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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
30 questões encontradas
O segundo parágrafo do texto é
Caso a oração sublinhada no segmento ... nos levar a tomá-los muito “a sério” desta vez e [...] a avaliar mal sua dimensão de
pensamento. .. (2o parágrafo) seja subordinada à anterior, atribui-se um sentido adequado ao contexto em:
E aproximou-se tanto do velho filósofo, que sua sombra se projetou sobre ele.
A atuação combinada dos vocábulos em destaque articula as orações, na ordem dada, numa relação de
Texto associado
Considerando a tira apresentada, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
O enunciado da fala da cliente no primeiro quadrinho: “É verdade que nesta loja tem de tudo para o dia dos namorados?” constitui um período composto por subordinação.
Texto associado
Leia o
texto e responda às questões de 1 a
7.
LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.
Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803
texto e responda às questões de 1 a
7.
LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.
Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803
Assinale a alternativa que necessita de uma
conjunção integrante para que o sentido seja
favorecido.
Texto associado
O suor e a lágrima
Fazia calor no Rio, 40 graus e qualquer coisa,
quase 41. No dia seguinte, os jornais diriam que fora
o mais quente deste verão que inaugura o século e
o milênio. Cheguei ao Santos Dumont, o vôo estava
5 atrasado, decidi engraxar os sapatos. Pelo menos
aqui no Rio, são raros esses engraxates, só existem
nos aeroportos e em poucos lugares avulsos.
Sentei-me naquela espécie de cadeira canônica,
de coro de abadia pobre, que também pode parecer
10 o trono de um rei desolado de um reino desolante.
O engraxate era gordo e estava com calor — o
que me pareceu óbvio. Elogiou meus sapatos, cromo
italiano, fabricante ilustre, os Rosseti. Uso-o pouco,
em parte para poupá-lo, em parte porque quando
15 posso estou sempre de tênis.
Ofereceu-me o jornal que eu já havia lido e co-
meçou seu ofício. Meio careca, o suor encharcou-lhe
a testa e a calva. Pegou aquele paninho que dá brilho
final nos sapatos e com ele enxugou o próprio suor,
20 que era abundante.
Com o mesmo pano, executou com maestria
aqueles movimentos rápidos em torno da biqueira,
mas a todo instante o usava para enxugar-se — caso
contrário, o suor inundaria o meu cromo italiano.
25 E foi assim que a testa e a calva do valente filho
do povo ficaram manchadas de graxa e o meu sapato
adquiriu um brilho de espelho à custa do suor alheio.
Nunca tive sapatos tão brilhantes, tão dignamente
suados.
30 Na hora de pagar, alegando não ter nota menor,
deixei-lhe um troco generoso. Ele me olhou espanta-
do, retribuiu a gorjeta me desejando em dobro tudo o
que eu viesse a precisar nos restos dos meus dias.
Saí daquela cadeira com um baita sentimento
35 de culpa. Que diabo, meus sapatos não estavam tão
sujos assim, por míseros tostões, fizera um filho do
povo suar para ganhar seu pão. Olhei meus sapa-
tos e tive vergonha daquele brilho humano, salgado
como lágrima.
CONY, C. H. In: NESTROVSKI, A. (Org.). Figuras do Brasil –
80 autores em 80 anos de Folha. São Paulo: Publifolha. 2001.
p. 319.
Fazia calor no Rio, 40 graus e qualquer coisa,
quase 41. No dia seguinte, os jornais diriam que fora
o mais quente deste verão que inaugura o século e
o milênio. Cheguei ao Santos Dumont, o vôo estava
5 atrasado, decidi engraxar os sapatos. Pelo menos
aqui no Rio, são raros esses engraxates, só existem
nos aeroportos e em poucos lugares avulsos.
Sentei-me naquela espécie de cadeira canônica,
de coro de abadia pobre, que também pode parecer
10 o trono de um rei desolado de um reino desolante.
