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Leandro tem 5 anos e não interage socialmente, além de não conseguir se expressar verbalmente, apresentando ainda importantes estereotipias comportamentais que se manifestam pela persistência no giro de objetos e adesão a rotinas ritualizadas. Os comportamentos apresentados por Leandro são sugestivos de

A esquizofrenia.
B transtorno bipolar.
C TOD.
D TEA.
E transtorno de personalidade borderline.

Léa Maria foi promovida a um cargo de chefia e passou a administrar muitas exigências laborativas, estendendo sua carga de trabalho para noites e finais de semana. Há algumas semanas a profissional passou a perceber alterações em seu padrão de sono, apresentando insônia, além de cansaço continuado, elevação da pressão arterial e muitas dores de cabeça. Os sinais apresentados por Léa podem ser indicativos de

A Síndrome de FOMO.
B TOC.
C Síndrome de Tourette.
D TDAH.
E Síndrome de Burnout.

A fase da adolescência é especialmente sensível no tocante à imagem corporal. Os transtornos alimentares ligados à imagem corporal são condições psicológicas graves que envolvem distúrbios significativos na percepção do corpo e nos comportamentos alimentares. De acordo com o DSM 5, são transtornos alimentares ligados à imagem corporal:

A a compulsão alimentar e a seletividade alimentar.
B o transtorno obsessivo compulsivo e a vigorexia.
C a anorexia nervosa e a bulimia nervosa.
D o transtorno dismórfico corporal e a hipocondria.
E o transtorno de personalidade narcísica e a síndrome do pânico.
Texto associado
Caso clínico 5A2-I

Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" ( sic ).

Ainda considerando o caso clínico 5A2-I, as contribuições da psicopatologia, os princípios norteadores do SUS, a rede de atenção psicossocial, as ações básicas em saúde e a atuação profissional do psicólogo, julgue os itens subsecutivos.

Não cabe ao Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) a oferta de ações de apoio matricial para as equipes de saúde da família (ESF).

C Certo
E Errado
Texto associado
Caso clínico 5A2-I

Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" ( sic ).

Ainda considerando o caso clínico 5A2-I, julgue os próximos itens, à luz das contribuições da psicopatologia, do DSM-5, da CID-10, dos princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS) e das ações básicas em saúde.

Em se tratando de diretrizes para o cuidado, a integralidade assume duas dimensões: o reconhecimento de Josué como um sujeito integral; e a organização de rede de cuidados que responda integralmente à diversidade das demandas de Josué e sua mãe.

C Certo
E Errado
Texto associado
Caso clínico 5A2-I

Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" ( sic ).

A respeito do caso clínico 5A2-I, julgue os itens subsequentes, com base nas contribuições da psicopatologia, no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

Josué apresenta estereotipias motoras e ausência de atenção conjunta.

C Certo
E Errado
Texto associado
Caso clínico 5A2-I

Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" ( sic ).

A respeito do caso clínico 5A2-I, julgue os itens subsequentes, com base nas contribuições da psicopatologia, no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

Josué apresenta transtorno de comunicação social pragmática.

C Certo
E Errado

Em relação ao DSM-5, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. No transtorno fóbico, o objeto ou situação fóbica quase invariavelmente provocam uma resposta imediata de medo ou ansiedade.
II. Na esquizofrenia, a perturbação não pode ser atribuída aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou a outra condição médica.
III. No transtorno psicótico devido a outra condição médica, a perturbação não ocorre exclusivamente durante o curso de delirium.

A I, II e III.
B Apenas II e III.
C Apenas I e II
D Apenas II.
E Apenas I e III.
Texto associado
Os elementos que caracterizam os processos de trânsito são bastante abrangentes, sendo fundamental refletir acerca das inter-relações entre psicologia, ambiente e trânsito. A respeito dessas inter-relações, julgue os itens a seguir.

O uso de entorpecentes inclui-se entre as condições ambientais adversas capazes de provocar um acidente.

C Certo
E Errado
Texto associado
Situação hipotética 8A01-I

Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” ( sic ).

A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue os itens subsequentes, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).

A especificidade do funcionamento comprometido é característico tanto em casos de esquizofrenia na infância como no transtorno de aprendizagem apresentado por Josué.

C Certo
E Errado
Órgão: Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco Cargo: Analista de Gestão Educacional - Área Psicologia Prova: CESPE/CEBRASPE - Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco - Analista de Gestão Educacional - Área Psicologia - 2022