da crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Passava o dia à estudar.
( ) Jorge tem um carro à álcool.
( ) Chegamos após as 18h.
( ) Saio da escola às 12h30min.
Texto associado
Com base no texto e no trecho abaixo retirado dele, assinalar a alternativa que preenche a lacuna com o uso CORRETO dos porquês. Esse debate, no entanto, não se encerrou, _________ no Brasil diversos elementos do que se caracteriza como folclore ou são rebatidos ou são relativizados (3º parágrafo).
Texto associado
A Internet adora transformar animais bebês fofos em sensações virais. Mas o que acontece com o cérebro humano quando vemos algo adorável e por que estamos tão interessados em compartilhar essas coisas com outras pessoas nas mídias sociais? “Buscamos a fofura porque ela nos faz sentir bem!”, explica Joshua Paul Dale, professor da Universidade Chuo, em Tóquio. “A percepção da fofura atrai nossa atenção muito rapidamente – dentro de 1/7 de segundo – acionando uma resposta no córtex orbitofrontal, a rede de prazer e recompensa do cérebro", diz o especialista. Essa atividade neural rápida parece ser seguida por processos de avaliação mais lentos que provocam comportamento de cuidado, diminuem a agressão e ativam redes envolvidas em brincadeiras, empatia e compaixão. Entre as características que determinam a fofura estão: uma cabeça grande em relação ao tamanho do corpo; uma testa proeminente; olhos grandes e baixos na cabeça; nariz e boca pequenos e fechados; bochechas e corpo redondos e rechonchudos; extremidades curtas e grossas; e movimentos vacilantes. A resposta de nosso cérebro à fofura é uma adaptação evolutiva: a fofura desencadeia um comportamento inato de cuidado, nutrição e proteção para aumentar a probabilidade de sobrevivência da espécie.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Considerando a tonicidade das sílabas, as palavras sublinhas no último parágrafo são:
Assinalar a alternativa com palavras acentuadas CORRETAMENTE.
Texto associado
DEFINITIVO Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos quegostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim quemil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forçasque não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).