A
um IPS posicionado na rede interna, pois os ataques identificados são geralmente originados a partir de computadores
internos comprometidos e uma solução WAF para lidar com ataques do DDoS.
B
uma VPN site-to-site entre a DMZ e cada usuário externo, criptografando o tráfego do portal contra ataques web e uma
solução UTM contra ataques de camada de aplicação.
C
um WAF para proteção específica contra SQL Injection e XSS, e uma solução UTM com anti-DDoS para proteção contra
DDoS e outras ameaças de perímetro.
D
um sistema IPS em modo passivo contra SQL Injection na porta SPAN do switch da DMZ e um IDS com capacidade
reativa para detecção e eliminação de ataques do tipo DDoS.
E
um proxy reverso como balanceamento de carga entre múltiplos servidores web para suportar ataques DDoS, e uma
inspeção proteção do tipo NAC para controle de acesso às aplicações.
A
o controle de acesso seja estruturado por identidades de serviço com permissões dinâmicas baseadas em contexto, o
monitoramento utilize coleta de métricas e eventos em múltiplas camadas e a proteção de dados adote criptografia em
repouso com chaves vinculadas ao ciclo de vida das aplicações.
B
a gestão de acesso utilize autenticação adaptativa com base em risco, o monitoramento correlacione eventos de rede e
aplicação com análise comportamental e a proteção de dados utilize criptografia com segregação lógica por ambiente e
classificação da informação.
C
o controle de acesso utilize perfis agregados por função organizacional com permissões herdadas, o monitoramento cor-
relacione eventos via logs de aplicação e a proteção de dados adote criptografia gerenciada pelo provedor com
rotatividade automática padrão.
D
a autenticação federada seja integrada a diretórios corporativos com emissão de tokens de curta duração, o monito-
ramento consolide eventos em plataforma de SIEM e a proteção de dados utilize criptografia em trânsito com certificados
emitidos por autoridade interna.
E
o controle de acesso implemente políticas granulares com least privilege e segregação de funções via IAM, o monitora-
mento centralize logs, trilhas de auditoria e eventos em serviços nativos integrados a análise contínua, e a proteção de da-
dos utilize criptografia em repouso e em trânsito com gerenciamento de chaves por KMS sob controle da organização.
A
a implementação de perímetros de segurança via Azure Bastion para acesso externo, mantendo os logs de auditoria de lei-
tura e escrita no Audit Database Cloud para otimizar o custo operacional da solução de monitoramento.
B
a segregação de redes via VPC/VNet, o gerenciamento de chaves criptográficas através de serviços de KMS e a aplicação
do princípio do menor privilégio via políticas de IAM em todos os recursos.
C
o uso de grupos de segurança (Security Groups) para gerenciar a criptografia de disco, responsabilizando o provedor de
nuvem pela gestão das chaves privadas do banco de dados via política de acesso IAM.
D
a configuração de instâncias em sub-redes públicas para permitir a inspeção de tráfego pelo WAF, utilizando chaves SSH
globais compartilhadas como processo facilitador da administração remota da infraestrutura.
E
o isolamento de recursos via VPC e a proteção contra ataques de negação de serviço através do Cloud Armor, controlando
a integridade dos dados da aplicação via protection engine SAV.
A
o domínio de measurement do PMBOK 7 seja adotado para estruturar indicadores de maturidade dos usuários, integrando os
resultados das simulações de phishing ao painel de desempenho do programa e revisando trilhas conforme os dados
coletados.
B
o programa seja estruturado com base no domínio de stakeholders do PMBOK 7, mapeando perfis de usuários como par-
tes interessadas, definindo planos de engajamento por grupo e usando lessons learned de incidentes para atualizar os
conteúdos de conscientização.
C
o programa seja gerenciado como projeto com escopo fixo, usando o princípio de stewardship do PMBOK 7 para orientar a
entrega de trilhas de treinamento, com métricas de conclusão como principal indicador de valor gerado.
D
o programa aplique os princípios de value delivery e stakeholder engagement do PMBOK 7, com trilhas diferenciadas por
perfil, simulações de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados em ciclos adaptativos e alinhamento às políticas
de governança institucional.
E
a gestão do programa utilize o domínio de uncertainty do PMBOK 7 para mapear ameaças ao programa
de treinamento, com campanhas baseadas em incidentes anteriores e revisão de conteúdo vinculada ao registro de riscos
do ambiente de TI.
A
o programa integre continual improvement e knowledge management do ITIL v4, com trilhas diferenciadas por perfil, simu-
lações práticas de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados periodicamente e alinhamento às políticas de
governança institucional.
B
a conscientização seja incorporada à prática de service desk do ITIL v4, com o registro de chamados de segurança alimen-
tando os conteúdos de treinamento, métricas de reincidência orientando as campanhas e revisão anual do programa
vinculada ao ciclo de release management.
C
o programa de conscientização seja conduzido como projeto especial, com trilhas distintas para usuários e equipes
técnicas, avaliado por métricas de conclusão de módulos e integrado ao processo de change management do ITIL v4 para
registro das atualizações de conteúdo.