O engraxate era gordo e estava com calor — o
que me pareceu óbvio. Elogiou meus sapatos, cromo
italiano, fabricante ilustre, os Rosseti. Uso-o pouco,
em parte para poupá-lo, em parte porque quando
15 posso estou sempre de tênis.
Ofereceu-me o jornal que eu já havia lido e co-
meçou seu ofício. Meio careca, o suor encharcou-lhe
a testa e a calva. Pegou aquele paninho que dá brilho
final nos sapatos e com ele enxugou o próprio suor,
20 que era abundante.
Com o mesmo pano, executou com maestria
aqueles movimentos rápidos em torno da biqueira,
mas a todo instante o usava para enxugar-se — caso
contrário, o suor inundaria o meu cromo italiano.
25 E foi assim que a testa e a calva do valente filho
do povo ficaram manchadas de graxa e o meu sapato
adquiriu um brilho de espelho à custa do suor alheio.
Nunca tive sapatos tão brilhantes, tão dignamente
suados.
30 Na hora de pagar, alegando não ter nota menor,
deixei-lhe um troco generoso. Ele me olhou espanta-
do, retribuiu a gorjeta me desejando em dobro tudo o
que eu viesse a precisar nos restos dos meus dias.
Saí daquela cadeira com um baita sentimento
35 de culpa. Que diabo, meus sapatos não estavam tão
sujos assim, por míseros tostões, fizera um filho do
povo suar para ganhar seu pão. Olhei meus sapa-
tos e tive vergonha daquele brilho humano, salgado
como lágrima.
CONY, C. H. In: NESTROVSKI, A. (Org.). Figuras do Brasil –
80 autores em 80 anos de Folha. São Paulo: Publifolha. 2001.
p. 319.
A predominância de orações e períodos coordenados no primeiro parágrafo do texto
Texto associado
O perfil
do empreendedor negro no Brasil
Juventude negra está seguindo uma
mudança
cultural que vê forma de protagonizar uma
transformação de alto impacto social e
econômico
A prática empreendedora vem
crescendo no
Brasil, sobretudo quando diz respeito à
população
negra. Atualmente a maioria dos
empreendedores
são mulheres que abriram seus negócios por
oportunidade, contrariando a crença geral
de que as
pessoas das camadas com menor poder
aquisitivo
procuram abrir seus negócios mais por
necessidade
ou devido ao desemprego.
Praticamente metade dos
empreendedores têm
menos de 40 anos e, em relação aos jovens,
75%
deles estão empreendendo pela primeira vez
e a
maioria com ensino superior
completo/incompleto.
Há uma sinalização de que a
juventude
negra
está seguindo uma mudança cultural que
ocorre
de forma gradativa. Eles estão percebendo
que
o empreendedorismo pode ser uma forma de
protagonizar uma transformação de alto
impacto
social e econômico.
A maioria dos negócios está
na categoria
MEI
(Micro Empreendedor Individual), nos
setores
de comércio, serviço, moda/vestuário,
estética e
alimentação. Esses dados foram obtidos na
Pesquisa
Nacional Negro Empreendedor realizada pelo
Baobá
– Fundo de Igualdade Racial em parceira
com o
Instituto Feira Preta, em 2015.
Segundo a pesquisa, historicamente,
o ato
de
empreender sempre esteve presente no
cotidiano
de negros brasileiros. Muito antes da
formação
do conceito de afroempreendedorismo, o
negro
empreendia como forma de sobrevivência,
por
necessidade.
Hoje, o empreendedor negro
ultrapassou as
fronteiras da subsistência e tem buscado
aprimorar
as suas habilidades e competências no que
diz
respeito à sua atitude empreendedora. Cada
vez mais,
apostando na criação, abertura e
gerenciamento de
seus próprios negócios.
Mesmo com a mudança do perfil
empreendedor,
o empreendedor negro ainda enfrenta muitas
dificuldades, como também sinaliza a
pesquisa.
