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Atenção : Para responder às questões de números 31 a 33, baseie-se no texto abaixo.

Diante dessas premissas, indaga-se sobre como as tecnologias e a internet podem contribuir com a inclusão social e a incidência da participação social, a ponto de se passar a empregar o termo “inclusão digital”. A inclusão social reconhece a diferença de classes ou estratos sociais, mas também as potencialidades de outros fatores que contribuem com a interação de classes e a participação social. Assim, o surgimento e o contínuo acréscimo das tecnologias da informação e comunicação na pós-modernidade contribuíram com o advento da ideia de inclusão digital, pois, entre os fatores que favorecem a interação social e produção de conhecimentos (em outras palavras, inclusão social), temos, atualmente, as tecnologias da informação e comunicação.
Por meio da interação baseada no uso das tecnologias e da internet, cria-se e fomenta-se o diálogo igualitário. As plataformas digitais criadas com base no desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação até favorecem as possibilidades de uma incidência de maior alcance e mais equitativa entre as diversas classes e grupos sociais. Essa é uma das grandes potencialidades das tecnologias e da internet como fatores para a participação social e inclusão social. A inclusão digital emerge, assim, como novo direito fundamental, diante do avanço das relações na internet. Na verdade, muitos dos serviços públicos essenciais são realizados pela internet, como é o caso da prestação jurisdicional e da comunicação. Hodiernamente, as chamadas telefônicas foram, em grande parte, substituídas por mensagens de aplicativos para a transmissão de conteúdos diversos, e a comunicação de atos jurisdicionais é feita pela internet − é nesse ambiente que as notícias circulam e que parte considerável dos diálogos são travados.

(Adaptado de: MACHADO, Raquel Cavalcanti Ramos; RIVERA, Laura Nathalie Hernandez. Democratização na era digital. Revista Brasileira de Políticas Públicas, Brasília, v. 7, no 3, 2017, p. 601-616)

Diante dessas premissas, indaga-se sobre como as tecnologias e a internet podem contribuir com a inclusão social e a incidência da participação social, a ponto de se passar a empregar o termo “inclusão digital”.

A passagem acima está corretamente reescrita, sem prejuízo do sentido, em:

A Diante desses pressupostos, indaga-se sobre como as tecnologias e a internet podem corroborar com a inclusão social e a ocorrência da participação social, a ponto de passarem a empregar o termo “inclusão digital”.
B Diante dessas bases, indaga-se sobre como as tecnologias e a internet podem contribuir com a inclusão social e a ocorrência da participação social, de tal forma que se passe a empregar o termo “inclusão digital”.
C Frente à essas ideias, indaga-se sobre como as tecnologias e a internet podem contribuir com a inclusão social e a retomada da participação social, no limite de se passar a empregar o termo “inclusão digital”.
D Diante dessas primícias, é indagado sobre como as tecnologias e a internet podem beneficiar com a inclusão social e o acontecimento da participação social, a ponto de se passar a empregar o termo “inclusão digital”.
E Diante dessas primícias, indagam à respeito das tecnologias e a internet podem contribuir com a inclusão social e a permanência da participação social, a ponto de se passar a empregar o termo “inclusão digital”.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 12 a 15, baseie-se no texto abaixo.

Planos da natureza

Gabam-se os homens de serem hábeis planejadores. E somos. Mas não queiramos exclusividade absoluta. A natureza é a rainha dos planejamentos. Aprendemos com ela a identificar para cada necessidade seu melhor atendimento. Mas fomos além: chegamos a criar carências só pelo prazer de atendê-las.
Exemplo? Ouve-se a toda hora: não sei o que seria de mim sem meu celular. Foram necessários milhares de anos para o homem finalmente descobrir o que lhe é vital: um smartphone. “Com ele planejo meu dia, me oriento, me situo na vida” - dirá um contemporâneo. De fato, o planejamento, como ferramenta da previsão e da organização do trabalho eficaz e necessário, muitas vezes revela-se indispensável. Mas quando quero me certificar da vantagem de um planejamento, observo a natureza, em algum plano que ela traçou para manter vivas suas leis essenciais. E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?

(Aristeu Villas-Boas, inédito )

E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?

Está clara e correta, guardando sentido equivalente ao da frase acima, esta nova redação:

A Ela tem, com toda a propriedade, razões próprias para se deixar planejar.
B Não se duvidem de que tenha suas razões apropriadas para seu julgamento.
C Ninguém duvida que o planejamento dela se aproprie de suas razões.
D É próprio dela não nos deixar duvidar de que hajam razões em seu planejamento.
E Razões próprias de planejamento: duvidará alguém de que ela as tenha?

Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre
assim. [...] a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores... (1o parágrafo)

Mantendo-se a lógica, os segmentos acima estão corretamente reescritos em um único período em:

A Nem sempre, conquanto pareça, o Rio Grande do Sul teria sido, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os
lados: haja visto que, a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores.
B À medida que, artisticamente, a comunicação era bem mais fácil nos anos anteriores, o Rio Grande do Sul, parece hoje
uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, onde se vê-se que não foi sempre assim.
C Embora hoje se tenha a impressão de que o Rio Grande do Sul seja, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos
os lados, não foi sempre assim: nos anos anteriores, a comunicação era muito mais fácil.
D O Rio Grande do Sul, hoje parece constituir uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, artisticamente; entretanto,
nem sempre fora dessa maneira, uma vez que nos anos anteriores, a comunicação era bem mais fácil.
E Conforme se constata, o Rio Grande do Sul, que nem sempre fora, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos
os lados, apesar de lhe parecer; era muito mais fácil a comunicação nos anos anteriores.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista - Área Suporte à Infraestrutura de Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista - Área Suporte à Infraestrutura de Tecnologia da Informação - 2019

Uma rede de telas em forma de ''U'' coletaria o plástico flutuante até um ponto central. O plástico concentrado poderia, então, ser
extraído e enviado à costa marítima para fins de reciclagem.

