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Texto associado
Considerando a tira apresentada, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.

O enunciado da fala da cliente no primeiro quadrinho: “É verdade que nesta loja tem de tudo para o dia dos namorados?” constitui um período composto por subordinação.

C Certo
E Errado
Texto associado
Leia o
texto e responda às questões de 1 a
7.

LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA


A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.


Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.

Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.

Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803

Assinale a alternativa que necessita de uma
conjunção integrante para que o sentido seja
favorecido.

A “[...] a inclusão na mídia de maneira positiva
tem o poder de acelerar o processo de mudança
cultural.”.
B “Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação
e barreiras que impedem que outros artigos
importantes da Convenção sejam cumpridos
[...]”.
C “Ela concluiu chamando os países a cumprirem o
Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização,
que prevê a participação da mídia [...]”.
D “A fundadora da GADIM citou como exemplos
positivos de marketing social as novelas
que incluem personagens com deficiência,
construídos em parceria com organizações de
pessoas com deficiência [...]”.
E “[...] participou da Programação oficial do Fórum
Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do
papel da mídia no painel sobre a Implementação
da Agenda 2030.”.
Órgão: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Cargo: Analista Administrativo - Área Administração Prova: Instituto AOCP - EBSERH - Analista Administrativo - Área Administração - 2017
Texto associado
O perfil
do empreendedor negro no Brasil

Juventude negra está seguindo uma
mudança
cultural que vê forma de protagonizar uma
transformação de alto impacto social e
econômico


A prática empreendedora vem
crescendo no
Brasil, sobretudo quando diz respeito à
população
negra. Atualmente a maioria dos
empreendedores
são mulheres que abriram seus negócios por
oportunidade, contrariando a crença geral
de que as
pessoas das camadas com menor poder
aquisitivo
procuram abrir seus negócios mais por
necessidade
ou devido ao desemprego.

Praticamente metade dos
empreendedores têm
menos de 40 anos e, em relação aos jovens,
75%
deles estão empreendendo pela primeira vez
e a
maioria com ensino superior
completo/incompleto.

Há uma sinalização de que a
juventude
negra
está seguindo uma mudança cultural que
ocorre
de forma gradativa. Eles estão percebendo
que
o empreendedorismo pode ser uma forma de
protagonizar uma transformação de alto
impacto
social e econômico.

A maioria dos negócios está
na categoria
MEI
(Micro Empreendedor Individual), nos
setores
de comércio, serviço, moda/vestuário,
estética e
alimentação. Esses dados foram obtidos na
Pesquisa
Nacional Negro Empreendedor realizada pelo
Baobá
– Fundo de Igualdade Racial em parceira
com o
Instituto Feira Preta, em 2015.


Segundo a pesquisa, historicamente,
o ato
de
empreender sempre esteve presente no
cotidiano
de negros brasileiros. Muito antes da
formação
do conceito de afroempreendedorismo, o
negro
empreendia como forma de sobrevivência,
por
necessidade.

Hoje, o empreendedor negro
ultrapassou as
fronteiras da subsistência e tem buscado
aprimorar
as suas habilidades e competências no que
diz
respeito à sua atitude empreendedora. Cada
vez mais,
apostando na criação, abertura e
gerenciamento de
seus próprios negócios.

Mesmo com a mudança do perfil
empreendedor,
o empreendedor negro ainda enfrenta muitas
dificuldades, como também sinaliza a
pesquisa.
Segundo o documento “são públicos os
fatores
que dificultam o crescimento e
fortalecimento do
empreendedorismo negro, em larga escala,
no país e um dos principais entraves se
deve ao racismo
institucionalizado brasileiro”.

“Além
deste, outras razões podem estar
relacionadas às dificuldades vivenciadas
pelos
negros no momento de empreender. O
economista
Marcelo Paixão, em publicação eletrônica
de
2013 – Os empreendedores afro-brasileiros:
um
estudo exploratório a partir da MPE -,
salienta que
existem razões de ordem geral; que seriam
a falta
de planejamento e de capacitação
administrativa/
gerencial, a informalidade, a aposta em
negócios de
pouco retorno, condições ocupacionais
anteriores
frágeis dentre outras”.

Em 2013, o Instituto Data
Popular divulgou
pesquisa apontando que os consumidores
negros,
boa parte localizados na chamada classe C,
movimentaram cerca de R$713 bilhões ao
ano. Mas
o estudo também observou que existe
demanda
crescente e oferta insuficiente de
produtos e serviços
para atender o perfil de um novo
consumidor negro.

Um exemplo de sucesso de
empreendedorismo
negro é a Feira Preta. Inicialmente
realizada na
Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de
40
empreendedores, a Feira Preta hoje se
transformou
no maior evento de cultura negra da
América Latina.

Em treze edições, foram mais
de 120 mil
visitantes,
que puderam acompanhar aproximadamente 500
artistas e 600 expositores com diferentes
linguagens,
expressões e produtos.

Texto
adaptado. Fonte:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o
-
-perfil-do-empreendedor-negro-no-
brasil

Assinale a alternativa cuja oração subordinada
apresenta a mesma natureza da subordinada
em “Mas o estudo também observou que existe
demanda crescente e oferta insuficiente de
produtos e serviços”.

A “Atualmente a maioria dos empreendedores
são mulheres que abriram seus negócios por
oportunidade”.
B “Há uma sinalização de que a juventude negra
está seguindo uma mudança cultural...”.
C “Juventude negra está seguindo uma mudança
cultural que vê forma de protagonizar uma
transformação de alto impacto social e econômico”.
D “Mesmo com a mudança do perfil empreendedor,
o empreendedor negro ainda enfrenta muitas
dificuldades, como também sinaliza a pesquisa”.
E “O economista Marcelo Paixão, em publicação
eletrônica de 2013 – Os empreendedores afrobrasileiros:
um estudo exploratório a partir da MPE
-, salienta que existem razões de ordem geral”
Órgão: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Cargo: Analista Administrativo - Área: Biblioteconomia Prova: Instituto AOCP - EBSERH - Analista Administrativo - Área: Biblioteconomia - 2016
Texto associado
“Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos

Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças. Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As pré-escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade. Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado: Crianças não sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!

(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos- enlouquecendo-nossas- criancas-estimulos-demais-concentracao-de- menos/)

Observe o excerto: “Não obriguemos a babá
a ter um repertório mágico, que nem mesmo
palhaços profissionais têm , para manter a
criança entretida o tempo todo.” A oração
destacada é classificada como

A uma oração subordinada substantiva subjetiva.
B uma oração subordinada substantiva objetiva
direta.
C uma oração subordinada substantiva objetiva
indireta.
D uma oração subordinada adjetiva restritiva.
E uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Texto associado
TEXTO
2

Fonte:
http://veredasdalingua.blogspot.com.br/201
3/01/oracoes-subordinadas-
adverbiais.html

No período “Se você não parar, eu te dou um
pescoção”, há, entre as orações, uma relação
de ideias que expressa

A concessão.
B condição.
C causa.
D finalidade.
E proporção.
Órgão: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Cargo: Analista Administrativo - Área Estatística Prova: Instituto AOCP - EBSERH - Analista Administrativo - Área Estatística - 2016