TEXTO 2
Adaptado de: https://www.medicina.ufmg.br/por-que-a-ingestao-deagua-e-essencial-no-tratamento-de-doencas/. Acesso em: 25 nov. 2022.
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Texto associado
EXERCITAR A MENTE ATIVA É O CAMINHO PARA
MANTÊ-LA SAUDÁVEL
-
Por Claudio Lottenberg, 31 ago 2022, 15h53
-
As primeiras transmissões de TV começaram ao longo da década de 1930. Neste quase um século decorrido desde então, a televisão se tornou objeto de discussões, estudos e análises sob diversos ângulos – do efeito que teria sobre a moral das populações e seu uso político às mudanças estéticas que provocaria. Com o computador deu-se o mesmo – e, numa era digital como a que vivemos, ele tem uma importância e um efeito inegáveis nas vidas de todos. Um estudo recente mostrou também que ambos têm efeitos sobre a saúde – e tais efeitos são opostos.
Pesquisadores da USC (Universidade do Sul da Califórnia) publicaram na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences um estudo que mostrou que assistir TV por longos períodos após os 60 anos foi associado a um risco maior de desenvolver demência. Ler e usar um computador, por outro lado, foram apontados como uma forma de se proteger contra a doença. O estudo aponta que as três atividades envolvem ficar sentado por horas. No caso das duas últimas, no entanto, a estimulação intelectual proporcionada é relativamente maior – o que de certa forma neutralizaria o efeito negativo de uma redução no fluxo sanguíneo no cérebro devido à posição.
As conclusões a que chegaram os pesquisadores ajudam a desfazer um pouco a ideia mais difundida que ter um cérebro saudável seria resultado de ter uma vida menos sedentária – ou seja, mais ocupada com exercícios físicos. De fato, sedentarismo não faz bem algum, seja para os músculos, seja para o cérebro, ou para qualquer parte do corpo. Mas isso não conta toda a história.
Manter a mente ativa, com estímulos intelectuais, é de enorme importância. O desenvolvimento da demência, é preciso lembrar, envolve vários riscos – diabetes, hipertensão arterial, obesidade e doenças cardiovasculares são apenas alguns exemplos. Mas a leitura ajuda a firmar conexões neuronais nas regiões do cérebro que registram nossas memórias. Uso de computadores, como mostrou o estudo, também proporciona estímulo intelectual.
Na era digital em que vivemos, aprender será algo que faremos em boa parte do tempo, independentemente da idade. Fazer uso dos recursos que a conectividade com o conhecimento nos traz, como se vê, pode nos ajudar a manter a mente saudável. A diversão televisiva, claro, tem seu espaço – mas, como em tudo, a moderação só faz bem.
-
Adaptado de: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudiolottenberg/exercitar-a-mente-ativa-e-o-caminho-para-mante-la-saudavel/. Acesso em: 30 nov. 2022.
MANTÊ-LA SAUDÁVEL
-
Por Claudio Lottenberg, 31 ago 2022, 15h53
-
As primeiras transmissões de TV começaram ao longo da década de 1930. Neste quase um século decorrido desde então, a televisão se tornou objeto de discussões, estudos e análises sob diversos ângulos – do efeito que teria sobre a moral das populações e seu uso político às mudanças estéticas que provocaria. Com o computador deu-se o mesmo – e, numa era digital como a que vivemos, ele tem uma importância e um efeito inegáveis nas vidas de todos. Um estudo recente mostrou também que ambos têm efeitos sobre a saúde – e tais efeitos são opostos.
Pesquisadores da USC (Universidade do Sul da Califórnia) publicaram na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences um estudo que mostrou que assistir TV por longos períodos após os 60 anos foi associado a um risco maior de desenvolver demência. Ler e usar um computador, por outro lado, foram apontados como uma forma de se proteger contra a doença. O estudo aponta que as três atividades envolvem ficar sentado por horas. No caso das duas últimas, no entanto, a estimulação intelectual proporcionada é relativamente maior – o que de certa forma neutralizaria o efeito negativo de uma redução no fluxo sanguíneo no cérebro devido à posição.
As conclusões a que chegaram os pesquisadores ajudam a desfazer um pouco a ideia mais difundida que ter um cérebro saudável seria resultado de ter uma vida menos sedentária – ou seja, mais ocupada com exercícios físicos. De fato, sedentarismo não faz bem algum, seja para os músculos, seja para o cérebro, ou para qualquer parte do corpo. Mas isso não conta toda a história.
Manter a mente ativa, com estímulos intelectuais, é de enorme importância. O desenvolvimento da demência, é preciso lembrar, envolve vários riscos – diabetes, hipertensão arterial, obesidade e doenças cardiovasculares são apenas alguns exemplos. Mas a leitura ajuda a firmar conexões neuronais nas regiões do cérebro que registram nossas memórias. Uso de computadores, como mostrou o estudo, também proporciona estímulo intelectual.
Na era digital em que vivemos, aprender será algo que faremos em boa parte do tempo, independentemente da idade. Fazer uso dos recursos que a conectividade com o conhecimento nos traz, como se vê, pode nos ajudar a manter a mente saudável. A diversão televisiva, claro, tem seu espaço – mas, como em tudo, a moderação só faz bem.
-
Adaptado de: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudiolottenberg/exercitar-a-mente-ativa-e-o-caminho-para-mante-la-saudavel/. Acesso em: 30 nov. 2022.
Sobre a regência de alguns termos empregados no texto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
1 ___ A lembrança da empregada ausente me coagia. Quis
lembrar-me de seu rosto, e admirada não consegui — de tal
modo ela acabara de me excluir de minha própria casa, como
4 se me tivesse fechado a porta e me tivesse deixado remota em
relação à minha moradia. A lembrança de sua cara fugia-me,
devia ser um lapso temporário. Mas seu nome — é claro, é
7 claro, lembrei-me finalmente: Janair. E, olhando o desenho
hierático, de repente me ocorria que Janair me odiara. Eu
olhava as figuras de homem e mulher que mantinham expostas
10 e abertas as palmas das mãos vigorosas, e que ali pareciam ter
sido deixadas por Janair como mensagem bruta para quando eu
abrisse a porta. De súbito, dessa vez com mal-estar real, deixei
13 finalmente vir a mim uma sensação que durante seis meses, por
negligência e desinteresse, eu não me deixara ter: a do
silencioso ódio daquela mulher. O que me surpreendia é que
16 era uma espécie de ódio isento, o pior ódio: o indiferente. Não
um ódio que me individualizasse mas apenas a falta de
misericórdia. Não, nem ao menos ódio. Foi quando
19 inesperadamente consegui rememorar seu rosto, mas é claro,
como pudera esquecer? Revi o rosto preto e quieto, revi a pele
inteiramente opaca que mais parecia um de seus modos de se
22 calar, as sobrancelhas extremamente bem desenhadas, revi os
traços finos e delicados que mal eram divisados no negror
apagado da pele.
Clarice Lispector. A paixão segundo G. H. Rio
de Janeiro: Rocco, 2009 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente.
lembrar-me de seu rosto, e admirada não consegui — de tal
modo ela acabara de me excluir de minha própria casa, como
4 se me tivesse fechado a porta e me tivesse deixado remota em
relação à minha moradia. A lembrança de sua cara fugia-me,
devia ser um lapso temporário. Mas seu nome — é claro, é
7 claro, lembrei-me finalmente: Janair. E, olhando o desenho
hierático, de repente me ocorria que Janair me odiara. Eu
olhava as figuras de homem e mulher que mantinham expostas
10 e abertas as palmas das mãos vigorosas, e que ali pareciam ter
sido deixadas por Janair como mensagem bruta para quando eu
abrisse a porta. De súbito, dessa vez com mal-estar real, deixei
13 finalmente vir a mim uma sensação que durante seis meses, por
negligência e desinteresse, eu não me deixara ter: a do
silencioso ódio daquela mulher. O que me surpreendia é que
16 era uma espécie de ódio isento, o pior ódio: o indiferente. Não
um ódio que me individualizasse mas apenas a falta de
misericórdia. Não, nem ao menos ódio. Foi quando
19 inesperadamente consegui rememorar seu rosto, mas é claro,
como pudera esquecer? Revi o rosto preto e quieto, revi a pele
inteiramente opaca que mais parecia um de seus modos de se
22 calar, as sobrancelhas extremamente bem desenhadas, revi os
traços finos e delicados que mal eram divisados no negror
apagado da pele.