Segundo o documento “são públicos os
fatores
que dificultam o crescimento e
fortalecimento do
empreendedorismo negro, em larga escala,
no país e um dos principais entraves se
deve ao racismo
institucionalizado brasileiro”.
“Além
deste, outras razões podem estar
relacionadas às dificuldades vivenciadas
pelos
negros no momento de empreender. O
economista
Marcelo Paixão, em publicação eletrônica
de
2013 – Os empreendedores afro-brasileiros:
um
estudo exploratório a partir da MPE -,
salienta que
existem razões de ordem geral; que seriam
a falta
de planejamento e de capacitação
administrativa/
gerencial, a informalidade, a aposta em
negócios de
pouco retorno, condições ocupacionais
anteriores
frágeis dentre outras”.
Em 2013, o Instituto Data
Popular divulgou
pesquisa apontando que os consumidores
negros,
boa parte localizados na chamada classe C,
movimentaram cerca de R$713 bilhões ao
ano. Mas
o estudo também observou que existe
demanda
crescente e oferta insuficiente de
produtos e serviços
para atender o perfil de um novo
consumidor negro.
Um exemplo de sucesso de
empreendedorismo
negro é a Feira Preta. Inicialmente
realizada na
Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de
40
empreendedores, a Feira Preta hoje se
transformou
no maior evento de cultura negra da
América Latina.
Em treze edições, foram mais
de 120 mil
visitantes,
que puderam acompanhar aproximadamente 500
artistas e 600 expositores com diferentes
linguagens,
expressões e produtos.
Texto
adaptado. Fonte:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o
-
-perfil-do-empreendedor-negro-no-
brasil
do empreendedor negro no Brasil
Juventude negra está seguindo uma
mudança
cultural que vê forma de protagonizar uma
transformação de alto impacto social e
econômico
A prática empreendedora vem
crescendo no
Brasil, sobretudo quando diz respeito à
população
negra. Atualmente a maioria dos
empreendedores
são mulheres que abriram seus negócios por
oportunidade, contrariando a crença geral
de que as
pessoas das camadas com menor poder
aquisitivo
procuram abrir seus negócios mais por
necessidade
ou devido ao desemprego.
Praticamente metade dos
empreendedores têm
menos de 40 anos e, em relação aos jovens,
75%
deles estão empreendendo pela primeira vez
e a
maioria com ensino superior
completo/incompleto.
Há uma sinalização de que a
juventude
negra
está seguindo uma mudança cultural que
ocorre
de forma gradativa. Eles estão percebendo
que
o empreendedorismo pode ser uma forma de
protagonizar uma transformação de alto
impacto
social e econômico.
A maioria dos negócios está
na categoria
MEI
(Micro Empreendedor Individual), nos
setores
de comércio, serviço, moda/vestuário,
estética e
alimentação. Esses dados foram obtidos na
Pesquisa
Nacional Negro Empreendedor realizada pelo
Baobá
– Fundo de Igualdade Racial em parceira
com o
Instituto Feira Preta, em 2015.
Segundo a pesquisa, historicamente,
o ato
de
empreender sempre esteve presente no
cotidiano
de negros brasileiros. Muito antes da
formação
do conceito de afroempreendedorismo, o
negro
empreendia como forma de sobrevivência,
por
necessidade.
Hoje, o empreendedor negro
ultrapassou as
fronteiras da subsistência e tem buscado
aprimorar
as suas habilidades e competências no que
diz
respeito à sua atitude empreendedora. Cada
vez mais,
apostando na criação, abertura e
gerenciamento de
seus próprios negócios.
Mesmo com a mudança do perfil
empreendedor,
o empreendedor negro ainda enfrenta muitas
dificuldades, como também sinaliza a
pesquisa.
