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O setor de TI da ALE-RO precisa proteger dados sensíveis em repouso em seus servidores. Para isso, precisa de uma solução que permita criptografia transparente dos dados, em que os arquivos são criptografados automaticamente quando salvos no disco e descriptografados quando acessados por usuários autorizados.
Nesse caso, a solução mais adequada é

A implementar SSL/TLS para transferência de dados.
B utilizar BitLocker Drive Encryption.
C configurar autenticação multifator para acesso.
D implementar assinatura digital nos documentos.
E usar PGP para criptografia de arquivos individuais.

O setor de TI da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE-RO) precisa configurar um firewall para proteger seu servidor web.
O servidor hospeda um site na porta 80 (HTTP) e 443 (HTTPS), além de um serviço SSH na porta 22, para administração remota.
Nesse caso, a configuração de regras mais segura é

A permitir qualquer origem nas portas 80, 443 e 22.
B bloquear todas as portas e criar exceções específicas.
C permitir qualquer origem nas portas 80 e 443, bloquear a 22.
D permitir qualquer origem na porta 22, bloquear 80 e 443.
E configurar redirecionamento da porta 80 para 443 e bloquear a 22.

Uma empresa sofreu um ataque por meio do qual um funcionário recebeu um e-mail aparentemente legítimo do “departamento de TI” solicitando login e senha para atualização do sistema. O funcionário forneceu as credenciais, resultando em violação de dados.
Esse tipo de ataque é conhecido como

A Ransomware.
B Phishing.
C Backdoor.
D DDoS.
E Man-in-the-middle.
Texto associado
Em uma investigação de acesso não autorizado, o perito precisa identificar qual componente da arquitetura de segurança realiza a correlação centralizada de eventos provenientes de múltiplas fontes (firewalls, AD, IDS, endpoints e aplicações).

A tecnologia responsável por essa função é chamada

A IPS.
B NGFW.
C SIEM.
D EDR.
E SOAR.
Texto associado
Um perito analisa uma invasão em um sistema corporativo que utiliza SAML SSO. O atacante interceptou o token SAML e modificou seu conteúdo, conseguindo que o Service Provider aceitasse o token falsificado.

A vulnerabilidade que permitiu esse ataque foi

A falha na validação da expiração do token.
B falha na verificação da assinatura XML (XML Signature Wrapping).
C token JWT malformado.
D falha no DNSSEC.
E senha fraca no Identity Provider.
Texto associado
Sandboxes são ferramentas eficazes para análise dinâmico-comportamental de malware, mas apresentam limitações típicas.

Assinale a opção que apresenta uma limitação inerente ao seu modo de operação.

A Não conseguem capturar tráfego de rede.
B Não podem executar binários ELF.
C Executam amostras por tempo limitado, podendo perder comportamentos atrasados.
D Não registram atividades internas do sistema analisado.
E Não são compatíveis com sistemas Windows.
Texto associado
Durante a análise estática, o analista observa que o malware verifica ou manipula a Trap Flag (TF) no registrador EFLAGS para provocar ou detectar exceções de single-step (INT 1).

Essa técnica é classificada como

A Detecção de ambiente virtualizado (Anti-VM)
B Técnicas de proteção contra dumping de memória
C Anti-debugging baseado em exceções
D Anti-análise baseada em temporização
E Mecanismo de detecção de hooking em funções do sistema

No contexto de segurança da informação, mais especificamente sobre malwares, associe corretamente o cada item numerado no primeiro bloco (variando de 1 a 4) às lacunas do segundo bloco.

1. Cavalo de troia (trojan horse)
2. Verme (worm)
3. Bomba lógica (logic bomb)
4. Zumbi (zombie, bot)

( ) Execução autônoma com capacidade de replicação automática e propagação entre sistemas conectados.
( ) Malware ativado por condição predefinida após período hibernado.
( ) Ataque a outras máquinas executado por software malicioso instalado em host comprometido.
( ) Software aparentemente útil que possui desvio oculto e malicioso de finalidade.

Assinale a opção que corretamente associa o nome do malware no primeiro bloco e a característica apresentada no segundo bloco.

A 1-2-4-3
B 4-1-3-2
C 2-3-4-1
D 1-3-2-4
E 3-4-2-1

No contexto de segurança da informação, mais especificamente sobre malwares, associe corretamente o cada item numerado no primeiro bloco (variando de 1 a 4) às lacunas do segundo bloco.
1. Cavalo de troia (trojan horse)
2. Verme (worm)
3. Bomba lógica (logic bomb)
4. Zumbi (zombie, bot)
( ) Execução autônoma com capacidade de replicação automática e propagação entre sistemas conectados.
( ) Malware ativado por condição predefinida após período hibernado.
( ) Ataque a outras máquinas executado por software malicioso instalado em host comprometido.
( ) Software aparentemente útil que possui desvio oculto e malicioso de finalidade.
Assinale a opção que corretamente associa o nome do malware no primeiro bloco e a característica apresentada no segundo bloco.

A 1-2-4-3
B 4-1-3-2
C 2-3-4-1
D 1-3-2-4
E 3-4-2-1

Um analista de segurança da informação do Ministério da Fazenda é responsável por proteger um banco de dados corporativo
com informações fiscais e cadastrais de milhões de contribuintes, incluindo CPF, renda, endereços e dados bancários. O SGBD
utilizado é um banco de dados relacional moderno, com acesso simultâneo de aplicações web internas, sistemas legados e
equipes de suporte que realizam consultas administrativas diretamente via SQL. O analista identificou os seguintes requisitos
obrigatórios:
1. Garantir que usuários de suporte vejam apenas os 4 primeiros dígitos do CPF em consultas diretas, mantendo o valor
completo apenas para aplicações autorizadas.
2. Proteger os dados armazenados em disco contra acesso físico não autorizado ao storage.
A infraestrutura atual conta apenas com a autenticação nativa do SGBD (usuário e senha) e permissões básicas
(GRANT/REVOKE). Não há qualquer mecanismo de ofuscação ou criptografia implementado.
Considerando esse cenário e as boas práticas de segurança em SGBDs, a solução mais adequada que o analista deve
implementar consiste em

A usar criptografia de coluna usando AES-256 configurada estaticamente via stored procedures, e mascaramento de CPF
nas telas da aplicação (não no banco).
B substituir o banco de dados relacional por um SGBD NoSQL que ofereça criptografia nativa, e utilizar ofuscação estática
de CPF via funções de hash irreversíveis.
C mascaramento estático de dados (Static Data Masking) aplicar uma única vez sobre a coluna CPF, e criptografia de disco
full-disk no storage.
D usar criptografia em nível de aplicação (antes de enviar ao banco) para todos os dados sensíveis, e visões para controlar o
acesso ao CPF.
E usar criptografia transparente de dados (TDE) para proteger os dados em disco, e mascaramento dinâmico de dados para
ofuscar o CPF conforme o perfil do usuário.