Clarice Lispector. A paixão segundo G. H. Rio
de Janeiro: Rocco, 2009 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente.
É facultativo o emprego do acento indicativo de crase no trecho “em relação à minha moradia” (l. 4 e 5).
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o emprego do acento grave indicativo da crase é obrigatório na palavra destacada em:
Texto associado
Lições após um ano de ensino remoto na pandemia
1 No momento em que se tornam ainda mais
complexas as discussões sobre a volta às aulas
presenciais, o ensino remoto continua a ser a rotina
de muitas famílias, atualmente.
2 Mas um ano sem precedentes na história veio
acompanhado de lições inéditas para professores,
alunos e estudiosos. Diante do pouco acesso a
planos de dados ou a dispositivos, a alternativa de
muitas famílias e professores tem sido se conectar
regularmente via aplicativos de mensagens.
3 Uma pesquisa apontou que 83% dos professores
mantinham contato com seus alunos por meio dos
aplicativos de mensagens, muito mais do que pelas
próprias plataformas de aprendizagem. Esse uso
foi uma grande surpresa, mas é porque não temos
outras ferramentas de massificação. A maior parte
do ensino foi feita pelo celular e, geralmente, por
um celular compartilhado (entre vários membros da
família), o que é algo muito desafiador.
4 Outro aspecto a ser considerado é que,
felizmente, mensagens direcionadas são uma forma
relativamente barata de comunicação. A importância
de cultivar interações entre os estudantes, mesmo
que eles não estejam no mesmo ambiente físico,
também é uma forma de motivá-los e melhorar
seus resultados. Recentemente, uma pesquisadora
afirmou que “Aprendemos que precisamos dos
demais: comparar estratégias, falar com alunos,
com outros professores e dar mais oportunidades de
trabalho coletivo, mesmo que seja cada um na sua
casa. Além disso, a pandemia ressaltou a importância
do vínculo anterior entre escolas e comunidades”.
5 Embora seja difícil prever exatamente como o
fechamento das escolas vai afetar o desenvolvimento
futuro dos alunos, educadores internacionais
estimam que estudantes da educação básica já foram
impactados. É preciso pensar em como agrupar esses
alunos e averiguar os que tiveram ensino mínimo ou
nulo e decidir como enfrentar essa ruptura, com aulas
ou encontros extras, com anos (letivos) de transição.
IDOETA, P.A. 8 lições após um ano de ensino remoto na pandemia. Disponível em: . Acesso em: 21 jul. 2021. Adaptado.
1 No momento em que se tornam ainda mais
complexas as discussões sobre a volta às aulas
presenciais, o ensino remoto continua a ser a rotina
de muitas famílias, atualmente.
2 Mas um ano sem precedentes na história veio
acompanhado de lições inéditas para professores,
alunos e estudiosos. Diante do pouco acesso a
planos de dados ou a dispositivos, a alternativa de
muitas famílias e professores tem sido se conectar
regularmente via aplicativos de mensagens.
3 Uma pesquisa apontou que 83% dos professores
mantinham contato com seus alunos por meio dos
aplicativos de mensagens, muito mais do que pelas
próprias plataformas de aprendizagem. Esse uso
foi uma grande surpresa, mas é porque não temos
outras ferramentas de massificação. A maior parte
do ensino foi feita pelo celular e, geralmente, por
um celular compartilhado (entre vários membros da
família), o que é algo muito desafiador.
