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O processo de gerar novo conhecimento transformando
conhecimento tácito em outro conhecimento tácito denomina-se

A socialização.
B externalização.
C memória.
D combinação.
E internalização.
Órgão: Tribunal Regional Eleitoral da Bahia Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Psicologia Prova: CESPE/CEBRASPE - TRE BA - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Psicologia - 2017

Um líder chama seu colaborador e explica-lhe detalhamente o que ele deve fazer, oferecendo-lhe diretrizes claras e estabelecendo
padrões de desempenho bem definidos, assim como indicando controles e impondo-lhe comportamentos que garantam
que todas as regras e procedimentos sejam cumpridos. Esse líder prioritariamente está utilizando um estilo de liderança

A transformacional.
B democrático.
C inspirador.
D participativo.
E diretivo.

A especificação do conteúdo, dos métodos e das inter-relações entre os cargos, de modo a satisfazer os requisitos organizacionais
e tecnológicos, assim como os requisitos sociais e individuais do ocupante do cargo, trata de uma perspectiva de
organização do trabalho em que o processo de

A organização do trabalho desconsidera aspectos técnicos e aspectos sociais.
B gestão do trabalho delimita aspectos técnicos e aspectos funcionais.
C organização do trabalho envolve dimensões técnicas e dimensões tecnológicas.
D administração do trabalho envolve aspectos técnicos e aspectos funcionais.
E organização do trabalho envolve dimensões técnicas e dimensões sociais.

O grupo focal ou de discussão é um método de pesquisa qualitativa em que se cria um setting de interação social entre quatro a
doze pessoas, com a finalidade de

A coletar dados sobre a cultura da empresa em um ambiente informal.
B discutir um tema de interesse do grupo de forma livre.
C discutir um tema específico, sob a mediação de um moderador.
D observar o comportamento das pessoas diante de uma situação de pressão.
E observar a interação do grupo criando um gráfico sociométrico.

Robert Bales em sua teoria da Análise dos Processos de Interação (Interaction Process Analysis − IPA) baseia-se em três dimensões
das interações grupais: domínio ou submissão; amigável ou de poucos amigos e aceitação ou

A não cumprimento de regras.
B rejeição ao comando
C baixa compreensão de alguns postos de autoridade.
D não aceitação de autoridade.
E subjulgamento ao cumprimento do poder presente.

Dois pressupostos dos estudos do cotidiano parecem ter influência sobre a psicologia social do trabalho. Primeiro, o pressuposto
da não coincidência entre os sistemas sociais, com suas formas de generalização, homogeneização e controle, e o vivido, aquilo
que é experienciado pelas pessoas, sua vida real. Esse hiato permite com que o sujeito recupere algum poder sobre sua vida,
alguma margem de experimentação e inventividade. Outro pressuposto é de que a ação humana não repousa exclusivamente
nas estruturas sociais, em seus scripts e codificações

A inconscientes.
B psíquicas.
C mentais.
D racionais.
E legitimadas.

Em uma situação hipotética, Paulo e Claudio trabalham, há dez anos, exercendo a mesma função, considerada essencial em um
setor central de uma multinacional. Há seis meses, após aposentadoria do chefe imediato, Claudio foi promovido para chefia
substituta. A partir de então, o grupo de trabalho que Claudio participa passou a ter conflitos nos relacionamentos interpessoais
e no cumprimento de tarefas. Como porta-voz da insatisfação da equipe, Paulo procurou Claudio queixando-se de sua forma de
gerenciar e afirmando, categoricamente, que ele (Paulo) deveria ter sido promovido para a atual chefia.

Diante desse cenário, o setor de recursos humanos decidiu contratar um mediador de conflitos, por considerar que assim haverá
resolutividade para o problema relatado, uma vez que a mediação

A indicará, para as partes envolvidas, quais mudanças são necessárias a fim de melhorar a comunicação entre chefia e
grupo.
B facilitará a comunicação interpessoal do grupo de trabalho, de forma a restaurar a autonomia dos envolvidos e a
legitimidade nos processos de trabalho.
C identificará os conflitos existentes, para que o mediador de conflitos determine a forma de resolução do conflito entre os
sujeitos envolvidos.
D possibilitará que haja impessoalidade e o mediador atue de forma a garantir a liderança do chefe em relação ao seu grupo
de trabalho, que caracteriza a causa do conflito entre chefia e grupo de trabalho.
E possibilitará a intervenção de uma terceira pessoa que resolverá os conflitos hierárquicos e treinará a chefia a fim de
prevenir novos conflitos.

Uma das tendências contemporâneas da avaliação de desempenho é o crescimento cada vez maior

A de um único avaliador, que não seja gestor direto do funcionário.
B do uso de técnicas de psicodrama.
C do envolvimento somente de clientes externos.
D do envolvimento do trabalhador nesse processo.
E de um tutor.

As lacunas I, II, III e IV são preenchidas, correta e respectivamente, por

A psicopatologia do trabalho − dinâmica dos grupos − comportamento prescrito − comportamento real
B psicologia comportamental − organização do trabalho − estresse − bem estar
C psicanálise − normalidade − sofrimento − prazer
D psicanálise − psicopatologia − comportamento manifesto − comportamento latente
E psicopatologia do trabalho − economia psicossomática − sofrimento − prazer

No cotidiano das organizações, o conceito de competência é entendido como operativo e implica em várias ações. A esse
respeito,

A a competência pode ser atribuída a um ator específico dentro da organização, o colaborador. Deve estar pautada na
mensuração rigorosa das habilidades dos colaboradores que colocam em prática o patrimônio de conhecimentos da
organização.
B ao colocar organização e pessoas lado a lado, verifica-se um processo ininterrupto de trocas de competências, no qual as
pessoas colocam em prática o patrimônio de conhecimentos da organização, concretizando as competências organizacionais
e as aprimorando.
C por ser um conceito complexo e dinâmico, a competência deve ser avaliada por três aspectos: conhecimentos, habilidades
e atitudes dos colaboradores. Ou seja, competências individuais, desconsiderando as competências organizacionais.
D para que um sistema de gestão por competências seja orientado para o desenvolvimento e para a recompensa dos
colaboradores de forma justa é necessário que as pessoas sejam individualmente avaliadas por sua formação, seu
conhecimento técnico e suas atribuições.
E há uma total independência entre as competências organizacionais e as individuais. O estabelecimento das últimas não
deve estar vinculado à reflexão sobre as primeiras, uma vez que tais competências não são influenciadas mutuamente.