Segundo o documento “são públicos os
fatores
que dificultam o crescimento e
fortalecimento do
empreendedorismo negro, em larga escala,
no país e um dos principais entraves se
deve ao racismo
institucionalizado brasileiro”.
“Além
deste, outras razões podem estar
relacionadas às dificuldades vivenciadas
pelos
negros no momento de empreender. O
economista
Marcelo Paixão, em publicação eletrônica
de
2013 – Os empreendedores afro-brasileiros:
um
estudo exploratório a partir da MPE -,
salienta que
existem razões de ordem geral; que seriam
a falta
de planejamento e de capacitação
administrativa/
gerencial, a informalidade, a aposta em
negócios de
pouco retorno, condições ocupacionais
anteriores
frágeis dentre outras”.
Em 2013, o Instituto Data
Popular divulgou
pesquisa apontando que os consumidores
negros,
boa parte localizados na chamada classe C,
movimentaram cerca de R$713 bilhões ao
ano. Mas
o estudo também observou que existe
demanda
crescente e oferta insuficiente de
produtos e serviços
para atender o perfil de um novo
consumidor negro.
Um exemplo de sucesso de
empreendedorismo
negro é a Feira Preta. Inicialmente
realizada na
Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de
40
empreendedores, a Feira Preta hoje se
transformou
no maior evento de cultura negra da
América Latina.
Em treze edições, foram mais
de 120 mil
visitantes,
que puderam acompanhar aproximadamente 500
artistas e 600 expositores com diferentes
linguagens,
expressões e produtos.
Texto
adaptado. Fonte:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o
-
-perfil-do-empreendedor-negro-no-
brasil
Assinale a alternativa cuja oração subordinada
apresenta a mesma natureza da subordinada
em “Mas o estudo também observou que existe
demanda crescente e oferta insuficiente de
produtos e serviços”.
Texto associado
“Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos
Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças. Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As pré-escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade. Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado: Crianças não sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!
(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos- enlouquecendo-nossas- criancas-estimulos-demais-concentracao-de- menos/)
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos
Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças. Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As pré-escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade. Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado: Crianças não sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!
(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos- enlouquecendo-nossas- criancas-estimulos-demais-concentracao-de- menos/)
Observe o excerto: “Não obriguemos a babá
a ter um repertório mágico, que nem mesmo
palhaços profissionais têm , para manter a
criança entretida o tempo todo.” A oração
destacada é classificada como
Texto associado
TEXTO
2
Fonte:
http://veredasdalingua.blogspot.com.br/201
3/01/oracoes-subordinadas-
adverbiais.html
2
Fonte:
http://veredasdalingua.blogspot.com.br/201
3/01/oracoes-subordinadas-
adverbiais.html
No período “Se você não parar, eu te dou um
pescoção”, há, entre as orações, uma relação
de ideias que expressa
Texto associado
Campinas tem alerta após 10 casos de microcefalia
Por Inaê Miranda – publicado em 05/12/2015
O número de casos de microcefalia registrados em Campinas chegou a dez, segundo informou na última sexta-feira (4) a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Brigina Kemp. Todos os bebês nasceram em Campinas, mas três deles são de mães moradoras de Sumaré.
Uma criança nasceu no mês de outubro, a segunda no dia 3 de novembro e as outras oito nasceram nos últimos dias — do final de novembro até ontem. A média anual da doença até 2014 era de um registro, o que torna os casos recentes uma preocupação para os Serviços de Saúde da cidade. O município apura a relação dos casos com o zika vírus.
No último sábado, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre o zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste do País. Até esta data, foram notificados 1.248 casos suspeitos, identificados em 311 municípios de 14 unidades da federação. Até então, São Paulo não figurava nesta lista e os únicos dois casos registrados ocorreram em Sumaré e São José do Rio Preto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o vírus pode ter ocorrido na cidade sem que as autoridades tenham conhecimento.
