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Atenção : Para responder às questões de números 4 a 10, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

Está correta a seguinte frase redigida a partir do texto:

A Pode-se compreender a comunicação como o processo pelo qual um transmissor partilha um significado com um receptor para chegar a um resultado.
B Seriam possíveis citar muitos exemplos, nos quais se destaca no ambito empresarial, o uso de expressões em inglês em lemas publicitários no Brasil.
C Ao codificar uma ideia e gerar um sinal o transmissor deveria levar em consideração, o nível de entendimento do receptor, do qual deveria ajustar a mensagem.
D Infelizmente, não são raros os casos que se percebem um desequilibrio entre o formato da mensagem e a percepção do receptor.
E O esquema desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm é propicio para explicar as etapas que se encontra na comunicação intercultural.

No contexto geral do texto, as informações do 3o parágrafo revelam

A a distribuição desigual do acesso à internet entre a população mundial.
B a expansão homogênea da internet pela população mundial, segundo a UIT.
C o uso exagerado e insalubre da internet pelos habitantes dos países mais ricos.
D a universalização do acesso à internet em países desenvolvidos em 2005.
E os resultados dos esforços da ONU para garantir acesso irrestrito à internet.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 7, considere a fábula abaixo.

Em Atenas, um devedor, ao ter sua dívida cobrada pelo credor, primeiro pôs-se a pedir-lhe um adiamento, alegando estar com dificuldade. Como não o convenceu, trouxe uma porca, a única que possuía, e, na presença dele, colocou-a à venda. Então chegou um comprador e quis saber se a porca era parideira. Ele afirmou que ela não apenas paria, mas que ainda o fazia de modo extraordinário: para as festas da deusa Deméter, paria fêmeas e, para as de Atena, machos. E, como o comprador estivesse assombrado com a resposta, o credor disse: “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos.”

(Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 22)

A fábula mostra que

A os homens suportam com facilidade as desgraças, quando veem que os responsáveis por elas também estão padecendo.
B muitos, interessados no próprio lucro, não hesitam nem mesmo em dar falso testemunho de absurdos.
C aqueles que enfrentam os primeiros agressores tornam-se temíveis para os demais.
D as desgraças se tornam mais cruéis para quem as sofre, quando partem de quem menos se espera.
E os ambiciosos, por desejarem mais bens, deixam escapar até o que têm em mãos.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Analista em vigilância Sanitária - Área: Enfermeiro Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Analista em vigilância Sanitária - Área: Enfermeiro - 2019

O Texto I, que aborda a obsolescência programada, busca

A condenar a produção excessiva de lixo eletrônico.
B denunciar o preço exorbitante das mercadorias modernas.
C alertar sobre o consumo desenfreado de novas tecnologias.
D destacar a queda vertiginosa na qualidade dos itens à
venda.
E analisar a suplantação dos produtos disponibilizados
ao consumidor.

A partir da frase que finaliza o Texto II – “Acho que piorei
de estojo e de vida” (L. 41-42) –, constata-se que o autor

A comportava-se de modo nostálgico.
B era fortemente apegado ao objeto.
C carregava consigo objetos inusitados.
D tinha muito cuidado com seus pertences.
E apresentava um perfil marcado pelo egoísmo.
Texto associado
Texto II

Serviu suas famosas bebidas
para Vinicius, Carybé e Pelé

____ Os pedaços de coco in natura são colocados no
liquidificador e triturados. O líquido resultante é coado
com uma peneira de palha e recolocado no aparelho,
onde é batido com açúcar e leite condensado. Ao fim,
5 adiciona-se aguardente.
____ A receita de Diolino Gomes Damasceno, ditada à
Folha por seu filho Otaviano, parece trivial, mas a co-
nhecida batida de coco resultante não é. Afinal, não é
possível que uma bebida qualquer tenha encantado
10 um time formado por Jorge Amado (diabético, tomava
sem açúcar), Pierre Verger, Carybé, Mussum, João
Ubaldo Ribeiro, Angela Rô Rô, Wando, Vinicius de
Moraes e Pelé (tomava dentro do carro).
____ Baiano nascido em 1931 na cidade de Ipecaetá,
15 interior do estado, Diolino abriu seu primeiro estabe-
lecimento em 1968, no bairro do Rio Vermelho, reduto
boêmio de Salvador. Localizado em uma garagem,
ganhou o nome de MiniBar.
____ A batida de limão — feita com cachaça, suco de
20 limão galego, mel de abelha de primeiríssima quali-
dade e açúcar refinado, segundo o escritor Ubaldo
Marques Porto Filho — chamava a atenção dos homens,
mas Diolino deu por falta das mulheres da época.
É que elas não queriam ser vistas bebendo em
25 público, e então arranjavam alguém para comprar as
batidas e bebiam dentro do automóvel.
____ Diolino bolou então o sistema de atendimento di-
reto aos veículos, em que os garçons iam até os carros
que apenas encostavam e saíam em disparada. A
30 novidade alavancou a fama do bar. No auge, chegou
a produzir 6.000 litros de batida por mês.

