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No trecho “Os dois septuagenários sentiam-se ainda muito jovens diante do que a tecnologia médica pode-lhes oferecer”, tem-se

A um período composto por coordenação.
B um período composto por subordinação.
C um período simples.
D uma frase nominal.

No trecho "Uma pesquisa recente mostrou que 68% dos adolescentes sofrem de dependência moderada”, o termo “que” introduz uma oração

A coordenada aditiva.
B subordinada adjetiva explicativa.
C subordinada adverbial final.
D subordinada substantiva objetiva direta.

Observe o cartaz da campanha de combate à Dengue, divulgada pelo Governo de Santa Catarina em fevereiro de 2023: Na campanha apresentada, a construção de sentidos resulta da articulação entre imagens e palavras. Quanto ao texto escrito, o uso do pronome oblíquo anteposto ao verbo se deve ao fato de que

Imagem da questão 209393
A o uso do pronome antes do verbo é preferível em textos publicitários.
B o pronome deve sempre aparecer antes do verbo em frases afirmativas.
C a palavra “onde” determina a posição obrigatória do pronome antes do verbo.
D a presença da palavra “não” exige a colocação do pronome antes do verbo.
E o verbo “cria” exige o uso do pronome antes dele para completar seu sentido.
Texto associado
ATENÇÃO: use o texto a seguir para responder às duas próximas questões.
Uma notícia recente dizia:
A Presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil (ANTC), Thaisse Craveiro, convocou os Membros Institucionais do Conselho de Representantes para Reunião Extraordinária a ser realizada no dia 23 de fevereiro de 2026 (segunda-feira), às 17h, em modalidade virtual, por meio da plataforma Zoom.
A convocação ocorre nos termos do Estatuto da entidade e tem como pauta o exame de situação institucional envolvendo procedimento disciplinar contra Auditor de Controle Externo, bem como a definição de estratégias políticas e jurídicas voltadas à preservação da independência funcional e das garantias inerentes à função de auditoria.

Nesse segmento textual, há exemplos corretos da utilização do acento grave indicativo da crase.
Assinale a frase em que o emprego desse acento mostra incorreção.

A As leis respondem às necessidades da população.
B Os olhos dos tribunais estão voltados à fiscalização.
C As leis não devem ser obedecidas à força.
D Os sonegadores foram levados à Justiça.
E O artigo dirige seu foco para às novas funções.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC
Texto associado
Maria estava parada há mais de meia hora no ponto de ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. Os ônibus estavam aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. O osso do pernil e as frutas que tinham enfeitado a mesa. Ganhara as frutas e uma gorjeta. O osso a patroa ia jogar fora. Estava feliz, apesar do cansaço. A gorjeta chegara numa hora boa. Os dois filhos menores estavam muito gripados. Precisava comprar xarope e aquele remedinho de desentupir o nariz. Daria para comprar também uma lata de Toddy. As frutas estavam ótimas e havia melão. As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?

A palma de uma de suas mãos doía. Tinha sofrido um corte, bem no meio, enquanto cortava o pernil para a patroa. Que coisa! Faca-laser corta até a vida!

Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entre as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem assentou-se ao lado dela. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai do seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? Cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também! Homens também? Eles haveriam de ter outra vida. Com eles tudo haveria de ser diferente. Maria, não te esqueci! Tá tudo aqui no buraco do peito...
EVARISTO, Conceição. Olhos D'água (adaptado). Rio de Janeiro: Pallas/Fundação Biblioteca Nacional, 2016.

Leia o fragmento a seguir.
"As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?"
Assinale a opção que indica a relação estabelecida pelos elementos em destaque.

A Posterioridade / anterioridade.
B Generalização / especificação.
C Oposição / inclusão.
D Adição / alternância.
E Causa / consequência.
Texto associado
Maria estava parada há mais de meia hora no ponto de ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. Os ônibus estavam aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. O osso do pernil e as frutas que tinham enfeitado a mesa. Ganhara as frutas e uma gorjeta. O osso a patroa ia jogar fora. Estava feliz, apesar do cansaço. A gorjeta chegara numa hora boa. Os dois filhos menores estavam muito gripados. Precisava comprar xarope e aquele remedinho de desentupir o nariz. Daria para comprar também uma lata de Toddy. As frutas estavam ótimas e havia melão. As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?