D
a educação em segurança seja tratada como prática de continual improvement no ITIL v4, com campanhas periódicas
baseadas em incidentes recorrentes, simulações de phishing e indicadores de efetividade revisados em ciclos de melhoria
documentados.
E
o programa seja estruturado com base no catálogo de serviços do ITIL v4, vinculando cada módulo de treinamento a um
serviço crítico da instituição, usando knowledge management para manter a base de conteúdos atualizada conforme
mudanças no ambiente.
A
a gestão de vulnerabilidades dependa da substituição integral do hardware afetado, enquanto a gestão de patches ocorra
via atualização de tabelas de roteamento na base de segurança do provedor de nuvem.
B
a priorização das falhas seja baseada no volume de logs gerados pelos sistemas, enquanto o contexto do hardening foque
na instalação de agentes de monitoramento de tráfego em redes locais e virtuais.
C
o escaneamento identifique falhas e as priorize via CVSS (Common Vulnerability Scoring System), aplicando o hardening
para reduzir a superfície de ataque e automatizando a gestão de patches em ambiente de homologação.
D
a análise de vulnerabilidades ocorra via varredura de portas na rede de borda, responsabilizando, para a correção de
falhas, o suporte do fabricante e aplicando o hardening para evitar latência nos serviços.
E
o ciclo de correção priorize a instalação imediata de patches em servidores de produção, enquanto o hardening foque na
alteração de chaves de criptografia assimétrica em dispositivos de rede.
A
o servidor de correio desabilite o tráfego de saída para domínios externos não mapeados e o sistema de proteção de
usuários utilize criptografia de disco para evitar o redirecionamento de DNS.
B
a política de segurança implemente o bloqueio de scripts em navegadores, fazendo com que a proteção contra spoofing
ocorra via inspeção de pacotes em redes locais para identificar o endereço MAC do remetente.
C
o filtro de Anti-Spam bloqueie mensagens com base em palavras-chave de engenharia social, enquanto o treinamento de
conscientização substitua o uso de chaves de segurança física em dispositivos móveis.
D
a solução de e-mail gateway valide o alinhamento de protocolos de autenticação de domínio, enquanto a proteção de
endpoint monitore comportamentos de phishing em URLs e anexos suspeitos.
E
o mecanismo de spoofing protection realize o bloqueio de domínios similares (typosquatting) via firewall de aplicação, com
base nos certificados de segurança do site.
A
o SPF liste os servidores autorizados, o DKIM garanta a integridade via assinatura criptográfica e o DMARC oriente a
política de descarte ou quarentena para falhas de autenticação.
B
a política de DMARC substitua a necessidade de filtros de antivírus e Anti-Spam, sendo que o DKIM gerencie o limite de
conexões simultâneas via protocolo SMTP nos servidores de correio da nuvem.
C
o registro SPF autentique o conteúdo da mensagem via criptografia e o DKIM limite o envio de anexos por servidores ex-
ternos, permitindo que o firewall filtre o tráfego de entrada.
D
o mecanismo de Anti-Spam valide o cabeçalho das mensagens via chaves públicas, enquanto o registro DMARC auto-
matize a exclusão de e-mails que não contenham assinaturas digitais do tipo S/MIME.
E
o registro SPF identifique os endereços IP autorizados a enviar mensagens, e o DMARC realize a verificação de integri-
dade do corpo do e-mail através de certificados de infraestrutura de rede.
A
adotar assinatura criptográfica robusta nos JSON Web Tokens e ampliar seu tempo de expiração para o tempo de duração
da sessão, reduzindo assim a frequência de autenticação.
B
registrar eventos de autenticação malsucedida, implementar mecanismo de cache para respostas de autenticação inválida
e acionar alertas automáticos para o SOC após volume elevado de tentativas oriundas de um mesmo endereço IP.
C
aplicar limitação de tentativas de autenticação no nível lógico da operação de login, contabilizando individualmente cada
par usuário-senha processado dentro de requisições compostas.
D
reduzir o tamanho máximo permitido das requisições GraphQL para menos de 256 bytes, limitando a quantidade de opera-
ções incluídas em um único payload para menos de 3 requisições.
E
exigir uso obrigatório de canal criptografado TLS para todas as requisições de autenticação realizadas pelos sistemas
internos e usar criptografia AES para as transações internas.
A
que poderia ser completamente mitigada somente substituindo os identificadores sequenciais por UUIDs aleatórios.
B
que poderia ser prevenida por meio da comparação entre o ID do usuário presente no JWT e o {document.Id) na requi-
sição.
C
de autenticação, pois o uso de JWT não impede que usuários acessem recursos de outros usuários.
D
de Broken Object Level Authorization (BOLA), pois o sistema não valida se o usuário autenticado tem permissão para
acessar o objeto identificado por {documentId}.
E
de Broken Function Level Authorization (BFLA), pois o endpoint não restringe quais funções podem ser executadas.
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