A
Processo descontínuo: é considerada a forma mais segura quando se tem o problema de manutenção de condições de assepsia, pois, ao final de cada batelada, imagina-se que o reator deverá ser esterilizado juntamente com o novo meio de cultura, recebendo um novo inóculo, o qual poderá sofrer todos os controles necessários, a fim de assegurar a presença única do microrganismo responsável pelo processo.
B
Descontínuo com recirculação de células: ao se encerrar a batelada, efetua-se a separação das células por centrifugação ou mesmo sedimentação no interior do próprio reator, enviando apenas o líquido fermentado para a recuperação do produto. Com isso, busca-se evitar o preparo de um novo inóculo para cada batelada, o que sempre significa custo adicional para o processo, além de significar também um certo tempo para a obtenção de altas concentrações celulares no reator, bem como consumo de substrato para isso.
C
Descontínuo alimentado: é uma operação típica da área de Engenharia Bioquímica e foi praticamente desenvolvida para processos fermentativos, sendo muito pouco utilizada para processos não biológicos.
D
Semicontínuo: diferencia-se do descontínuo alimentado, pelo fato de se retirar o líquido fermentado e se proceder ao preenchimento do reator empregando-se uma vazão muito elevada, de forma a se imaginar que o reator esteja sendo preenchido instantaneamente.
E
Batelada alimentada se refere ao processo descontínuo tradicional, em que há a recirculação das células.