4 Outro aspecto a ser considerado é que,
felizmente, mensagens direcionadas são uma forma
relativamente barata de comunicação. A importância
de cultivar interações entre os estudantes, mesmo
que eles não estejam no mesmo ambiente físico,
também é uma forma de motivá-los e melhorar
seus resultados. Recentemente, uma pesquisadora
afirmou que “Aprendemos que precisamos dos
demais: comparar estratégias, falar com alunos,
com outros professores e dar mais oportunidades de
trabalho coletivo, mesmo que seja cada um na sua
casa. Além disso, a pandemia ressaltou a importância
do vínculo anterior entre escolas e comunidades”.
5 Embora seja difícil prever exatamente como o
fechamento das escolas vai afetar o desenvolvimento
futuro dos alunos, educadores internacionais
estimam que estudantes da educação básica já foram
impactados. É preciso pensar em como agrupar esses
alunos e averiguar os que tiveram ensino mínimo ou
nulo e decidir como enfrentar essa ruptura, com aulas
ou encontros extras, com anos (letivos) de transição.
IDOETA, P.A. 8 lições após um ano de ensino remoto na pandemia. Disponível em: . Acesso em: 21 jul. 2021. Adaptado.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o uso do acento grave indicativo da crase é obrigatório na palavra destacada em:
Texto associado
Texto III
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Em qual das alterações feitas em “ainda fiel à boa técnica”
(L. 25 do Texto III) o emprego do acento de crase NÃO
está de acordo com a norma-padrão?
Texto associado
Tecnologia a caminho da energia infinita
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
No período “Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira
transformação [...]”, ocorre crase, no
caso de a expressão em destaque ser
substituída por
Texto associado
Texto II
A Benzedeira
asd Havia um médico na nossa rua que, quando
atendia um chamado de urgência na vizinhança, o re-
médio para todos os males era só um: Veganin. Certa
vez, Virgínia ficou semanas de cama por conta de um
5 i herpes-zóster na perna. A ferida aumentava dia a dia
e o dr. Albano, claro, receitou Veganin, que, claro, não
surtiu resultado. Eis que minha mãe, no desespero,
passou por cima dos conselhos da igreja e chamou
dona Anunciata, que além de costureira, cabeleireira
10 i e macumbeira também era benzedeira. A mulher era
obesa, mal passava por uma porta sem que alguém a
empurrasse, usava uma peruca preta tipo lutador de
sumô, porque, diziam, perdera os cabelos num pro-
cesso de alisamento com água sanitária.
15 asd Se Anunciata se mostrava péssima cabeleireira,
no quesito benzedeira era indiscutível. Acompanha-
da de um sobrinho magrelinha (com a sofrida missão
do empurra-empurra), a mulher “estourou” no quarto
onde Virgínia estava acamada e imediatamente pe-
20 i diu uma caneta-tinteiro vermelha — não podia ser
azul — e circundou a ferida da perna enquanto re-
zava Ave-Marias entremeadas de palavras africanas
entre outros salamaleques. Essa cena deve ter dura-
do não mais que uma hora, mas para mim pareceu o
25 i dia inteiro. Pois bem, só sei dizer que depois de três
dias a ferida secou completamente, talvez pelo susto
de ter ficado cara a cara com Anunciata, ou porque
o Vaganin do dr. Albano finalmente fez efeito. Em agra-
decimento, minha mãe levou para a milagreira um
30 i bolo de fubá que, claro, foi devorado no ato em um
minuto, sendo que para o sobrinho empurra-empurra
que a tudo assistia não sobrou nem um pedacinho.
LEE, Rita. Uma Autobiografia . São Paulo: Globo, 2016, p. 36.
A Benzedeira
asd Havia um médico na nossa rua que, quando
atendia um chamado de urgência na vizinhança, o re-
médio para todos os males era só um: Veganin. Certa
vez, Virgínia ficou semanas de cama por conta de um
5 i herpes-zóster na perna. A ferida aumentava dia a dia
e o dr. Albano, claro, receitou Veganin, que, claro, não
surtiu resultado. Eis que minha mãe, no desespero,
passou por cima dos conselhos da igreja e chamou
dona Anunciata, que além de costureira, cabeleireira
10 i e macumbeira também era benzedeira. A mulher era
obesa, mal passava por uma porta sem que alguém a
empurrasse, usava uma peruca preta tipo lutador de
sumô, porque, diziam, perdera os cabelos num pro-
cesso de alisamento com água sanitária.