Segundo Brigina, Campinas está contabilizando os casos dos três residentes de Sumaré porque os bebês nasceram na cidade. “A gente notifica, avisando que é de outro município e esse município também é informado. As investigações iniciais ocorrem aqui e, na hora que a criança tem alta, a investigação tem continuidade na cidade onde ela reside”, explicou.
Ela informou que as crianças nasceram nas redes pública e privada, sendo que a maior parte foi na Maternidade de Campinas. “Quase todos”, disse. Uma das mães é moradora de rua e usuária de crack. “Mas todos os dez permanecem sob investigação para o zika. Não confirmamos nenhum até agora, mas também não descartamos.”
A diretora do Devisa acrescentou que as mães estão recebendo toda a assistência necessária. “Se alguma mãe não tem condição de fazer a tomografia, nós estamos fazendo.”
Campinas tinha um caso de microcefalia por ano, entre 2010 a 2014, causada por infecção congênita. Sendo que em 2011 foram registrados quatro casos de microcefalia por infecção congênita. “Mas a gente acredita que esse era um número subnotificado. Agora todos estão bem sensibilizados para fazer as notificações”, disse.
Segundo Brigina, esse aumento da notificação pode estar relacionado com o alerta que foi dado pelo Ministério da Saúde.
Múltiplas causas
A microcefalia não é uma doença nova. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. “É quando você mede a cabeça e vê que está menor do que deveria ser para a idade gestacional em que o bebê nasceu”, explicou Brigina.
A especialista esclarece que a microcefalia pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens. “Microcefalia não significa zika vírus. É importante dizer isso para as pessoas não relacionarem imediatamente esses 10 casos de Campinas ao vírus”, diz.
As causas, segundo ela, em geral são o uso de drogas, medicamentos, cigarro, tabagismo, bebida, traumatismo, falta de irrigação adequada da cabeça do bebê durante a gestação, contato com radiação, fatores genéticos e uma série de vírus ou outros agentes infecciosos, chamados de infecção congênita.
Segundo Brigina, o que tem causado a microcefalia nas crianças é o que está em questão. “As notificações chegaram para a gente e agora vamos investigar.” De acordo com ela, a investigação consiste num exame de tomografia sem contraste, exames no sangue, na urina e no líquor, que é um líquido do sistema nervoso da coluna.
As tomografias estão sendo feitas em Campinas, mas os exames estão sendo conduzidos pelo Instituto Adolfo Lutz, na Capital. “Vai para o Lutz porque toda doença sob vigilância e de importância para saúde pública a gente tem que fazer num laboratório de referência de saúde pública.”
Vírus
Segundo as secretarias estadual e municipal de Saúde, o vírus zika não está circulando em São Paulo. Brigina, entretanto, não descarta que ele tenha entrado no Estado e se mantém despercebido. “Só posso dizer que tem uma possibilidade. E porque digo que tem uma possibilidade? Porque o vírus circulou amplamente no Norte e Nordeste, tem um percentual de casos que não apresentam sintomas, e porque é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.”
Desde junho, Campinas organizou cinco unidades sentinelas na tentativa de detecção precoce do zika vírus. “A gente se organizou para tentar detectar, mas isso não me dá garantia de dizer que não teve. As pessoas circulam e viajam muito hoje em dia pelo País.”
(Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/12/campinas_e_rm-
c/ 402739-campinas-tem-alerta-apos-dez-casos-de-microcefalia.html)
Por Inaê Miranda – publicado em 05/12/2015
O número de casos de microcefalia registrados em Campinas chegou a dez, segundo informou na última sexta-feira (4) a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Brigina Kemp. Todos os bebês nasceram em Campinas, mas três deles são de mães moradoras de Sumaré.
Uma criança nasceu no mês de outubro, a segunda no dia 3 de novembro e as outras oito nasceram nos últimos dias — do final de novembro até ontem. A média anual da doença até 2014 era de um registro, o que torna os casos recentes uma preocupação para os Serviços de Saúde da cidade. O município apura a relação dos casos com o zika vírus.