SETO, G. Folha de S.Paulo. Caderno “Cotidiano”. 17 maio
2019, p. B2. Adaptado.

O Texto II diz que o principal motivo do sucesso da vendagem no estabelecimento de Diolino Damasceno foi

A a receita secreta de sua batida de limão.
B seu jeito peculiar de combinar os ingredientes.
C a clientela de grandes nomes da cultura e do esporte.
D fazer uma bebida que podia ser ingerida por diabéticos.
E o sistema original de atendimento direto aos veículos.
Texto associado
Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

Por Rafael Battaglia
Publicado em 09 set. 2019

Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.
Recentemente, a revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.
Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.
Ecoterapia
Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.
Ao realizar uma ação, a Soy the City trabalha em conjunto com os médicos para definir qual tipo de terapia será o mais adequado para o lugar. Depois, os profissionais recebem treinamento em jardinagem para que eles possam orientar os pacientes. As plantas prescritas são fáceis de cuidar.
[...] Aimee Gee, que trabalha na Mind, organização sobre saúde mental, disse ao The Guardian que os efeitos da ecoterapia vêm de uma junção de fatores: a atividade física, o convívio social e a melhora no humor que o contato próximo com a natureza oferece.
Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.
Disponível em: ..Acesso em: 03 out. 2019 .

Considerando o texto de apoio, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Relatos de experiência e citação a discursos de autoridade são as estratégias argumentativas predominantes no texto.
( ) As marcas de injunção utilizadas no texto, como ocorre em “as plantas que você cultiva no sítio” e “Não mora perto de um jardim comunitário?”, caracterizam-se como um recurso comunicativo que objetiva criar uma aproximação com o leitor.
( ) A linguagem não é adequada ao propósito comunicativo do texto, conforme se verifica em “por aí vai” e “com o perdão do trocadilho”, justamente por informalizarem o texto.

A V – V – F.
B V – F – V.
C F – F – V.
D F – V – F.
Texto associado
TEXTO III
1943 – Região do Jalapão
A primeira campanha do Programa Goiás- Bahia teve como objetivos o reconhecimento geográfico da região onde se encontra a Lagoa do Veredão; a determinação do divisor de águas entre as Bacias dos Rios São Francisco e Tocantins; o estudo da Bacia Hidrográfica do Rio Preto; o levantamento de coordenadas geográficas, topográfico e de altitudes; e os estudos de Geomorfologia e de Geografia. No artigo publicado na Revista Brasileira de Geografia, v. 5, n. 4, p. 574-622, out./dez. 1943, o chefe da expedição, Gilvandro Simas Pereira, expõe como foi projetada, organizada e conduzida a expedição ao Jalapão, região do Brasil Central ainda pouco conhecida. Ao descrever tudo que observou, o autor revela também as dificuldades encontradas e os sacrifícios dos expedicionários no cumprimento do programa que foi feito no curto prazo de cinco meses, atravessando sempre zonas semidesertas, onde todos os recursos eram difíceis ou impossíveis de se obter.
Disponível em: .. Acesso em: 25 jun. 2019.

Considere as características utilizadas de modo a construir a objetividade textual como efeito de sentido e assinale a alternativa INCORRETA em relação ao Texto III.