15 asd Se Anunciata se mostrava péssima cabeleireira,
no quesito benzedeira era indiscutível. Acompanha-
da de um sobrinho magrelinha (com a sofrida missão
do empurra-empurra), a mulher “estourou” no quarto
onde Virgínia estava acamada e imediatamente pe-
20 i diu uma caneta-tinteiro vermelha — não podia ser
azul — e circundou a ferida da perna enquanto re-
zava Ave-Marias entremeadas de palavras africanas
entre outros salamaleques. Essa cena deve ter dura-
do não mais que uma hora, mas para mim pareceu o
25 i dia inteiro. Pois bem, só sei dizer que depois de três
dias a ferida secou completamente, talvez pelo susto
de ter ficado cara a cara com Anunciata, ou porque
o Vaganin do dr. Albano finalmente fez efeito. Em agra-
decimento, minha mãe levou para a milagreira um
30 i bolo de fubá que, claro, foi devorado no ato em um
minuto, sendo que para o sobrinho empurra-empurra
que a tudo assistia não sobrou nem um pedacinho.
LEE, Rita. Uma Autobiografia . São Paulo: Globo, 2016, p. 36.
O acento indicativo de crase está corretamente empregado em:
Texto associado
NÃO
IMPORTA O RITMO, O LUGAR, O HORÁRIO
NEM OS OLHARES: DANÇAR FAZ BEM AO
CORPO E À ALMA
Além de manter o
físico invejável,
praticantes de
qualquer que seja a modalidade da dança
ganham
em autoestima
Com a dançarina Ana Cláudia
Maldonado, o
professor e empresário Welbert de Melo diz
que a
arte ensina a olhar e a respeitar o espaço
do outro.
Há
alguém por aí que não goste de dançar?
Mesmo no escuro do quarto? Não tem de ser
bailarino, pode ser no seu estilo e ritmo.
Não se
preocupe com os olhares e se jogue na
pista, seja lá
onde ela for! No palco, na rua, debaixo do
chuveiro
ou em frente ao espelho. Não importa,
arrisque
seus passos, sacuda o corpo e tenha
certeza de
que a dança faz bem ao corpo e à alma. O
espírito
fica leve, se liberta.
A dança é uma das três principais
artes
cênicas
da Antiguidade, ao lado do teatro e da
música.
No antigo Egito, ela homenageava o deus
Osíris.
Na Grécia, fazia parte dos Jogos
Olímpicos. Na
era atual, ela existe como manifestação
artística,
diversão, entretenimento, atividade física
e está
presente no palco, na rua, na academia ou
em
casa, como forma de expressar os
sentimentos e,
de quebra, manter a silhueta na
medida.
Ela é tão
importante e essencial para o
ser
humano que na próxima sexta-feira
comemora-se
o Dia Internacional da Dança, data
instituída pela
Organização das Nações Unidas para a
Educação,
Ciência e Cultura (Unesco) por meio do
Comitê
Internacional de Dança (CID), em 1982. A
escolha
é referente à data de nascimento do
professor,
bailarino e ensaísta Jean-Georges Noverre
(29 de
abril de 1727), considerado mestre do balé
francês.
A
dança tem diferentes linguagens e
provoca
efeitos e sensações diversas. Sem se ater
ao
profissional, ela tem o poder de aumentar
a
autoestima, aproximar as pessoas, provocar
romances, estimular o cérebro, tonificar,
modelar
e definir o corpo, ajudar a diminuir o
estresse
e a ansiedade. E, ainda, aumenta a
capacidade
sanguínea e faz bem ao coração, combate a
depressão e, o melhor, é democrática,
aceita
pessoas de todas as idades e raças.
