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Leia a notícia e indique a alternativa que completa a lacuna. Novos bombardeios atingem Ghouta Oriental antes de votação da ONU. Mais bombas atingiram a região síria de Ghouta Oriental nesta sexta-feira

( 23 ), em um ataque descrito por uma testemunha como o pior até agora, antes de uma votação do Conselho de Segurança da ONU para pedir um cessar-fogo de 30 dias em toda Síria. Pelo sexto dia seguido, aviões de guerra têm atacado a densamente povoada região agrícola e último reduto rebelde perto da capital síria, _________________. O agravamento da violência deixou ao menos 417 mortos e centenas de feridos, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos. [...]. (INTERNACIONAL por REUTS. Disponível em https://noticias.r7.com/internacional/novos-bombardeiosatingem-ghouta-oriental-antes-de-votacao-da-onu-23022018. Acesso em 23/02/2018.)

A Kuweit
B Ghouta Orienta
C Damasco
D Douma
E Zamalka

Qual alternativa completa as lacunas do texto a seguir? Em um discurso inflamado na Convenção de Conservadores, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira

( 23 ) um novo pacote de sanções contra a _____________. "Estamos lançando o maior pacote de sanções contra a ______________ até agora", disse. Segundo Trump, as medidas afetarão 55 companhias de navegação marítima e empresas comerciais, a fim de isolar ainda mais o regime de Pyongyang. Todas são acusadas pelos EUA de ajudarem o regime da _____________ ou de burlarem as atuais sanções. (Disponível em https://www.terra.com.br. Acesso em 23/02/2018.)

A Coreia do Sul
B Rússia
C Coreia do Norte
D Alemanha
E China

Conforme a notícia “O que acontecerá se os EUA ultrapassarem a Arábia Saudita como maior produtor de petróleo do mundo”, (Guillermo D. Olmo BBC Mundo) disponível em http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42907436. Acesso em 03/02/2018 – Texto adaptado), marque a alternativa que apresenta a informação incorreta. Os Estados Unidos estão se aproximando da liderança na corrida pelo domínio do mercado mundial de petróleo. De acordo com as últimas previsões da Agência Internacional de Energia, a produção americana atingirá neste ano a marca recorde de 10 milhões de barris de petróleo bruto por dia. Assim, calcula-se que o país desbancará a Arábia Saudita neste ano da posição de liderança que ostenta, com 13,5% da produção mundial. Seu impulso, promovido pelo apoio do governo de Donald Trump às exportações, é um problema para a Rússia, a terceira colocada nessa disputa. O avanço dos EUA terá efeitos no mercado do petróleo, bem como reflexos geopolíticos e econômicos em diferentes países. A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, listou cinco possíveis consequências caso os Estados Unidos realmente se tornem o maior produtor de petróleo do mundo [...]:

A 1. O fim da guerra dos preços da Arábia Saudita e Opep. Para a grande petromonarquia do Golfo Pérsico, verse superada pelo aliado - mas também concorrente - implica na constatação dos danos colaterais da sua política tradicional de controle de preços.
B 2. Venezuela ainda mais castigada. Os efeitos do potencial novo panorama também seriam sentidos na América Latina.
C 3. Possíveis ameaças ao meio ambiente. Grupos ambientalistas alertaram que a política de fracking seguida pelo governo Donald Trump representa uma ameaça para o meio ambiente.
D 4. Mais independência para os EUA no Oriente Médio. Agora que têm seu abastecimento de petróleo garantido, os Estados Unidos podem se libertar de sua dependência tradicional de abastecimento dos focos exportadores do Oriente Médio.
E 5. Mais força para os países europeus contra os Estados Unidos. O passo à frente do gigante americano também afeta a Europa, uma das áreas tradicionalmente mais dependentes da energia produzida pela Rússia.