A Ao afirmar que “os recursos eram difíceis ou impossíveis de se obter”, o autor do texto deixa transparecer traços de subjetividade.
B O uso da terceira pessoa é um recurso linguístico utilizado para construir a objetividade no texto em questão.
C Apresentar os objetivos da campanha por meio de tópicos tornaria a exposição mais clara, no caso de as informações serem divulgadas em um panfleto.
D A utilização dos verbos de elocução “expõe” e “revela” é apropriada para a construção da objetividade, pois eles não qualificam o discurso.
E O fornecimento de detalhes relativos a fatos, tempo, lugar e pessoas envolvidas no acontecimento são importantes para a clareza, precisão e objetividade pretendidas pelo texto.
Texto associado
A fundadora da Cia de Talentos escreveu esta carta às novas gerações
Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos e consultora de carreira há 30 anos , tem algo a dizer para os jovens
Por Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia. de Talentos - Publicado em 23 set 2019, 12h00
São Paulo – Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos, trazendo mudanças e inovação ao mercado de trabalho.
Todos os anos a Cia de Talentos se empenha em coletar dados na ‘Pesquisa Carreira dos Sonhos’, em que conversamos com milhares de jovens da América Latina para compreender suas necessidades e então levar essas questões às empresas para que se organizem novamente. A pesquisa desse ano, com a participação de mais de 75 mil jovens profissionais do Brasil, constatou o que há algum tempo vem sendo anunciado.
As novas gerações desejam um ambiente de trabalho flexível, em que podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas, transparência da alta liderança sobre o financeiro e sobre as ações das empresas, além de mais oportunidades de desenvolvimento e, principalmente, de mais tempo para viverem suas vidas pessoais. Esses não são desejos apenas dos jovens. Profissionais de todas as idades estão em busca de uma vida mais saudável, não é mesmo?
O mercado está começando a investir em construir times diversos nas empresas, aproveitando o que cada geração, gênero e vivência social têm de diferente, construindo visões estratégicas mais amplas, e dentro desse olhar, estão também os jovens talentos. Sendo assim, suas necessidades deixaram de ser regalias e estão se transformando em visões estratégicas das empresas, que buscam reter esses talentos em seus times.
As revoluções que os jovens trazem vão afetar o mercado de trabalho. Vocês têm muito a contribuir, mas é necessário fazer uma revolução gentil. Tudo o que hoje vocês criticam foi construído com muito empenho pelos profissionais das gerações anteriores. Tragam inovação, boas ideias, questões construtivas para que o novo mostre que o antigo precisa mudar, mas não se apeguem à ideia de que são os únicos que conhecem o caminho e que precisam derrubar tudo que foi construído.
Paciência. Esse valor não representa submissão e nem conformismo, muito menos comodismo. Paciência é inteligência emocional. Construam novos caminhos com humildade. Se permitam aprender com os profissionais mais experientes e não se percam em julgamentos.
Pois é, o segredo está em diferentes gerações colaborarem para construírem o novo em parceria, oferecendo o que cada uma tem de melhor e dessa forma agilizarem as mudanças necessárias para que a experiência e a inovação caminhem juntas, resultando em progresso. Dessa forma, todos ganham.
Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2019.

Em “Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos [...]”,

A o verbo “ter” está inadequadamente acentuado
B o verbo “ter” está concordando com o sujeito composto talentos e força.
C o termo “apaixonada” deveria estar no plural e no masculino para concordar com jovens.
D “novos” concorda com “caminhos” em gênero e número, seguindo as regras de concordância.
Texto associado
A fundadora da Cia de Talentos escreveu esta carta às novas gerações
Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos e consultora de carreira há 30 anos , tem algo a dizer para os jovens
Por Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia. de Talentos - Publicado em 23 set 2019, 12h00
São Paulo – Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos, trazendo mudanças e inovação ao mercado de trabalho.
Todos os anos a Cia de Talentos se empenha em coletar dados na ‘Pesquisa Carreira dos Sonhos’, em que conversamos com milhares de jovens da América Latina para compreender suas necessidades e então levar essas questões às empresas para que se organizem novamente. A pesquisa desse ano, com a participação de mais de 75 mil jovens profissionais do Brasil, constatou o que há algum tempo vem sendo anunciado.
As novas gerações desejam um ambiente de trabalho flexível, em que podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas, transparência da alta liderança sobre o financeiro e sobre as ações das empresas, além de mais oportunidades de desenvolvimento e, principalmente, de mais tempo para viverem suas vidas pessoais. Esses não são desejos apenas dos jovens. Profissionais de todas as idades estão em busca de uma vida mais saudável, não é mesmo?
O mercado está começando a investir em construir times diversos nas empresas, aproveitando o que cada geração, gênero e vivência social têm de diferente, construindo visões estratégicas mais amplas, e dentro desse olhar, estão também os jovens talentos. Sendo assim, suas necessidades deixaram de ser regalias e estão se transformando em visões estratégicas das empresas, que buscam reter esses talentos em seus times.
As revoluções que os jovens trazem vão afetar o mercado de trabalho. Vocês têm muito a contribuir, mas é necessário fazer uma revolução gentil. Tudo o que hoje vocês criticam foi construído com muito empenho pelos profissionais das gerações anteriores. Tragam inovação, boas ideias, questões construtivas para que o novo mostre que o antigo precisa mudar, mas não se apeguem à ideia de que são os únicos que conhecem o caminho e que precisam derrubar tudo que foi construído.
Paciência. Esse valor não representa submissão e nem conformismo, muito menos comodismo. Paciência é inteligência emocional. Construam novos caminhos com humildade. Se permitam aprender com os profissionais mais experientes e não se percam em julgamentos.
Pois é, o segredo está em diferentes gerações colaborarem para construírem o novo em parceria, oferecendo o que cada uma tem de melhor e dessa forma agilizarem as mudanças necessárias para que a experiência e a inovação caminhem juntas, resultando em progresso. Dessa forma, todos ganham.
Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2019.

Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque NÃO esteja caracterizando a palavra imediatamente antecedente .

A "[...] podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas [...]".
B "[...] construindo visões estratégicas [...]".
C "[...] 75 mil jovens profissionais do Brasil [...]".
D "[...] dessa forma agilizarem as mudanças necessárias [...]".