Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, considere o texto abaixo.
“Galeria de Arte do Inconsciente”
O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).
Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes e desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.
(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)
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Texto associado
Atenção : As questões de números 7 a 14 referem-se ao texto seguinte.
A música relativa
Parece existir uma série enorme de mal-entendidos em torno do lugar-comum que afirma ser a música uma linguagem universal, passível de ser compreendida por todos. “Fenômeno universal” − está claro que sim; mas “linguagem universal” − até que ponto?
Ao que tudo indica, todos os povos do planeta desenvolvem manifestações sonoras. Falo tanto dos povos que ainda se encontram em estágio dito “primitivo” − entre os quais ela continua a fazer parte da magia − como das civilizações tecnicamente desenvolvidas, nas quais a música chega até mesmo a possuir valor de mercadoria, a propiciar lucro, a se propagar em escala industrial, transformando-se em um novo fetiche.
Contudo, se essa tendência a expressar-se através de sons dá mostras de ser algo inerente ao ser humano, ela se concretiza de maneira tão diferente em cada comunidade, dá-se de forma tão particular em cada cultura que é muito difícil acreditar que cada uma de suas manifestações possua um sentido universal. Talvez seja melhor dizer que a linguagem musical só existe concretizada por meio de “línguas” particulares ou de “falas” determinadas; e que essas manifestações podem até, em parte, ser compreendidas, mas nunca vivenciadas em alguns de seus elementos de base por aqueles que não pertençam à cultura que as gerou .
(Adaptado de: MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.12-14)
A música relativa
Parece existir uma série enorme de mal-entendidos em torno do lugar-comum que afirma ser a música uma linguagem universal, passível de ser compreendida por todos. “Fenômeno universal” − está claro que sim; mas “linguagem universal” − até que ponto?
Ao que tudo indica, todos os povos do planeta desenvolvem manifestações sonoras. Falo tanto dos povos que ainda se encontram em estágio dito “primitivo” − entre os quais ela continua a fazer parte da magia − como das civilizações tecnicamente desenvolvidas, nas quais a música chega até mesmo a possuir valor de mercadoria, a propiciar lucro, a se propagar em escala industrial, transformando-se em um novo fetiche.
Contudo, se essa tendência a expressar-se através de sons dá mostras de ser algo inerente ao ser humano, ela se concretiza de maneira tão diferente em cada comunidade, dá-se de forma tão particular em cada cultura que é muito difícil acreditar que cada uma de suas manifestações possua um sentido universal. Talvez seja melhor dizer que a linguagem musical só existe concretizada por meio de “línguas” particulares ou de “falas” determinadas; e que essas manifestações podem até, em parte, ser compreendidas, mas nunca vivenciadas em alguns de seus elementos de base por aqueles que não pertençam à cultura que as gerou .
(Adaptado de: MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.12-14)
Está correta a seguinte afirmação sobre a pontuação empregada no texto:
Texto associado
É quase um consenso entre os analistas que os instrumentos criados no Acordo de Paris não bastarão para manter a emissão de gases-estufa nos níveis que os cientistas consideram necessários para evitar os efeitos mais perigosos da mudança climática. É inegável, contudo, que estamos melhor do que na semana passada, já que agora ao menos existe um mecanismo jurídico internacional ao qual poderemos recorrer quando a situação o exigir.
(SCHWARTSMAN, Helio. Sempre teremos Paris? Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas )
(SCHWARTSMAN, Helio. Sempre teremos Paris? Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas )