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Atenção : Para responder às questões de números 9 a 12, considere o texto abaixo.

Quem fala português não se limita a comer, a gente também gosta de falar sobre comida. Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma. A língua portuguesa tem um valor nutritivo que as outras não têm. Creio que é possível engordar a falar de comida em português. Vai uma linguicinha? E se amanhã fizéssemos um costelão? Boa sorte a traduzir estas perguntas para inglês, francês ou alemão.
Eles sabem (vagamente) o que é linguiça e costela. Mas nunca hão de saber o que é uma linguicinha e um costelão. Sem esses nomes, o sabor é diferente. Já tenho tomado refeições com gente que fala outras línguas e nunca vi nada parecido. Numa mesa de falantes de português, come-se, recordam-se refeições passadas e projetam-se refeições futuras. Falantes de português, depois de terem comido uma feijoada, recordam uma moqueca capixaba que comeram em 1987 e planejam o acarajé que vão fazer para o jantar do dia seguinte. A gente ama através da comida — e é um amor bruto, que é o único amor que vale a pena. Dizemos coisas que, apesar de carinhosas, estão bastante próximas do universo do crime. Por exemplo: “Você não sai daqui sem provar este vatapá”. Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura.

(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo A. “Uma série de séries”. 08/09/19. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura. (final do texto)

As frases acima articulam-se em um único período, sem prejuízo do sentido, em:

A Isso era ternura; portanto, seria vocabulário de sequestrador.
B Isso é ternura, uma vez que é vocabulário de sequestrador.
C Isso seria vocabulário de sequestrador - desde que fosse ternura.
D Caso fosse ternura, isso seria vocabulário de sequestrador.
E Isso é ternura; não obstante, é vocabulário de sequestrador.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.

Conflito e acomodação sociais

A interação social passa por distintos processos. Acomodação é o termo utilizado pelos sociólogos para descrever o ajustamento de indivíduos ou de grupos hostis. Não se pode dizer de indivíduos que estejam acomodados a não ser que previamente tenham estado em conflito. Na própria acomodação existe habitualmente um resíduo de antagonismo, de tal maneira que o ajustamento não passa de temporário. O conflito pode explodir de novo, a qualquer hora. No entanto, não se deve pensar que a acomodação é mero conflito em estado de latência. A acomodação se refere ao trabalho em conjunto de indivíduos, malgrado alguma hostilidade latente.
Sabe-se que os processos socais refletem as atitudes subjacentes dos indivíduos: atitudes de amor e ódio. Quando as atitudes de amor prevalecem, a cooperação torna-se possível. O ódio, por seu turno, leva ao conflito. Por sua vez, na acomodação coexistem atitudes de amor e de ódio, o que já levou um sociólogo a se referir a ela como sendo uma “cooperação antagônica”.
O ajustamento social é uma experiência dinâmica, sempre em mudança. Os indivíduos, vivendo em grupos, cooperam e competem. Quando as divergências se desenvolvem entre eles, tornam-se antagônicos e recorrem ao conflito. Depois de algum tempo, os antagonistas abandonam a luta e levam a efeito um tipo de acomodação qualquer. Com o correr dos dias, pode desenvolver-se uma nova unidade de propósitos e de pontos de vista entre as duas facções, fazendo desaparecer completamente o antagonismo.

(Adaptado de: OGBURN, William, e MEYER, Nimkoff. In: Homem e sociedade . São Paulo: Nacional, 1975, p. 264-265)

Um segmento do texto tem nova redação , sem prejuízo para o sentido, em:

A passa por distintos processos (1 o parágrafo) = distingue-se das outras operações
B existe habitualmente um resíduo de antagonismo (1 o parágrafo) = perpassa ainda uma série de hostilidades
C refletem as atitudes subjacentes (2 o parágrafo) = revogam condutas insuspeitas
D por seu turno, leva ao conflito (2 o parágrafo) = quase sempre se faz antagônico
E levam a efeito um tipo de acomodação (3 o parágrafo) = realizam uma espécie de ajustamento
Órgão: Defensoria Pública do Estado de Amazonas Cargo: Analista Jurídico de Defensoria - Área Ciências Jurídicas Prova: FCC - DPE AM - Analista Jurídico de Defensoria - Área Ciências Jurídicas - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

[Beleza e propaganda]

A crescente padronização do ideal de beleza feminina foi um dos efeitos imprevistos da popularização da fotografia, das revistas de grande circulação e do cinema a partir do início do século XX. Não é à toa que esse movimento coincide com a decolagem e vertiginosa ascensão da indústria da beleza (hoje um mercado com receita global acima de 200 bilhões de dólares). Como vender “a esperança dentro de um pote?"
As estratégias variam ao infinito, porém a mais diabólica e (possivelmente) eficaz dentre todas - verdadeira premissa oculta do marketing da beleza - foi explicitada com brutal franqueza, em 1953, pelo então presidente da megavarejista de cosméticos americana Allied Stores: “O nosso negócio é fazer as mulheres infelizes com o que têm".
O atiçar cirúrgico da insegurança estética e a exploração metódica das hesitações femininas no universo da beleza abrem as portas ao infinito. Os números e lucros do setor reluzem, mas quem estimará a soma de todo o mal-estar causado pelo massacre diuturno de um padrão ideal de beleza?

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 104-105)

Uma nova redação na qual se mantêm a correção, a clareza e o sentido da frase A exploração metódica das hesitações femininas abre as portas ao infinito apresenta-se na seguinte versão:

A Uma vez que se abra, as portas da exploração metódica tornam-se infinitas ao que há de hesitante nas mulheres.
B Conquanto hajam hesitações femininas, a exploração metódica destas portas podem ser infinitas.
C Os titubeios femininos visam à abrir as portas ao infinito para sua exploração metódica.
D Abrem-se infinitamente as portas das dúvidas femininas quando explorado com método.
E São portas para o infinito as que abre a exploração sistemática das inseguranças femininas.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.

[A harmonia natural em Rousseau]

A civilização foi vista por Jean-Jacques Rousseau (1713-1784) como responsável pela degeneração das exigências morais mais profundas da natureza humana e sua substituição pela cultura intelectual. A uniformidade artificial de comportamento, imposta pela sociedade às pessoas, leva-as a ignorar os deveres humanos e as necessidades naturais.
A vida do homem primitivo, ao contrário, seria feliz porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas. Ele é amplamente autossuficiente porque constrói sua existência no isolamento das florestas, satisfaz as necessidades de alimentação e sexo sem maiores dificuldades e não é atingido pela angústia diante da doença e da morte. As necessidades impostas pelo sentimento de autopreservação – presente em todos os momentos da vida primitiva e que impele o homem selvagem a ações agressivas – são contrabalançadas pelo inato sentimento que o impede de fazer mal aos outros desnecessariamente.
Desde suas origens, o homem natural, segundo Rousseau, é dotado de livre arbítrio e sentido de perfeição, mas o desenvolvimento pleno desses sentimentos só ocorre quando estabelecidas as primeiras comunidades locais, baseadas sobretudo no grupo familiar. Nesse período da evolução, o homem vive a idade do ouro, a meio caminho entre a brutalidade das etapas anteriores e a corrupção das sociedades civilizadas.

(Encarte, sem indicação de autoria, a Jean-Jacques Rousseau – Os Pensadores . Capítulo 34. São Paulo: Abril, 1973, p. 473)

A vida do homem primitivo seria mais feliz que a dos civilizados porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas.

Uma nova redação da frase acima, em que se respeitem sua clareza, seu sentido básico e sua correção, poderá ser:

A Apesar de nutrir sentimentos inatos, a vida dos homens primitivos, comparativamente a dos civilizados, torna-se mais feliz.
B As necessidades primitivas do homem tornam-lhe mais feliz que a dos civilizados quando passam a atender suas forças inatas.
C Tendo por parâmetro o atendimento às necessidades naturais, o homem primitivo desfruta de uma condição de felicidade superior à do civilizado.
D Para atender a suas necessidades primitivas, o homem natural tem uma vida sobre a qual agrega mais sentimentos de felicidade que os demais.
E Os civilizados não levam uma vida proporcionalmente mais feliz que os primitivos pelo fato de não terem atendido as necessidades que dispõe para viver.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.

Pensar e redigir

O aluno diz ao professor que está com “ótimas ideias” para fazer o trabalho, falta “apenas colocar no papel”. O rapaz acha que a passagem da boa ideia para a redação que a sustentará é fácil, ou mesmo automática. É como se o bom conteúdo imaginado garantisse por si mesmo a forma que melhor o expressará. Essa ilusão se desmancha logo na primeira frase: descobre-se que cada palavra empregada fixa-se inapelavelmente no papel, diz somente o que diz, e o mesmo acontece com a ordem das frases que vão chegando, tudo é inapelável, e se apresenta longe de corresponder às “ótimas ideias”.
Não é o caso de desanimar, mas de aprender que é longo o caminho que vai da ideia solta e criativa ao necessário determinismo das palavras. Aprende-se com isso o limite que é nosso, a fronteira onde se detém nossa capacidade de expressão. Esse aprendizado sofrido não deixa de ser um ganho: faz-nos querer alargar os domínios da nossa capacidade expressiva.
Sendo um limite, na sua compulsória particularização de sentido, toda linguagem é também a garantia de alguma forma conquistada; ainda que modesta no alcance, essa forma é mais do que o silêncio que a precedia. O que nos limita é também o que nos define: é o que nos diz nossa linguagem, no espelho da página em que se projeta.