A palma de uma de suas mãos doía. Tinha sofrido um corte, bem no meio, enquanto cortava o pernil para a patroa. Que coisa! Faca-laser corta até a vida!

Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entre as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem assentou-se ao lado dela. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai do seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? Cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também! Homens também? Eles haveriam de ter outra vida. Com eles tudo haveria de ser diferente. Maria, não te esqueci! Tá tudo aqui no buraco do peito...
EVARISTO, Conceição. Olhos D'água (adaptado). Rio de Janeiro: Pallas/Fundação Biblioteca Nacional, 2016.

Assinale a frase que apresenta estrutura em ordem sintática inversa.

A Estava cansada de esperar.
B O osso a patroa ia jogar fora.
C Estava feliz, apesar do cansaço.
D Sentiu uma mágoa imensa.
E E haveria de se tornar um homem.
Texto associado
Maria estava parada há mais de meia hora no ponto de ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. Os ônibus estavam aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. O osso do pernil e as frutas que tinham enfeitado a mesa. Ganhara as frutas e uma gorjeta. O osso a patroa ia jogar fora. Estava feliz, apesar do cansaço. A gorjeta chegara numa hora boa. Os dois filhos menores estavam muito gripados. Precisava comprar xarope e aquele remedinho de desentupir o nariz. Daria para comprar também uma lata de Toddy. As frutas estavam ótimas e havia melão. As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?

A palma de uma de suas mãos doía. Tinha sofrido um corte, bem no meio, enquanto cortava o pernil para a patroa. Que coisa! Faca-laser corta até a vida!

Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entre as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem assentou-se ao lado dela. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai do seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? Cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também! Homens também? Eles haveriam de ter outra vida. Com eles tudo haveria de ser diferente. Maria, não te esqueci! Tá tudo aqui no buraco do peito...
EVARISTO, Conceição. Olhos D'água (adaptado). Rio de Janeiro: Pallas/Fundação Biblioteca Nacional, 2016.

Sobre a frase "Estava feliz, apesar do cansaço”, assinale a afirmativa correta.

A A alteração da ordem da oração destacada na frase implica mudança de sentido.
B A oração destacada estabelece relação de coordenação em relação à primeira.
C A oração destacada veicula a ideia de concessão.
D O conectivo "apesar de" pode ser substituído, sem alteração de sentido por "em virtude de".
E A oração destacada completa o sentido da primeira oração.

Leia a frase a seguir: “Gosto de ir aos cemitérios, admirar os túmulos dos que venceram na vida”. (Eno Teodoro Wanke) Assinale a opção que mostra uma observação correta sobre ela.

A Em lugar de “aos cemitérios”, a norma culta recomenda “nos cemitérios”.
B A vírgula após “cemitérios” mostra que são duas as ações que o autor da frase gosta de fazer (ir e admirar) e não só uma (ir admirar).
C O sujeito do verbo “gostar” não é identificável, por tratar-se de uma citação.
D O substantivo “túmulos” é precedido por um artigo definido porque o substantivo está referido anteriormente.
E No substantivo “cemitérios”, o sufixo “tério” tem valor semântico de “morte”, como em “necrotério”.

Leia a frase a seguir. “Pelas estatísticas, o lugar mais perigoso do mundo é a cama, pois é o lugar onde mais se morre”. (Daina Ruttul) Assinale a opção que apresenta uma observação correta sobre ela.

A Em lugar de “onde”, a norma culta recomenda o emprego de “aonde”.
B No segmento “Pelas estatísticas”, a preposição “por” mostra valor semântico de “condição”.
C As duas ocorrências da palavra “mais” são classificadas, respectivamente, como advérbio e pronome.
D A conjunção “pois” é classificada, na frase, como conjunção coordenada conclusiva.
E A afirmação expressa na frase é falsa por mostrar uma má relação de causa / consequência.

Entre as frases abaixo, assinale aquela que mostra uma construção correta e adequada no uso do pronome relativo.

A O operário o qual ficou ferido no desabamento está fora de perigo, segundo os médicos.
B Os romancistas de quem falaram muito bem no Congresso, enviaram agradecimentos.
C O cantor afirmou que o momento que conheceu sua atual esposa, foi mágico.
D Há canções que sua fama continua viva.
E Roberto Bach, muitos quadros do qual são expostos em museus mineiros, viajou definitivamente para a Europa.