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Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. É função da psicologia conter familiares que manifestem insatisfações com a prestação de cuidados paliativos, uma vez que tais tipos de manifestações se constituem preditores do desenvolvimento de morbidade psicológica.

A Certo
B Errado

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir. O atendimento do psicólogo em cuidados paliativos precisa ser objetivo e, por isso, evita-se levantar os antecedentes psiquiátricos do paciente e (ou) dos respectivos familiares.

A Certo
B Errado

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. Cabe ao psicólogo a assistência na internação, e não na atenção domiciliar ( home care ), uma vez que a família optou por preservar a intimidade e oferecer conforto ao paciente.

A Certo
B Errado

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. Na avaliação psicológica do paciente, é importante que o psicólogo abstenha-se de manter contato direto e próximo com a equipe da unidade.

A Certo
B Errado

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. Para o paciente terminal, uma questão refere-se ao domínio da dor, pois a dor física pode levar o ser humano a desejar a morte. Alguns pacientes terminais sofrem antes de morrer, mas outros, que são cuidados adequadamente, morrem lúcidos e em paz junto aos próprios familiares. O que o paciente pode estar realmente desejando é um tratamento mais pessoal ou, meramente, mais solidariedade humana.

A Certo
B Errado

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. É relevante ter clareza de que, ao se optar por implementar uma abordagem de cuidados centrada na família - particularmente em contextos de fim de vida -, se aumenta o risco de desenvolvimento de respostas desajustadas pré e pós-morte do doente.

A Certo
B Errado

Uma paciente de 72 anos de idade é casada, tem um filho e dois netos, estudou até a quarta série do ensino fundamental e é católica. Ela foi visitada pela agente de saúde, que a orientou a fazer um check-up no posto de saúde junto com o seu esposo. Atendida pelo médico, ela fez vários exames e descobriu que estava com câncer de mama, sendo encaminhada para tratamento, mastectomia radical e quimioterapia. Após vários ciclos, constatou que estava com metástase e que a doença não teria mais cura. A paciente encontrava-se fadigada e triste e sofria muito com os efeitos colaterais do tratamento. Foi acompanhada durante todo o tratamento oncológico por uma psicóloga e revelou a ela que estava cansada do tratamento e que desejava interrompê-lo e passar os dias que restavam junto do esposo, filhos e netos. A família discorda da genitora e deseja que ela continue o tratamento. Quanto ao histórico familiar da paciente, ela tem mãe e avó falecidas por câncer de mama e ovário, respectivamente. Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. É importante permitir que o próprio paciente escolha o que deve ser feito com relação ao respectivo tratamento, e que não haja nenhuma influência que reduza a autonomia e sua liberdade de decisão, mesmo que isso signifique, como no caso da paciente descrita, interromper o tratamento quimioterápico.

A Certo
B Errado

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir. Considerando a interdependência do doente e da respectiva família na adaptação à iminência da morte, ao se garantir o bem-estar dos familiares, aumenta-se a probabilidade de se assegurar também o bem-estar do doente e, por conseguinte, a dignidade no processo de morte, objetivo fundamental dos cuidados em fim de vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Certo
B Errado