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Leia o texto, para responder a questão Na véspera do Dia de Finados é imprescindível falar da vida e não da morte. Morrer faz parte da existência. É um fim em si mesmo, definido popularmente pelo velho refrão de que “para morrer, basta estar vivo”. No entanto, estamos acelerando a morte da vida no planeta com o descuido contínuo que faz surgir a crise climática atual. As mudanças climáticas são antigas, não surgiram nas últimas décadas. Talvez tenham até alguns séculos, desde quando na “idade da pedra” se acenderam as primeiras fogueiras. Incrementaram-se e cresceram, porém, com a “Revolução Industrial”, que nos facilitou o viver no dia a dia, mas terminou por nos tirar muito mais do que, agora, nos proporciona em bem-estar. (Flávio Tavares, O Dia de Finados que estendemos ao infinito . Disponível em: estadão.com.br/opinião. Acesso em: 13.04.2025.)

A frase, baseada no texto, que apresenta emprego e correlação de tempos e modos verbais de acordo com a norma-padrão é:

A Se os homens se proporem a rever suas atitudes, ainda se conterão os estragos causados ao meio ambiente.
B Se o homem contemporâneo podia consertar os erros do passado, ele o faria, mas se abstinha.
C Se prever o que acontecerá no futuro, o homem não agirá contra a vida no planeta.
D Se os homens verem com clareza o descuido contínuo com os bens da natureza, poderiam fazer cessar a crise climática atual.
E Se os homens intervieram na natureza, é justo que agora ajam para retardar a morte do planeta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão: Humilhação social: um problema político em Psicologia A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente. No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura. Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo. Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”. (José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)

O trecho “... não há memória para aqueles a quem nada pertence.” (4º parágrafo) pode ser reescrito, em conformidade com a norma-padrão de concordância e regência, como:

A ... não existe memórias para aqueles dos quais nada se tem.
B ... não há memórias para aqueles que nada possuem.
C ... não têm memórias para aqueles que nada dispõem.
D ... não se acha memórias para aqueles a quem nada detêm.
E ... não se encontram memórias para aqueles em que nada obtêm.
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Leia o texto a seguir para responder à questão: Humilhação social: um problema político em Psicologia A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente. No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura. Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo. Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”. (José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)

Considere o trecho a seguir: • “No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer.” (2º parágrafo) Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma reescrita do trecho em conformidade com a norma-padrão e com as relações de sentido originais.

A No bairro pobre, o espetáculo mais parece feito de interrupção do que de ruína: as linhas e as formas estão incompletas, pois não puderam se perfazer.
B No bairro pobre, o espetáculo parece menos feito de interrupção que de ruína: as linhas e as formas estão incompletas, embora não puderam se perfazer.
C No bairro pobre, o espetáculo que é feito de ruína parece interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, à medida que não puderam se perfazer.
D No bairro pobre, o espetáculo que parece ser ruína é interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, portanto não puderam se perfazer.
E No bairro pobre, o espetáculo embora pareça de interrupção é de ruína: as linhas e as formas estão incompletas, contanto que não puderam se perfazer.
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Leia o texto a seguir Cientistas encontram mais fortes sinais de vida em planeta Em uma descoberta potencialmente marcante, cientistas que utilizam o Telescópio Espacial James Webb obtiveram o que consideram os mais fortes sinais de possível existência de vida além do sistema solar, detectando na atmosfera de um planeta alienigena as impressões digitais químicas de gases que na Terra são produzidos apenas por processos biológicos. Os dois gases — sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila — envolvidos nas observações do planeta denominado K2-18b pelo Webb são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente vida microbiana, como o fitoplâncton marinho. Isso sugere que o planeta pode estar repleto de vida microbiana, disseram os pesquisadores. Eles enfatizam, no entanto, que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos, mas sim de uma possível bioassinatura - indicador de um processo biológico — e que os resultados devem ser vistos com cautela, sendo necessárias mais observações. Os cientistas manifestaram entusiasmo, no entanto. Esses são os primeiros indícios de um mundo alienígena que pode ser habitado, disse o astrofísico Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, principal autor do estudo publicado no Astrophysical Journal Letters. "Este é um momento transformador na busca por vida além do sistema solar, em que demonstramos que é possivel detectar bioassinaturas em planetas potencialmente habitaveis com as instalacdes atuais. Entramos na era da astrobiologia observacional”, afirmou Madhusudhan. Ele observou que ha varios esforcos em andamento na busca de sinais de vida no sistema solar, incluindo suposigdes de ambientes que podem ser propicios & vida em lugares como Marte, Vénus e diversas luas geladas. Fonte itps: e jb.com. briciencia-e-lecnologiaiciencia/2025/04/1055149- cientistas-encontram-mais-fortes-sinais-de-vida-em-planeta-alienigena.html Excerto. 24/05/2025. Adaptado.