O bailarino,
coreógrafo e professor
Welbert
de Melo Nascimento, formado em pedagogia
do
movimento para o ensino da dança pela
UFMG, diz
que a dança é sociocultural, fundamental
em um
mundo cada vez mais individualista e de
isolamento
diante da tecnologia e da internet. “Ela
aproxima as
pessoas. Para os casais, possibilita o
resgate da
relação, define os papéis do homem e da
mulher,
além de trabalhar postura e equilíbrio.”
Ele enfatiza
que outro benefício é a música, “que é
terapêutica,
relaxa e faz esquecer os problemas, já que
o foco
estará no movimento. A dança se torna um
ponto
de encontro entre amigos para reunir,
conversar e
dançar”.
Welbert, que é dono do Café com Dança,
espaço que alia dança e gastronomia, diz
que essa
combinação é perfeita, já que um desperta
interesse
pelo outro. “Um feito raro e um novo
conceito.
No espaço, temos mais de 33 ritmos de
dança de
salão. Entre os mais comuns estão samba,
bolero,
forró, zouk, salsa, lindy hop, tango,
valsa e muito
mais.” Ele revela que, apesar de sempre
ser um
desejo feminino, os homens estão cada vez
mais
presentes. “Eles aderem, principalmente,
para
agradar às namoradas.”
TIMIDEZ
O professor destaca que a
dança é bem-
vinda,
porque trabalha a desenvoltura. “Dançar
com
o outro atua no processo e ajuda com a
timidez.
Estimulamos a troca de casais e as pessoas
são
forçadas a conversar, interagir e, assim,
soltam–se
mais. Tenho alunos que chegam para dançar
com
indicação médica. Uma vez, uma me disse
que é
mais barato que a terapia e traz mais
benefícios.”
Welbert lembra que a dança faz bem à
saúde.
“Estimula e exercita a memorização, porque
o dançarino tem de gravar os movimentos, a
coreografia. Sem falar que ela proporciona
conexão
entre as pessoas e as ensina a olhar e a
respeitar o
espaço do outro, a ter cuidado ao tocá-lo,
não ser
invasivo. Enfim, é tudo de bom!”
Fonte:
http://tvitape.com.br/noticia/saude/dancar
-faz-bem-a-saude.
html
IMPORTA O RITMO, O LUGAR, O HORÁRIO
NEM OS OLHARES: DANÇAR FAZ BEM AO
CORPO E À ALMA
Além de manter o
físico invejável,
praticantes de
qualquer que seja a modalidade da dança
ganham
em autoestima
Com a dançarina Ana Cláudia
Maldonado, o
professor e empresário Welbert de Melo diz
que a
arte ensina a olhar e a respeitar o espaço
do outro.
Há
alguém por aí que não goste de dançar?
Mesmo no escuro do quarto? Não tem de ser
bailarino, pode ser no seu estilo e ritmo.
Não se
preocupe com os olhares e se jogue na
pista, seja lá
onde ela for! No palco, na rua, debaixo do
chuveiro
ou em frente ao espelho. Não importa,
arrisque
seus passos, sacuda o corpo e tenha
certeza de
que a dança faz bem ao corpo e à alma. O
espírito
fica leve, se liberta.
A dança é uma das três principais
artes
cênicas
da Antiguidade, ao lado do teatro e da
música.
No antigo Egito, ela homenageava o deus
Osíris.
Na Grécia, fazia parte dos Jogos
Olímpicos. Na
era atual, ela existe como manifestação
artística,
diversão, entretenimento, atividade física
e está
presente no palco, na rua, na academia ou
em
casa, como forma de expressar os
sentimentos e,
de quebra, manter a silhueta na
medida.
Ela é tão
importante e essencial para o
ser
humano que na próxima sexta-feira
comemora-se
o Dia Internacional da Dança, data
instituída pela
Organização das Nações Unidas para a
Educação,
Ciência e Cultura (Unesco) por meio do
Comitê
Internacional de Dança (CID), em 1982. A
escolha
é referente à data de nascimento do
professor,
bailarino e ensaísta Jean-Georges Noverre
(29 de
abril de 1727), considerado mestre do balé
francês.
