Julgue os próximos itens, referentes a aspectos linguísticos do texto
CB1A1AAA e à sua tipologia.
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48 questões
CETRO
17 questões
106 questões encontradas
Na linha 8, por introduzir uma enumeração exemplificativa de
Texto associado
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto
precedente, julgue os itens a seguir.
precedente, julgue os itens a seguir.
Feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, a
substituição do ponto final empregado logo após “pesquisas”
(l.44) por ponto e vírgula manteria a correção gramatical do
texto.
Texto associado
1 Atualmente, é inconcebível se pensar em
administração pública sem controle ou fiscalização, na
concepção mais ampla que se possa atribuir ao termo,
4 sobretudo em um estado democrático de direito, que tem seus
principais pilares fincados na persecução do bem comum.
Inexistindo controle efetivo e fiscalização eficiente e
7 não estando todos os entes públicos, bem como todos aqueles
que recebem verbas públicas, sujeitos e submetidos à
aprovação de suas contas por um tribunal especializado, não há
10 sociedade suficientemente protegida no que diz respeito aos
crimes contra a administração pública.
A efetiva transparência do administrador público não
13 se resume à publicidade dos gastos. É necessário que as suas
contas sejam analisadas à luz da estrita legalidade, visto que,
enquanto o administrador privado pode fazer tudo o que não
16 seja proibido em lei, o administrador público somente pode
fazer aquilo que a lei expressamente autorize.
Nesse contexto, dois desafios se apresentam para
19 minimizar males que assombram os gestores públicos: permitir
que as qualidades da gestão privada — eficiência e baixo custo
— sejam introduzidas no setor público e espantar o temor que
22 tem paralisado a gestão pública ou lhe tem conferido uma
lentidão incompatível com o mundo moderno.
José Fernandes de Lemos. A importância do Tribunal de Contas para a gestão
pública. In: Revista TCE-PE, v. 18, p. 19-23, jun./2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue os itens seguintes
administração pública sem controle ou fiscalização, na
concepção mais ampla que se possa atribuir ao termo,
4 sobretudo em um estado democrático de direito, que tem seus
principais pilares fincados na persecução do bem comum.
Inexistindo controle efetivo e fiscalização eficiente e
7 não estando todos os entes públicos, bem como todos aqueles
que recebem verbas públicas, sujeitos e submetidos à
aprovação de suas contas por um tribunal especializado, não há
10 sociedade suficientemente protegida no que diz respeito aos
crimes contra a administração pública.
A efetiva transparência do administrador público não
13 se resume à publicidade dos gastos. É necessário que as suas
contas sejam analisadas à luz da estrita legalidade, visto que,
enquanto o administrador privado pode fazer tudo o que não
16 seja proibido em lei, o administrador público somente pode
fazer aquilo que a lei expressamente autorize.
Nesse contexto, dois desafios se apresentam para
19 minimizar males que assombram os gestores públicos: permitir
que as qualidades da gestão privada — eficiência e baixo custo
— sejam introduzidas no setor público e espantar o temor que
22 tem paralisado a gestão pública ou lhe tem conferido uma
lentidão incompatível com o mundo moderno.
José Fernandes de Lemos. A importância do Tribunal de Contas para a gestão
pública. In: Revista TCE-PE, v. 18, p. 19-23, jun./2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue os itens seguintes
No último parágrafo, os travessões isolam uma expressão que especifica as qualidades da gestão privada na opinião do autor.
Texto associado
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
7A3AAA, julgue os itens a seguir.
7A3AAA, julgue os itens a seguir.
A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam
mantidos caso fossem retiradas as vírgulas que isolam o trecho
“dizia ele convicto” (l. 8 e 9).
Considere as seguinte afirmações:
I. A utilização de aspas em “gozo” e “desfrute” indica o sentido deslocado que as palavras podem ganhar em determinadas
situações.
II. A expressão misto de incredulidade e indignação destaca a alternativa entre duas possíveis reações desfavoráveis.
III. A expressão possibilidade de realização ao alcance de todos é uma definição adequada do que seja um privilégio.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, considere a entrevista abaixo com o historiador e professor Leandro Karnal.
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
Está INCORRETO o que se afirma a respeito do texto em:
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, considere a entrevista abaixo com o historiador e professor Leandro Karnal.
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
A pontuação está plenamente adequada na seguinte redação alternativa para um segmento do texto:
Texto associado
Energia eólica na história da Humanidade
Energia, derivada de energeia , que em grego
significa “em ação”, é a propriedade de um sistema
que lhe permite existir, ou seja, realizar “trabalho” (em
Física). Energia é vida, é movimento — sem a sua
5 presença o mundo seria inerte. Saber usar e admi-
nistrar sua produção por meio de diferentes fontes de
energia é fundamental.
Desde o início da vida em sociedade, as fontes
de energia de que o homem precisa devem ser ge-
10 radas continuamente, ou armazenadas para serem
consumidas nos momentos de necessidade. A utili-
zação de diversas formas de energia possibilita ao
homem cozinhar seu alimento, fornecer combustível
aos seus sistemas de transporte, aquecer ou refrige-
15 rar suas residências e movimentar suas indústrias.
Existem fontes de energia alternativas que, ade-
quadamente utilizadas, podem substituir os combus-
tíveis fósseis em alguns de seus usos, reservando-os
para aquelas situações em que a substituição ainda
20 não é possível. A energia eólica é uma delas.
A energia eólica é a energia gerada pela força
do vento, ou seja, é a força capaz de transformar a
energia do vento em energia aproveitável. É captada
através de estruturas como: aerogeradores, que pos-
25 sibilitam a produção de eletricidade; moinhos de ven-
to, com o objetivo de produzir energia mecânica que
pode ser usada na moagem de grãos e na fabricação
de farinha; e velas, já que a força do ar em movimen-
to é útil para impulsionar embarcações.
30 A mais antiga forma de utilização da energia eó-
lica foi o transporte marítimo. Naus e caravelas mo-
vidas pelo vento possibilitaram empreender grandes
viagens, por longas distâncias, levando a importantís-
simas descobertas.
35 Atualmente, o desenvolvimento tecnológico des-
cobriu outras formas de uso para a força eólica. A
mais conhecida e explorada está voltada para a ge-
ração de força elétrica. Isso é possível por meio de
aerogeradores, geradores elétricos associados ao
40 eixo de cata-ventos que convertem a força cinética
contida no vento em energia elétrica. A quantidade
de energia produzida vai depender de alguns fatores,
entre eles a velocidade do vento no local e a capaci-
dade do sistema montado.
45 A criação de usinas para captação da energia
eólica possui determinadas vantagens. O impacto
negativo causado pelas grandes turbinas é mínimo
quando comparado aos causados pelas grandes in-
dústrias, mineradoras de carvão, hidrelétricas, etc.
50 Esse baixo impacto ocorre porque usinas eólicas
não promovem queima de combustível, nem geram
dejetos que poluem o ar, o solo ou a água, além de
promoverem maior geração de empregos em regiões
desfavorecidas. É uma fonte de energia válida econo-
55 micamente pois é mais barata.
A energia eólica é uma fonte de energia que não
polui e é renovável, mas que, apesar disso, causa
alguns impactos no ambiente. Isso acontece devido
aos parques eólicos ocuparem grandes extensões,
60 com imensos aerogeradores instalados. Essas inter-
ferências no ambiente são vistas, muitas vezes, como
desvantagens da energia eólica. Assim, citam-se
as seguintes desvantagens: a vasta extensão de ter-
ra ocupada pelos parques eólicos; o impacto sonoro
65 provocado pelos ruídos emitidos pelas turbinas em
um parque eólico; o impacto visual causado pelas
imensas hélices que provocam certas sombras e re-
flexos desagradáveis em áreas residenciais; o impac-
to sobre a fauna, provocando grande mortandade de
70 aves que batem em suas turbinas por não consegui-
rem visualizar as pás em movimento; e a interferência
na radiação eletromagnética, atrapalhando o funcio-
namento de receptores e transmissores de ondas de
rádio, TV e micro-ondas.
75 Esse tipo de energia já é uma realidade no Bra-
sil. Nosso país já conta com diversos parques e usi-
nas. A tendência é que essa tecnologia de geração
de energia cresça cada vez mais, com a presença de
diversos parques eólicos espalhados pelo Brasil.
Disponível em: renovaveis/energia-eolica/>. Acesso em: 5 ago. 2017.
Adaptado.
Energia, derivada de energeia , que em grego
significa “em ação”, é a propriedade de um sistema
que lhe permite existir, ou seja, realizar “trabalho” (em
Física). Energia é vida, é movimento — sem a sua
5 presença o mundo seria inerte. Saber usar e admi-
nistrar sua produção por meio de diferentes fontes de
energia é fundamental.
Desde o início da vida em sociedade, as fontes
de energia de que o homem precisa devem ser ge-
10 radas continuamente, ou armazenadas para serem
consumidas nos momentos de necessidade. A utili-
zação de diversas formas de energia possibilita ao
homem cozinhar seu alimento, fornecer combustível
aos seus sistemas de transporte, aquecer ou refrige-
15 rar suas residências e movimentar suas indústrias.
Existem fontes de energia alternativas que, ade-
quadamente utilizadas, podem substituir os combus-
tíveis fósseis em alguns de seus usos, reservando-os
para aquelas situações em que a substituição ainda
20 não é possível. A energia eólica é uma delas.
A energia eólica é a energia gerada pela força
do vento, ou seja, é a força capaz de transformar a
energia do vento em energia aproveitável. É captada
através de estruturas como: aerogeradores, que pos-
25 sibilitam a produção de eletricidade; moinhos de ven-
to, com o objetivo de produzir energia mecânica que
pode ser usada na moagem de grãos e na fabricação
de farinha; e velas, já que a força do ar em movimen-
to é útil para impulsionar embarcações.