“Eles enfatizam, no entanto , que não estão anunciando a descoberta de organismos vivos” (3º parágrafo). O conectivo em destaque veicula sentido:

A aditivo
B contrastivo
C consecutivo
D conformativo
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Oscar 2026: mudança de regra exige que votantes assistam a todos os filmes indicados A Academia anunciou uma nova regra para o Oscar 2026, nesta segunda-feira (21). A partir de agora, para que os membros se tornem aptos a votar, será necessário assistir a todos os filmes da categoria, algo que não era obrigatório antes. "Em uma mudança de procedimento, os membros da Academia agora devem assistir a todos os filmes indicados em cada categoria para serem elegíveis para votar na rodada final do Oscar. Todos os indicados designados também serão incluídos na votação final", informou a organização. De acordo com a revista "Variety", a Academia vai monitorar a atividade de visualização por meio de sua plataforma de streaming exclusiva para membros, a Academy Screening Room. Caso os votantes assistam aos longas em festivais, exibições ou eventos privados, será necessário enviar um formulário para comprovação. Na época da premiação deste ano, fontes anônimas votantes revelaram a revistas como "Variety" e "Entertainment Weekly" que não assistiram a todas as obras indicadas nas respectivas categorias que votavam. Entre os filmes mencionados estava o brasileiro "Ainda Estou Aqui", nomeado a três categorias e vencedor de Melhor Filme Internacional. A 98ª edição do Oscar, cuja cerimônia acontecerá em 15 de março de 2026, também teve mudanças quanto a filmes que usam inteligência artificial e outras ferramentas digitais. O uso de IA não contribui nem prejudica as chances de obter uma indicação, mas a produção será julgada levando em consideração o grau em que um ser humano esteve no centro da autoria criativa. Dependendo, isto pode ter impacto sobre qual filme será premiado.

Fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/2025/04/7043336-oscar-2026-mudanca-deregra-exige-que-votantes-assistam-a-todos-os-filmes-indicados.html. Acesso em: 22 abr. 2025. Excerto.

“A Academia anunciou uma nova regra para o Oscar 2026, nesta segunda-feira

( 21 ). A partir de agora, para que os membros se tornem aptos a votar , será necessário assistir a todos os filmes da categoria, algo que não era obrigatório antes” (1º parágrafo). No trecho em destaque, veicula-se o sentido de:

A causa
B finalidade
C comparação
D consequência
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Leia o texto a seguir: Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961 Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961. De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta. "Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV. Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década. Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado

“Uma estimativa publicada nessa segunda-feira

( 2 ) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961” (1º parágrafo). Em termos sintáticos, o trecho destacado é classificado como:

A aposto
B adjunto adverbial
C adjunto adnominal
D agente da passiva
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Leia o texto a seguir: Por que parte do arquivo da internet está desaparecendo para sempre (e o que está sendo feito para evitar isso) Pesquisas indicam que 25% das páginas web publicadas entre 2013 e 2023 não existem mais. Os fragmentos remanescentes de papiros, mosaicos e tábuas de cera da Antiguidade nos ensinam o que os moradores de Pompeia comiam no café da manhã, há 2 mil anos atrás. Aprendendo um pouco de latim medieval, é possível saber quantos animais eram criados no século 11, nas fazendas de Northumberland, no norte da Inglaterra, graças ao Domesday Book – o documento mais antigo dos Arquivos Nacionais do Reino Unido. Cartas e romances remanescentes mostram como era a vida social na era vitoriana – e quais eram as pessoas mais adoradas ou odiadas da época, no Reino Unido. Mas os historiadores do futuro podem enfrentar dificuldades para entender totalmente como vivemos hoje, no início do século 21. O motivo: a combinação da nossa forma de vida digital com a falta de esforços oficiais para arquivar as informações que o mundo produz hoje em dia pode apagar a nossa história. Mas um grupo informal de organizações vem combatendo as forças da entropia digital. Muitas delas são operadas por voluntários, com pouco apoio institucional. O maior símbolo da luta para salvar a web é o Internet Archive , uma organização sem fins lucrativos sediada em São Francisco, na Califórnia (EUA). Criada em 1996 como um projeto apaixonado do pioneiro da internet Brewster Kahle, a organização criou o que pode ser o mais ambicioso projeto de arquivo digital já realizado. São 866 bilhões de páginas web, 44 milhões de livros, 10,6 milhões de vídeos com filmes e programas de televisão – e muito mais. Abrigadas em diversos centros de dados espalhados pelo mundo, as coleções do Internet Archive e outros grupos similares são tudo o que temos para evitar a amnésia digital. "Os riscos são muitos. Não é só a tecnologia que pode falhar, embora isso certamente aconteça", afirma Mark Graham, diretor da Wayback Machine – uma ferramenta do Internet Archive que coleta e armazena cópias de websites para a posteridade. "O mais importante é que as instituições falham, as empresas fecham. As organizações jornalísticas são devoradas por outras organizações jornalísticas ou saem do ar, como é cada vez mais frequente", exemplifica ele. Graham destaca que existem inúmeros incentivos para colocar conteúdo online, mas são poucas as razões que fazem as companhias manterem este conteúdo por longo prazo. Mesmo com todos os feitos já realizados, o Internet Archive e organizações similares enfrentam ameaças financeiras, dificuldades técnicas, ciberataques e batalhas jurídicas geradas por empresas que não gostam da ideia de ver cópias da sua propriedade intelectual disponíveis gratuitamente. E, como mostram as recentes derrotas na Justiça, o projeto de salvar a internet pode ser tão volátil quanto o próprio conteúdo que ele tenta proteger. "Cada vez mais, nossos esforços intelectuais, nosso entretenimento, nossas notícias e nossas conversas existem apenas no ambiente digital", explica Graham. "Este ambiente é inerentemente frágil."

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2024/11/6985690-por-queparte-do-arquivo-da-internet-esta-desaparecendo-para-sempre-e-o-que-estasendo-feito-para-evitar-isso.html?utm_source=taboola&utm_medium=taboola-push. Excerto. Acesso em 19/11/2024. Texto adaptado

“Não é só a tecnologia que pode falhar, embora isso certamente aconteça’, afirma Mark Graham, diretor da Wayback Machine ” (11º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo destacado tem a função de expressar:

A modo
B causa
C condição
D concessão
Texto associado
Leia o texto a seguir: As células do cérebro não envelhecem Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024

“Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem” (2º parágrafo). O conectivo destacado designa a ideia de:

A causa
B tempo
C condição
D consequência
Texto associado
Leia o texto a seguir: As células do cérebro não envelhecem Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024

Em “Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra!” (5º parágrafo), o verbo destacado classifica-se como:

A de ligação
B transitivo direto
C transitivo indireto
D transitivo direto e indireto
Texto associado
Leia o texto a seguir: As células do cérebro não envelhecem Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024

“Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais ” (8º parágrafo). Nesse trecho, a oração destacada é classificada como subordinada:

A adjetiva restritiva
B adjetiva explicativa
C substantiva apositiva
D substantiva completiva nominal