(CRUZ, Aníbal Tolentino, inédito)

Considerando-se o contexto, está adequada a tradução de sentido de um segmento do terceiro parágrafo do texto em:

A o silêncio que a precedia = o laconismo que a habilitava.
B página em que se projeta = face da folha em que se revela.
C compulsória particularização = obrigatória parcialidade.
D alguma forma conquistada = força de expressão vencida.
E ainda que modesta no alcance = porquanto humilde na antevisão.

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto

A O autor do texto acredita que as corridas mais competitivas são aquelas cujos participantes jamais se satisfazem com
algum resultado alcançado.
B Nada satisfazem mais as pessoas obsecadamente competitivas do que haverem cada vez mais e mais metas a se
alcançarem.
C Para muitos o mérito das corridas mais competitivas residem no fato de que nunca se chegam aos melhores resultados.
D São próprias das competições extremadas as pessoas se envolverem tanto com a disputa que perdem o censo mesmo do
limite.
E Por mais que se empenhe na competição os competidores mais fanatisados parece que de fato não tem o desejo de
chegar à seus objetivos.
Órgão: Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno do Amazonas Cargo: Técnico Fazendário Prova: FCC - SEMEF - Manaus - Técnico Fazendário - 2019
Texto associado
Texto I

Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

___ O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5 vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
meados de 2007, quando se iniciou esse estudo sobre
o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
já passava por um rápido processo de ressignificação
10 perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
diferentes mídias, não era mais associada apenas à
prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
velizadas”, despontando narrativas que positivavam
alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15 culturais”.
___ Dentro do amplo território portuário, os plane-
jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20 convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
lecimentos financeiros e comerciais.
GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do Texto I: “não era mais
associada apenas à prostituição” (L. 11-12)
O valor contextual da palavra mais , empregada nesse trecho, está presente na seguinte reescritura:

A ainda não era associada
B também não era associada
C já não era associada
D não era mesmo associada
E não era bem associada

Considere a oração em destaque no seguinte trecho do
Texto I: “Obsolescência programada é exercida quando
um produto tem vida útil menor do que a tecnologia permitiria, motivando a compra de um novo modelo ” (L. 1-3).
A reescrita que mantém o mesmo valor semântico dessa
oração é:

A à medida que motive a compra de um novo modelo.
B a menos que motive a compra de um novo modelo.
C ainda que motive a compra de um novo modelo.
D para que motive a compra de um novo modelo.
E embora motive a compra de um novo modelo.
Texto associado
Texto I

Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

___ O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5 vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
meados de 2007, quando se iniciou esse estudo sobre
o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
já passava por um rápido processo de ressignificação
10 perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
diferentes mídias, não era mais associada apenas à
prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
velizadas”, despontando narrativas que positivavam
alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15 culturais”.
___ Dentro do amplo território portuário, os plane-
jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20 convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
lecimentos financeiros e comerciais.
GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do Texto I: “Dentro do amplo território portuário, os planejadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco” (L. 16-21)
A reescritura que mantém os aspectos informacionais do trecho e respeita as normas de emprego dos sinais de pontuação é a seguinte:

A Os planejadores urbanos, que idealizaram dentro do amplo território portuário o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco.
B Dentro do amplo território portuário, os planejadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio, haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco.
C Os planejadores urbanos que idealizaram, dentro do amplo território portuário, o Plano Porto do Rio haviam concentrado, investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco.
D Os planejadores urbanos que idealizaram, dentro do amplo território portuário, o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco.
E Dentro do amplo, território portuário, os planejadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco.
Texto associado
Uma breve história das
cadeiras para
escritório


Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.

Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.

Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.

Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.

[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.

[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.

Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.

No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.

Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .

Considere o contexto do trecho em
destaque e assinale a alternativa em que
a reescrita preserva a regência verbal,
a correção gramatical e o sentido “[…]
César finalmente distinguiu sua cadeira
levando-a aonde quer que fosse .”.

A […] em onde quer que visitasse.
B […] onde quer que se direcionasse.
C […] para onde quer que viajasse.
D […] naonde quer que chegasse.