A
dança tem diferentes linguagens e
provoca
efeitos e sensações diversas. Sem se ater
ao
profissional, ela tem o poder de aumentar
a
autoestima, aproximar as pessoas, provocar
romances, estimular o cérebro, tonificar,
modelar
e definir o corpo, ajudar a diminuir o
estresse
e a ansiedade. E, ainda, aumenta a
capacidade
sanguínea e faz bem ao coração, combate a
depressão e, o melhor, é democrática,
aceita
pessoas de todas as idades e raças.
O bailarino,
coreógrafo e professor
Welbert
de Melo Nascimento, formado em pedagogia
do
movimento para o ensino da dança pela
UFMG, diz
que a dança é sociocultural, fundamental
em um
mundo cada vez mais individualista e de
isolamento
diante da tecnologia e da internet. “Ela
aproxima as
pessoas. Para os casais, possibilita o
resgate da
relação, define os papéis do homem e da
mulher,
além de trabalhar postura e equilíbrio.”
Ele enfatiza
que outro benefício é a música, “que é
terapêutica,
relaxa e faz esquecer os problemas, já que
o foco
estará no movimento. A dança se torna um
ponto
de encontro entre amigos para reunir,
conversar e
dançar”.
Welbert, que é dono do Café com Dança,
espaço que alia dança e gastronomia, diz
que essa
combinação é perfeita, já que um desperta
interesse
pelo outro. “Um feito raro e um novo
conceito.
No espaço, temos mais de 33 ritmos de
dança de
salão. Entre os mais comuns estão samba,
bolero,
forró, zouk, salsa, lindy hop, tango,
valsa e muito
mais.” Ele revela que, apesar de sempre
ser um
desejo feminino, os homens estão cada vez
mais
presentes. “Eles aderem, principalmente,
para
agradar às namoradas.”
TIMIDEZ
O professor destaca que a
dança é bem-
vinda,
porque trabalha a desenvoltura. “Dançar
com
o outro atua no processo e ajuda com a
timidez.
Estimulamos a troca de casais e as pessoas
são
forçadas a conversar, interagir e, assim,
soltam–se
mais. Tenho alunos que chegam para dançar
com
indicação médica. Uma vez, uma me disse
que é
mais barato que a terapia e traz mais
benefícios.”
Welbert lembra que a dança faz bem à
saúde.
“Estimula e exercita a memorização, porque
o dançarino tem de gravar os movimentos, a
coreografia. Sem falar que ela proporciona
conexão
entre as pessoas e as ensina a olhar e a
respeitar o
espaço do outro, a ter cuidado ao tocá-lo,
não ser
invasivo. Enfim, é tudo de bom!”
Fonte:
http://tvitape.com.br/noticia/saude/dancar
-faz-bem-a-saude.
html
Observe a expressão a seguir e assinale a
alternativa correta quanto ao que se afirma
sobre crase: “Welbert lembra que a dança faz
bem à saúde.”.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.
ANS fixa em 13,57% teto para reajuste de planos de saúde até abril de 2017
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado a planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários – 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.
A metodologia usada para calcular o índice, de acordo com a ANS, é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários.
A agência orienta os beneficiários de planos individuais que fiquem atentos aos boletos de pagamento e observem: se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.
“É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008”, destacou o órgão. Em caso de dúvida, os consumidores podem entrar em contato com a agência por meio do Disque ANS (0800 701 9656) ou pela Central de Atendimento ao Consumidor.
(http://www.administradores.com.br/)
ANS fixa em 13,57% teto para reajuste de planos de saúde até abril de 2017
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado a planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários – 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.
A metodologia usada para calcular o índice, de acordo com a ANS, é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários.
A agência orienta os beneficiários de planos individuais que fiquem atentos aos boletos de pagamento e observem: se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.
“É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008”, destacou o órgão. Em caso de dúvida, os consumidores podem entrar em contato com a agência por meio do Disque ANS (0800 701 9656) ou pela Central de Atendimento ao Consumidor.
(http://www.administradores.com.br/)