A
A qualificação das informações como confidenciais dependerá de notificação por escrito da contratante a cada documento
específico a ser protegido.
B
O signatário fica isento de responsabilidade em caso de vazamento de informações ocorrido por meio de equipamento
pessoal não fornecido pela contratante.
C
O signatário poderá reter cópias das informações confidenciais após o término do contrato para fins de comprovação de
suas atividades profissionais.
D
As informações confidenciais poderão ser utilizadas pelo signatário para fins de treinamento de novos funcionários da
contratante, desde que os dados sejam anonimizados internamente.
E
Ao término do contrato, o signatário deverá devolver ou destruir todas as informações confidenciais, mediante compro-
vação documental.
A
Implementação de uma plataforma unificada de proteção de endpoints que integra capacidades de EDR, permitindo
resposta automatizada a incidentes e controle nativo de dispositivos removíveis.
B
Antimalware open-source configurado para varreduras diárias completas nos servidores da Câmara, associado a uma política
interna de proibição de uso de dispositivos USB por meio de assinatura de termo de compromisso pelos deputados.
C
Solução XDR com a capacidade de isolamento de endpoints e suporte a controle de dispositivos USB por meio de um
antivírus tradicional.
D
Configurar Antivírus corporativo com atualizações de assinaturas a cada 4 horas, combinado com uma GPO que desabilita
todas as portas USB dos computadores do Legislativo.
E
Firewall de próxima geração (NGFW) posicionado no Data Center do Legislativo com inspeção TLS, combinado com um
antivírus gratuito em cada estação parlamentar, com agente central de gerenciamento.
A
um NAC na rede interna, pois CSRF geralmente se origina de estações internas comprometidas, e um UTM na borda para
bloquear Path Traversal e DDoS simultaneamente.
B
uma VPN SSL para cada usuário externo, criptografando todo o tráfego do portal contra ataques de aplicação, e um
balanceador de carga avançado contra DDoS de camada 7.
C
um WAF para proteção específica contra Path Traversal e uma solução DDoS de camada de aplicação baseada em
comportamento ou desafios para mitigar ataques como Slowloris.
D
um IDS em linha na porta espelhada do switch para detectar CSRF e um firewall de borda com regras estáticas para
bloquear Path Traversal, mantendo o NGFW existente contra DDoS.
E
um proxy reverso com cache para aliviar a carga de requisições repetitivas e um antivírus de gateway para impedir Path
Traversal, pois CSRF é mitigado com token anti-CSRF no código.
A
utilizar o SMTPS na porta 2525 para o envio de mensagens e o IMAP encapsulado na porta 22, aproveitando a criptografia
do protocolo SSH para a sincronização das caixas de entrada.
B
exigir o uso de IMAPS na porta 993 ou POP3S na porta 995 para o recebimento de mensagens, e configurar o envio por
submissão SMTP na porta 587 com uso obrigatório de STARTTLS.
C
utilizar o SMTP na porta 25, o POP3 na porta 110 e o IMAP na porta 143, aplicando as tecnologias SPF e DKIM para
garantir a criptografia do tráfego.
D
desabilitar os protocolos IMAP e POP3, centralizando o envio e o recebimento de e-mails de forma bidirecional e criptogra-
fada na porta 25 do protocolo SMTP.
E
manter o IMAP na porta 143 e o POP3 na porta 110, pois esses protocolos possuem criptografia nativa para a autenti-
cação, exigindo o uso de TLS para o SMTP via porta 465.
A
Federação de identidades é um conceito aplicável a redes sociais, não podendo ser implementado em ambientes corpora-
tivos com servidores locais.
B
OpenID Connect (OIDC) é uma camada de autenticação que fornece informações sobre a identidade do usuário
autenticado através de um token ID.
C
IAM tem como função o gerenciamento de senhas de usuários e a autenticação por mecanismos biométricos.
D
RBAC é um modelo de controle de acesso onde as permissões são atribuídas diretamente a usuários individuais de cada
grupo.
E
OAuth 2.0 é um protocolo de autenticação que substitui o uso de senhas, permitindo que o usuário acesse sistemas sem
fornecer credenciais que ele conhece.
A
Instalar o módulo mod ssl via repositórios universe e definir a diretiva SSLHonorCipherOrder como off, permitindo
que o navegador do cliente escolha a cifra mais segura disponível, independentemente da configuração do servidor.
B
Habilitar o cabeçalho Strict-Transport-Security (HSTS) com o parâmetro includeSubDomains, configurar o
ssl_protocols para utilizar TLSv1.2 e TLSv1.3.
C
Configurar o parâmetro ssl_protocols para aceitar TLSv1.1 e TLSv1.2, desabilitar o suporte a compressão GZIP no
nível do HTTP para evitar ataques CRIME e forçar o uso de cifras baseadas em RC4 para maior compatibilidade.
D
Migrar os certificados para o formato PKCS#7 (P7B), desabilitar a renovação automática para evitar alterações não
autorizadas no sistema de arquivos e configurar o parâmetro keepalive_timeout para 0, visando fechar conexões
HTTPS imediatamente após cada requisição.
E
Desabilitar o firewall UFW para evitar latência no handshake TLS, configurar o servidor para operar na porta 80 e realizar o
redirecionamento via software para a porta 443, garantindo que o tráfego inicial seja sempre monitorado.
A
ativar a política RestrictAnonymous no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação
mútua Kerberos.
B
ativar a política RestrictALL no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua
LDAP.
C
configurar uma GPO para exigir LDAP Signing e ajustar as permissões de controle de acesso (ACLs) para remover o
acesso de leitura do grupo Logon Anônimo.
D
habilitar o serviço de DNSSec do Active Directory e forçar a comunicação via protocolo SMB assinado de forma anônima.
E
migrar os serviços para a porta 636, e forçar a utilização de certificados autoassinados gerados individualmente em cada
estação de trabalho para garantir que o atacante utilize um certificado comum a todos os usuários.
A
permitir seletivamente o tráfego da rede interna para a DMZ e bloquear todo o tráfego da internet para a DMZ, pois os
servidores devem ser acessados apenas pelos funcionários internos.
B
configurar um túnel VPN entre a DMZ e cada estação de trabalho da rede interna, garantindo que o tráfego entre essas
redes seja criptografado, dispensando regras de firewall específicas.
C
permitir todo o tráfego da internet para a DMZ sem restrições e bloquear todo o tráfego da DMZ para a rede interna,
garantindo que servidores comprometidos não afetem a rede interna.
D
permitir apenas o tráfego necessário da internet para a DMZ para o servidor web e servidor de arquivos e permitir apenas
o tráfego essencial da DMZ para a rede interna.
E
configurar a DMZ em modo bridge com a interface externa, eliminando a necessidade de regras de firewall, pois o
isolamento é garantido pelo próprio conceito de DMZ.