No último sábado, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre o zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste do País. Até esta data, foram notificados 1.248 casos suspeitos, identificados em 311 municípios de 14 unidades da federação. Até então, São Paulo não figurava nesta lista e os únicos dois casos registrados ocorreram em Sumaré e São José do Rio Preto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o vírus pode ter ocorrido na cidade sem que as autoridades tenham conhecimento.
Segundo Brigina, Campinas está contabilizando os casos dos três residentes de Sumaré porque os bebês nasceram na cidade. “A gente notifica, avisando que é de outro município e esse município também é informado. As investigações iniciais ocorrem aqui e, na hora que a criança tem alta, a investigação tem continuidade na cidade onde ela reside”, explicou.
Ela informou que as crianças nasceram nas redes pública e privada, sendo que a maior parte foi na Maternidade de Campinas. “Quase todos”, disse. Uma das mães é moradora de rua e usuária de crack. “Mas todos os dez permanecem sob investigação para o zika. Não confirmamos nenhum até agora, mas também não descartamos.”
A diretora do Devisa acrescentou que as mães estão recebendo toda a assistência necessária. “Se alguma mãe não tem condição de fazer a tomografia, nós estamos fazendo.”
Campinas tinha um caso de microcefalia por ano, entre 2010 a 2014, causada por infecção congênita. Sendo que em 2011 foram registrados quatro casos de microcefalia por infecção congênita. “Mas a gente acredita que esse era um número subnotificado. Agora todos estão bem sensibilizados para fazer as notificações”, disse.
Segundo Brigina, esse aumento da notificação pode estar relacionado com o alerta que foi dado pelo Ministério da Saúde.
Múltiplas causas
A microcefalia não é uma doença nova. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. “É quando você mede a cabeça e vê que está menor do que deveria ser para a idade gestacional em que o bebê nasceu”, explicou Brigina.
A especialista esclarece que a microcefalia pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens. “Microcefalia não significa zika vírus. É importante dizer isso para as pessoas não relacionarem imediatamente esses 10 casos de Campinas ao vírus”, diz.
As causas, segundo ela, em geral são o uso de drogas, medicamentos, cigarro, tabagismo, bebida, traumatismo, falta de irrigação adequada da cabeça do bebê durante a gestação, contato com radiação, fatores genéticos e uma série de vírus ou outros agentes infecciosos, chamados de infecção congênita.
Segundo Brigina, o que tem causado a microcefalia nas crianças é o que está em questão. “As notificações chegaram para a gente e agora vamos investigar.” De acordo com ela, a investigação consiste num exame de tomografia sem contraste, exames no sangue, na urina e no líquor, que é um líquido do sistema nervoso da coluna.
As tomografias estão sendo feitas em Campinas, mas os exames estão sendo conduzidos pelo Instituto Adolfo Lutz, na Capital. “Vai para o Lutz porque toda doença sob vigilância e de importância para saúde pública a gente tem que fazer num laboratório de referência de saúde pública.”
Vírus
Segundo as secretarias estadual e municipal de Saúde, o vírus zika não está circulando em São Paulo. Brigina, entretanto, não descarta que ele tenha entrado no Estado e se mantém despercebido. “Só posso dizer que tem uma possibilidade. E porque digo que tem uma possibilidade? Porque o vírus circulou amplamente no Norte e Nordeste, tem um percentual de casos que não apresentam sintomas, e porque é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.”
Desde junho, Campinas organizou cinco unidades sentinelas na tentativa de detecção precoce do zika vírus. “A gente se organizou para tentar detectar, mas isso não me dá garantia de dizer que não teve. As pessoas circulam e viajam muito hoje em dia pelo País.”
(Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/12/campinas_e_rm-
c/ 402739-campinas-tem-alerta-apos-dez-casos-de-microcefalia.html)