QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
278 questões encontradas

Julgue os itens a seguir, acerca do diagnóstico, curso e prognóstico do transtorno bipolar.

I O transtorno bipolar tem como principal característica a desregulação extrema do afeto.

II O diagnóstico de um episódio maníaco deve ser ancorado em evidências de prejuízos no funcionamento psicossocial da pessoa.
III Os sintomas hipomaníacos implicam prejuízos graves ao funcionamento social, de modo que as alterações comportamentais são observadas e percebidas por outras pessoas.
IV O luto é um fator estressor significativo, mas, devido ao seu caráter situacional, é considerado critério de exclusão do transtorno bipolar.

V Episódios de recaída são frequentes no tratamento do transtorno bipolar, sendo a não adesão à medicação uma das principais justificativas disso.
Estão certos apenas os itens

A II e III.
B IV e V.
C I, II e V.
D I, II, III e IV.
E I, III, IV e V.
Órgão: Órgão não informado Cargo: Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo Prova: CESPE CEBRASPE - Órgão não informado - Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo - 2020

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
Uma das estratégias de trabalho do psicólogo no caso de Luana pode ser a preparação psicológica da paciente para a realização de procedimentos invasivos dolorosos.

A Certo
B Errado

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
As sensações de exclusão, de não pertencimento ou mesmo de abandono apresentadas por Luana desencadeiam a criação de defesas que estão comprometendo seu processo de enfrentamento da doença.

A Certo
B Errado

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.
A etiologia dos transtornos alimentares é complexa e pode ser multifatorial, com curso de desenvolvimento relativamente positivos.

A Certo
B Errado

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.
O transtorno alimentar denominado pica caracteriza-se pela ingestão de substâncias não alimentares, frequentemente comparecendo antes dos 2 anos.

A Certo
B Errado

Text 27A2-1

Descontente com toda violência sofrida em casa, Jones, atualmente com 23 anos de idade, é usuário de álcool e de outras drogas desde os 12 anos de idade, idade que tinha quando fugiu de casa. Com histórico de alcoolismo, o pai agredia verbalmente e fisicamente todos em casa.
Segue o relato de Jones: Meu pai fazia uns bicos na rua enquanto minha mãe cuidava da casa, de mim e dos meus irmãos. Era pra sustentar a gente… Eu sei. Mas ele bebia todos os dias. Saía do trabalho e ia direto para o bar. Minha mãe fingia que não ligava. Ela nunca teve coragem de sair de casa por nossa causa. Ao menos, ‘a gente tinha o que comer’, era o que ela dizia. Mas eu cansei de toda essa situação. Disse a ela que daria um jeito de trabalhar para conseguir sobreviver e dar o que comer a ela e meus irmãos. Mas ela preferiu ficar. Acho que pela promessa que fez a Deus e, também, porque tinha medo que pudesse acontecer algo pior com a gente, caso meu pai nos encontrasse. Fugi. Sem casa e sem trabalho, fui viver na rua. Lá eu conheci uns amigos que me apresentaram ‘uns bagulho’. No começo, resisti, mas depois a fome era tanta que passei a trocar a fome pela onda que a droga trazia. Nunca mais consegui sair. Espero que Deus me perdoe por isso. Já passei por várias internações (psiquiátricas). Dizem que fico muito doido e já cheguei a ver bicho saindo e passeando pelo meu corpo. Não sei. Não lembro de nada. Hoje frequento grupos do centro de atenção psicossocial de álcool e drogas (CAPS-AD). Me sinto cada dia melhor. Mas sei que é um dia de cada vez. Já recaí algumas vezes e sei que isso pode acontecer de novo (sic).

No que se refere ao caso clínico hipotético apresentado no texto 27A2-I, às intervenções psicológicas em casos específicos, à psicopatologia e à dependência química, assinale a opção correta.

A A dimensão cultural de Jones deve ser desconsiderada na formulação diagnóstica psiquiátrica do caso.
B O componente religioso deve ser excluído da questão diagnóstica do caso, considerando-se a atribuição e o papel ético do psicólogo.
C O diagnóstico psicopatológico de Jones é claro, não sendo necessária a avaliação do curso da doença para fins de categorizar o quadro.
D As propostas de ação e intervenção no caso de Jones devem ser fundamentadas em um diagnóstico psiquiátrico pluridimensional.
E Jones apresenta sintomas patognomônicos característicos de sua dependência do álcool e de outras drogas.
Órgão: Órgão não informado Cargo: Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo Prova: CESPE CEBRASPE - Órgão não informado - Prefeitura de Barra dos Coqueiros SE Psicólogo - 2020

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
O afastamento para tratamento pode trazer consequências no âmbito interpessoal e afetivo de Luana.

A Certo
B Errado

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
Na situação, estão presentes os critérios para se diagnosticar Luana com transtorno de ansiedade decorrente do quadro cancerígeno.

A Certo
B Errado

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” ( sic ). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” ( sic ).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
No caso de Luana, a intervenção psicológica deve ser restrita ao suporte psicossocial, pois o apoio psicoterapêutico não é indicado em contexto hospitalar.

A Certo
B Errado