30 A mais antiga forma de utilização da energia eó-
lica foi o transporte marítimo. Naus e caravelas mo-
vidas pelo vento possibilitaram empreender grandes
viagens, por longas distâncias, levando a importantís-
simas descobertas.
35 Atualmente, o desenvolvimento tecnológico des-
cobriu outras formas de uso para a força eólica. A
mais conhecida e explorada está voltada para a ge-
ração de força elétrica. Isso é possível por meio de
aerogeradores, geradores elétricos associados ao
40 eixo de cata-ventos que convertem a força cinética
contida no vento em energia elétrica. A quantidade
de energia produzida vai depender de alguns fatores,
entre eles a velocidade do vento no local e a capaci-
dade do sistema montado.
45 A criação de usinas para captação da energia
eólica possui determinadas vantagens. O impacto
negativo causado pelas grandes turbinas é mínimo
quando comparado aos causados pelas grandes in-
dústrias, mineradoras de carvão, hidrelétricas, etc.
50 Esse baixo impacto ocorre porque usinas eólicas
não promovem queima de combustível, nem geram
dejetos que poluem o ar, o solo ou a água, além de
promoverem maior geração de empregos em regiões
desfavorecidas. É uma fonte de energia válida econo-
55 micamente pois é mais barata.
A energia eólica é uma fonte de energia que não
polui e é renovável, mas que, apesar disso, causa
alguns impactos no ambiente. Isso acontece devido
aos parques eólicos ocuparem grandes extensões,
60 com imensos aerogeradores instalados. Essas inter-
ferências no ambiente são vistas, muitas vezes, como
desvantagens da energia eólica. Assim, citam-se
as seguintes desvantagens: a vasta extensão de ter-
ra ocupada pelos parques eólicos; o impacto sonoro
65 provocado pelos ruídos emitidos pelas turbinas em
um parque eólico; o impacto visual causado pelas
imensas hélices que provocam certas sombras e re-
flexos desagradáveis em áreas residenciais; o impac-
to sobre a fauna, provocando grande mortandade de
70 aves que batem em suas turbinas por não consegui-
rem visualizar as pás em movimento; e a interferência
na radiação eletromagnética, atrapalhando o funcio-
namento de receptores e transmissores de ondas de
rádio, TV e micro-ondas.
75 Esse tipo de energia já é uma realidade no Bra-
sil. Nosso país já conta com diversos parques e usi-
nas. A tendência é que essa tecnologia de geração
de energia cresça cada vez mais, com a presença de
diversos parques eólicos espalhados pelo Brasil.
Disponível em: renovaveis/energia-eolica/>. Acesso em: 5 ago. 2017.
Adaptado.
Em “Atualmente, o desenvolvimento tecnológico descobriu outras formas de uso para a força eólica.” ( ℓ . 35-36), a vírgula é utilizada para separar uma circunstância de tempo deslocada para o início da frase. A mesma justificativa para o uso da vírgula pode ser encontrada em:
Texto associado
Leia o
texto e responda às questões de 1 a
7.
LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.
Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803
texto e responda às questões de 1 a
7.
LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.
Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803
“A brasileira Patricia Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão
das Pessoas com Deficiência através da
Mídia e do Entretenimento), participou da
Programação oficial do Fórum Social 2016, na
ONU, em Genebra [...]”. Assinale a alternativa
correta quanto ao que se afirma a respeito da
pontuação desse excerto.
Texto associado
Texto 1 – itens 01 a 11
A insana mania de economizar em coisas erradas
Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma é aquela em que as pessoas querem levar vantagem em tudo, serem espertas, ganhar a qualquer custo, sendo que a outra vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e enraizado na cultura brasileira. [...]
A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de um comércio que não tem fim. [...]
Não há pagamento de impostos referente à mercadoria e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final. Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “baratinho”. E não é exagero.
Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele, quando morava no Brasil, possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia ele foi roubado e sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.
Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O detergente mais barato, o salame, sabão em pó que são vendidos na feira de Acari custaram a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar. [...]
Daniel Toledo. Adaptado de e disponível em: http://envolverde.cartacapital.com.br/insana-mania-de-economizar-em-coisas-erradas/
Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
A insana mania de economizar em coisas erradas
Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma é aquela em que as pessoas querem levar vantagem em tudo, serem espertas, ganhar a qualquer custo, sendo que a outra vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e enraizado na cultura brasileira. [...]
A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de um comércio que não tem fim. [...]
Não há pagamento de impostos referente à mercadoria e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final. Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “baratinho”. E não é exagero.
Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele, quando morava no Brasil, possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia ele foi roubado e sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.
Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O detergente mais barato, o salame, sabão em pó que são vendidos na feira de Acari custaram a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar. [...]
Daniel Toledo. Adaptado de e disponível em: http://envolverde.cartacapital.com.br/insana-mania-de-economizar-em-coisas-erradas/
Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.