Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue os
próximos itens.
Banco público de questões
Questões para Concursos
Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.
Questões por banca
29 bancas disponíveis.
Clique para visualizar todas.
Questões por banca
29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.
Acesse diretamente as bancas disponíveis na QuestLab. As quantidades abaixo consideram as questões ativas do banco.
CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
106 questões encontradas
Assinale a alternativa que apresenta frase relacionada ao texto correta quanto à pontuação.
Texto associado
Os sinais de dois‐pontos empregados logo após “estão
aí” (linha 12) e “querem” (linha 27) introduzem termos
de natureza explicativa, cujo sentido, em ambos os
casos, poderia ser explicitado pela substituição dos
dois‐pontos pelo conectivo pois.
Texto associado
Julgue os itens de 9 a 18, relativos aos aspectos linguísticos e
aos sentidos do texto.
aos sentidos do texto.
A supressão da expressão “mais diretamente” (linhas 1
e 2), juntamente com o par de vírgulas que a intercala,
manteria a correção gramatical, mas alteraria os
sentidos originais do texto.
A pontuação e a correlação entre tempos e modos verbais ocorrem de modo plenamente adequado na frase:
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 10.
Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.
Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.
Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.
(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)
Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.
Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.
Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.
(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)
Está adequada a pontuação do seguinte período:
Texto associado
Texto I
Portugueses no Rio de Janeiro
asd O Rio de Janeiro é o grande centro da imigração
portuguesa até meados dos anos cinquenta do sé-
culo passado, quando chega a ser a “terceira cidade
portuguesa do mundo”, possuindo 196 mil portugue-
5 i ses — um décimo de sua população urbana. Ali, os
portugueses dedicam-se ao comércio, sobretudo na
área dos comestíveis, como os cafés, as panifica-
ções, as leitarias, os talhos, além de outros ramos,
como os das papelarias e lojas de vestuários. Fora
10 i do comércio, podem exercer as mais variadas profis-
sões, como atividades domésticas ou as de barbeiros
e alfaiates. Há, de igual forma, entre os mais afor-
tunados, aqueles ligados à indústria, voltados para
construção civil, o mobiliário, a ourivesaria e o fabrico
15 i de bebidas.
asd A sua distribuição pela cidade, apesar da não
formação de guetos, denota uma tendência para
a sua concentração em determinados bairros, escolhi-
dos, muitas das vezes, pela proximidade da zona de
20 trabalho. No Centro da cidade, próximo ao grande
comércio, temos um grupo significativo de patrícios
e algumas associações de porte, como o Real Ga-
binete Português de Leitura e o Liceu Literário Por-
tuguês. Nos bairros da Cidade Nova, Estácio de Sá,
25 i Catumbi e Tijuca, outro ponto de concentração da co-
lônia, se localizam outras associações portuguesas,
como a Casa de Portugal e um grande número de
casas regionais. Há, ainda, pequenas concentrações
nos bairros periféricos da cidade, como Jacarepa-
30 i guá, originalmente formado por quintas de pequenos
lavradores; nos subúrbios, como Méier e Engenho
Novo; e nas zonas mais privilegiadas, como Botafogo
e restante da zona sul carioca, área nobre da cidade
a partir da década de cinquenta, preferida pelos mais
35 i abastados.
PAULO, Heloísa. Portugueses no Rio de Janeiro: salazaris-
tas e opositores em manifestação na cidade. I n: ALVES, Ida
et alii. 450 Anos de Portugueses no Rio de Janeiro. Rio de
Janeiro: Ofi cina Raquel, 2017, pp. 260-1. Adaptado.
Portugueses no Rio de Janeiro
asd O Rio de Janeiro é o grande centro da imigração
portuguesa até meados dos anos cinquenta do sé-
culo passado, quando chega a ser a “terceira cidade
portuguesa do mundo”, possuindo 196 mil portugue-
5 i ses — um décimo de sua população urbana. Ali, os
portugueses dedicam-se ao comércio, sobretudo na
área dos comestíveis, como os cafés, as panifica-
ções, as leitarias, os talhos, além de outros ramos,
como os das papelarias e lojas de vestuários. Fora
10 i do comércio, podem exercer as mais variadas profis-
sões, como atividades domésticas ou as de barbeiros
e alfaiates. Há, de igual forma, entre os mais afor-
tunados, aqueles ligados à indústria, voltados para
construção civil, o mobiliário, a ourivesaria e o fabrico
15 i de bebidas.
asd A sua distribuição pela cidade, apesar da não
formação de guetos, denota uma tendência para
a sua concentração em determinados bairros, escolhi-
dos, muitas das vezes, pela proximidade da zona de
20 trabalho. No Centro da cidade, próximo ao grande
comércio, temos um grupo significativo de patrícios
e algumas associações de porte, como o Real Ga-
binete Português de Leitura e o Liceu Literário Por-
tuguês. Nos bairros da Cidade Nova, Estácio de Sá,
25 i Catumbi e Tijuca, outro ponto de concentração da co-
lônia, se localizam outras associações portuguesas,
como a Casa de Portugal e um grande número de
casas regionais. Há, ainda, pequenas concentrações
nos bairros periféricos da cidade, como Jacarepa-
30 i guá, originalmente formado por quintas de pequenos
lavradores; nos subúrbios, como Méier e Engenho
Novo; e nas zonas mais privilegiadas, como Botafogo
e restante da zona sul carioca, área nobre da cidade
a partir da década de cinquenta, preferida pelos mais
35 i abastados.
PAULO, Heloísa. Portugueses no Rio de Janeiro: salazaris-
tas e opositores em manifestação na cidade. I n: ALVES, Ida
et alii. 450 Anos de Portugueses no Rio de Janeiro. Rio de
Janeiro: Ofi cina Raquel, 2017, pp. 260-1. Adaptado.
Observe atentamente o uso dos sinais de pontuação do trecho abaixo (l.12-15):
“Há, de igual forma, entre os mais afortunados, aqueles ligados à indústria, voltados para a construção civil, o mobiliário, a ourivesaria e o fabrico de bebidas.”
Qual das reescrituras desse trecho emprega corretamente os sinais de pontuação?
Texto associado
A respeito dos aspectos linguísticos do texto 4A2AAA, julgue os
itens que se seguem.
itens que se seguem.
Na linha 2, o emprego de ponto e vírgula justifica-se porque a
segunda oração do período apresenta elementos em série.
Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, a vírgula
inserida logo após “semelhantes” (l.5) poderia ser suprimida.
Texto associado
Acerca dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto
CB1A2AAA, julgue os itens a seguir.
CB1A2AAA, julgue os itens a seguir.