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Sobre os transtornos mentais, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Ansiedade generalizada.
2. Transtornos dissociativos.
3. Transtornos obsessivo-compulsivos.

( ) Mulher, 35 anos, solteira, não exercendo atividade laboral no momento, tem apresentado insatisfações em todas as suas relações sociais. A queixa que a levou a procurar a equipe de saúde é de que o braço perdeu parte do movimento e, apesar de ter realizado inúmeros exames com diferentes médicos, não foram detectadas alterações anatômicas ou fisiológicas que justificassem o sintoma. O braço se apresenta parcialmente paralisado, enquanto as mãos mantêm todos os seus movimentos.
( ) Homem, 32 anos, casado, 3 filhos, desempenhando função de engenheiro civil em empresa privada com metas mensais, tem apresentado sentimentos contínuos de nervosismo, tremores, tensão muscular, sudorese, palpitações, tonturas e desconforto epigástrico. Os sintomas têm relativa piora durante a jornada de trabalho.
( ) Homem, 63 anos, solteiro, trabalhando em fábrica de roupas, tem sentimentos negativos ou imagens de morte sempre que toca ou lembra da cor verde em qualquer objeto. Necessita realizar rituais repetitivos e conscientes para afastar esses sentimentos, tal como lavar as mãos cinco vezes.

A 3 – 2 – 1.
B 2 – 3 – 1.
C 1 – 2 – 3.
D 1 – 3 – 2.
E 2 – 1 – 3.
Órgão: Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Cargo: Residência Multiprofissional em Clínica da Pessoa e da Família - Área: Psicologia Prova: Instituto AOCP - SESAB - Residência Multiprofissional em Clínica da Pessoa e da Família - Área: Psicologia - 2020

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
O papel do psicólogo em oncologia faz-se importante no enfrentamento da doença e na qualidade de vida de Luana e de seus familiares.

A Certo
B Errado

Text 27A2-1

Descontente com toda violência sofrida em casa, Jones, atualmente com 23 anos de idade, é usuário de álcool e de outras drogas desde os 12 anos de idade, idade que tinha quando fugiu de casa. Com histórico de alcoolismo, o pai agredia verbalmente e fisicamente todos em casa.
Segue o relato de Jones: Meu pai fazia uns bicos na rua enquanto minha mãe cuidava da casa, de mim e dos meus irmãos. Era pra sustentar a gente… Eu sei. Mas ele bebia todos os dias. Saía do trabalho e ia direto para o bar. Minha mãe fingia que não ligava. Ela nunca teve coragem de sair de casa por nossa causa. Ao menos, ‘a gente tinha o que comer’, era o que ela dizia. Mas eu cansei de toda essa situação. Disse a ela que daria um jeito de trabalhar para conseguir sobreviver e dar o que comer a ela e meus irmãos. Mas ela preferiu ficar. Acho que pela promessa que fez a Deus e, também, porque tinha medo que pudesse acontecer algo pior com a gente, caso meu pai nos encontrasse. Fugi. Sem casa e sem trabalho, fui viver na rua. Lá eu conheci uns amigos que me apresentaram ‘uns bagulho’. No começo, resisti, mas depois a fome era tanta que passei a trocar a fome pela onda que a droga trazia. Nunca mais consegui sair. Espero que Deus me perdoe por isso. Já passei por várias internações (psiquiátricas). Dizem que fico muito doido e já cheguei a ver bicho saindo e passeando pelo meu corpo. Não sei. Não lembro de nada. Hoje frequento grupos do centro de atenção psicossocial de álcool e drogas (CAPS-AD). Me sinto cada dia melhor. Mas sei que é um dia de cada vez. Já recaí algumas vezes e sei que isso pode acontecer de novo (sic).

Ainda tendo como base o texto 27A2-I, assinale a opção correta, a respeito da dependência química, da psicopatologia e das intervenções psicológicas em problemas específicos.

A Jones apresenta diplopia e delirium , efeitos do uso prolongado do álcool.
B Jones apresenta ataxia relacionada a um dos efeitos do álcool, decorrente do efeito estimulante dessa substância na atividade mental.
C Os prejuízos das funções sensoriais apresentados por Jones não estão associados a efeitos de drogas depressoras da atividade mental.
D Jones apresenta um delírio que permite inferir que ele faz uso de solventes ou inalantes.
E Jones apresenta um delírio de infestação ou síndrome de Ekbom, característico em pacientes em delirium tremens decorrentes de intoxicações por alucinógenos.
Órgão: Órgão não informado Cargo: Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo Prova: CESPE CEBRASPE - Órgão não informado - Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo - 2020

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
O isolamento associado ao choro fácil e ao medo da morte apresentados por Luana são sintomas característicos de quadro depressivo em fase inicial.

A Certo
B Errado

Julgue os itens a seguir, acerca do diagnóstico, curso e prognóstico do transtorno bipolar.

I O transtorno bipolar tem como principal característica a desregulação extrema do afeto.

II O diagnóstico de um episódio maníaco deve ser ancorado em evidências de prejuízos no funcionamento psicossocial da pessoa.
III Os sintomas hipomaníacos implicam prejuízos graves ao funcionamento social, de modo que as alterações comportamentais são observadas e percebidas por outras pessoas.
IV O luto é um fator estressor significativo, mas, devido ao seu caráter situacional, é considerado critério de exclusão do transtorno bipolar.

V Episódios de recaída são frequentes no tratamento do transtorno bipolar, sendo a não adesão à medicação uma das principais justificativas disso.
Estão certos apenas os itens

A II e III.
B IV e V.
C I, II e V.
D I, II, III e IV.
E I, III, IV e V.
Órgão: Órgão não informado Cargo: Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo Prova: CESPE CEBRASPE - Órgão não informado - Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo - 2020

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
Uma das estratégias de trabalho do psicólogo no caso de Luana pode ser a preparação psicológica da paciente para a realização de procedimentos invasivos dolorosos.

A Certo
B Errado

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
As sensações de exclusão, de não pertencimento ou mesmo de abandono apresentadas por Luana desencadeiam a criação de defesas que estão comprometendo seu processo de enfrentamento da doença.

A Certo
B Errado