Com as devidas alterações na pontuação, o trecho acima estará corretamente reescrito, em um único período, substituindo-se o
segmento sublinhado por:

A aonde o tanto
B que o mesmo
C ao qual o produto
D onde o material
E o qual o restante
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Agente Técnico de Hidromecânica -Área- Mecânico Prova: FCC - SANASA - Agente Técnico de Hidromecânica - Área- Mecânico - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 12, considere o texto abaixo.

Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. (4º parágrafo)

Está correta a seguinte redação alternativa para a frase acima:

Simbolicamente, imagina-se alguém que só

A se reconhecerá sendo um indivíduo no momento que se ver no espelho da sociedade.
B se reconhece na condição de indivíduo quando se vê refletido no espelho da sociedade.
C se reconhecia na qualidade de indivíduo caso seu reflexo seje visto no espelho da sociedade.
D se reconheceria igual que um indivíduo no instante que via-se no espelho da sociedade.
E se reconheça indivíduo à medida em que vesse seu reflexo no espelho da sociedade.
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 19.

Pode ser reescrito na voz passiva o seguinte trecho do texto:

A ele encontrou um envelope na carta do correio (3 o parágrafo)
B Este alívio resultou em culpa (2 o parágrafo)
C a mãe falecera exatamente na noite de Natal (2 o parágrafo)
D No seu caso havia uma razão óbvia para isso (1 o parágrafo)
E Cartão na mão, aproximou-se da janela (6 o parágrafo)

Está correta a redação deste livre comentário:

A Em diversos momentos, Carlos Drummond criticou a transformação de Machado de Assis em uma celebridade literária.
B Na maturidade, com palavras do próprio Machado de Assis, Carlos Drummond criou o epíteto “bruxo do Cosme Velho” cujo
ficou bastante notório.
C O ímpeto de renovação da cena cultural nacional, dificultou para toda uma geração no início do século, a assimilação de
um legado.
D Através de exemplos das cartas enviadas, notam-se a presença incômoda de Machado de Assis no desenvolvimento
intelectual de Carlos Drummond.
E Costuma-se considerar que, a rivalidade entre um jovem escritor e outro já consagrado deve-se a imaturidade do primeiro.
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, baseie-se no texto abaixo.

[Laços antigos]

Na Idade da Pedra, os amigos dependiam uns dos outros para sua própria sobrevivência. Os humanos viviam em
comunidades solidárias e os amigos eram pessoas com quem se ia à caça dos mamutes. Juntos, sobreviviam a longas jornadas e a
invernos rigorosos. Cuidavam um do outro quando um deles ficava doente, e compartilhavam a última porção de comida em épocas
de necessidade.

Tais amigos conheciam uns aos outros mais intimamente do que muitos casais de nossos dias. Quantos maridos podem dizer
que sabem qual será o comportamento da esposa se eles forem atacados por um mamute enfurecido?

Substituir as redes tribais precárias pela segurança das economias e dos Estados paternalistas modernos obviamente tem
vantagens enormes, mas é provável que a qualidade e a profundidade das relações íntimas tenha sido afetada.

(HARARI, Yuval Noah. Sapiens − Uma breve história da humanidade . Trad. Janaína Marcoantonio. 38 ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 393)

Uma expressão do texto é traduzida por outra de sentido equivalente em:

A dependiam uns dos outros para sua própria sobrevivência (1° parágrafo) = a dependência era compartilhada em recíproca
sobrevivência
B sobreviviam a longas jornadas e a invernos rigorosos (1° parágrafo) = enfrentavam rigorosamente as excursões e a
estiagem
C compartilhavam a última porção de comida (1° parágrafo) = nutriam-se com o derradeiro bocado de alimento
D Substituir as redes tribais precárias (3° parágrafo) = Alternar as parcas relações familiares
E obviamente tem vantagens enormes (3° parágrafo) = com toda a evidência é grandemente vantajoso

Está correta a redação do livre comentário que se encontra em:

A Ao esmiuçar sua insegurança, Kafka afirmou que nenhuma das coisas e pessoas que conhecia lhes inspiravam confiança,
a não ser a terra em que pisava.
B A opção de escrever em todos os momentos disponíveis, como fizera Kafka, são poucos os escritores que adota.
C Deve ter havido expectativas otimistas de Kafka em relação a sua obra, uma vez que não foi capaz de queimar seus
escritos inéditos.
D Na cidade de Praga, encontra-se, em diversos lugares, turistas que tiram fotos e compram livros e recordações de Kafka.
E A indagação de que mais horas do dia deveriam ser dedicados à escrita costumam acompanhar os escritores.
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Analista de Tecnologia da Informação - Análise e Desenvolvimento Prova: FCC - SANASA - Analista de Tecnologia da Informação - Análise e Desenvolvimento - 2019

Preservando as relações de sentido no contexto e respeitando as regras gramaticais, a pergunta que encerra o texto poderia ser substituída por

A quem mais executaria-os?
B quem mais executariam-nos?
C quem mais lhes executaria?
D quem mais executariam-lhes?
E quem mais os executaria?