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O planejamento de segurança a nível (1) observa a corporação como um todo, de forma a abranger inclusive os setores e departamentos que não possuem necessariamente uma ligação direta com a atividade de segurança. Já o planejamento de segurança a nível (II) se ocupa diretamente com a execução das atividades de segurança.

Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas I e II:

A operacional - estratégico
B tático - estratégico
C tático - operacional
D estratégico - operacional
E estratégico - tático

Considere a seguinte afirmação sobre o tratamento de riscos desenvolvido por Lorenzetti et al (2010, p.54):

(I) É o processo de avaliação das (II)dos sistemas e das ameaças relacionadas a eles. Sua dinâmica identifica os riscos, as origens desses e suas prováveis consequências, fornecendo a base para o estabelecimento de programas de segurança efetivos. ( III ) é o processo de implementação e manutenção de contramedidas (sistemas de proteção ou ações de segurança) que reduzam os efeitos dos riscos (IV).

Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas I, II, III e IV:

A A análise de riscos — vulnerabilidades - Gerenciamento de riscos - a uma condição aceitável
B O gerenciamento de riscos — vulnerabilidades - Enfrentamento de riscos — a uma condição favorável
C A análise de riscos — possibilidades — Gestão de riscos — inexistentes
D A análise de riscos — possibilidades - Enfrentamento de riscos - a uma condição aceitável
E O gerenciamento de riscos — ameaças — Análise de riscos — inexistentes

Com relação às técnicas de defesa pessoal, também denominada de autodefesa, é correto afirmar que o movimento ofensivo com uso das mãos abertas aplicadas contra qualquer ponto sensível é denominado:

A Empurrada.
B Gravata.
C Cotovelada.
D Soco frontal.
E Soco lateral.

Considere os seguintes níveis de gradiente do uso da força:

I.Armas não letais.
II.Aviso.
III.Presença e postura.
IV.Chave de braço.
V.Pontos de pressão.
VI.Ordem.
VII.Golpes Contundentes.

O Agente de Polícia Judicial Paulo estava em seu tumo de serviço na sede do Tribunal Regional do Trabalho, quando, de repente, identificou um cidadão desarmado que proferia xingamentos contra uma Técnica Judiciária que lhe prestava informações. Diante do atual cenário e do eventual sucessivo agravamento, quanto ao escalonamento do uso da força, Paulo deve, respectivamente, em escala crescente, utilizar-se de

A II - III - VI - I - IV - V - VII
B VI - II - IV - III - VII - V - I
C II - IV - III - VI - V - VII - I
D III - II - VI - V - IV - VII - I
E III - VI - II - IV - V - VII - I

Considere que a reação do agente de segurança de dignitários é a resposta na mesma proporção a um ataque contra a pessoa protegida. NÃO é recomendável, em hipótese alguma, a reação no caso de ataque por meio de

A agressão física por pessoa desarmada.
B arma de fogo a longa distância.
C agressão física por mais de uma pessoa.
D arma de fogo a curta distância.
E arma branca a curta distância.

O Decreto nº 8 793/2016 fixa a Política Nacional de Inteligência e estabelece os pressupostos da atividade de inteligência no Brasil. Para a realização dos pressupostos fixados nessa política destacam-se as seguintes iniciativas:

I. A atividade de inteligência deve atender precipuamente ao Estado, não se colocando a serviço de grupos, ideologias e objetivos mutáveis e sujeitos às conjunturas polilico-partidária.
II. O trabalho da Inteligência deve permitir que o Estado, de forma antecipada, mobilize os esforços necessários para fazer frente às adversidades futuras e para identificar oportunidades à ação governamental.
III. A atividade de Inteligência exige o emprego de meios sigilosos, como forma de preservar sua ação, seus métodos e processos, seus profissionais e suas fontes.
IV. Quanto ao comportamento que se espera dos profissionais de Inteligência, pode-se citar o cuidado com a preservação dos valores que determinam a primazia da verdade, sem conotações relativas, da honra e da conduta pessoal ilibada, de forma clara e sem subterfúgios.
V. A Inteligência é uma atividade perene e sua existência confunde-se com a do Estado ao qual serve.

As iniciativas I, II, III, IV e V dizem respeito aos seguintes pressupostos:

A I
II
III
IV
V
caráter permanente
atividade de assessoramento oportuno
abrangência
atividade de Estado
conduta ética
B I
II
III
IV
V
abrangência
conduta ética
atividade especializada
atividade de Estado
atividade de assessoramento oportuno
C I
II
III
IV
V
atividade de Estado
atividade de assessoramento oportuno
atividade especializada
conduta ética
caráter permanente
D I
II
III
IV
V
caráter permanente
atividade de assessoramento oportuno
conduta ética
atividade especializada
atividade de Estado
E I
II
III
IV
V
atividade de assessoramento oportuno
caráter permanente
conduta ética
atividade especializada
atividade de Estado

A equipe de segurança (I) é responsável pela proteção dinâmica da autoridade e os agentes que integram tal atividade utilizam o traje (II). Sua conduta deve ser pautada pela (III)

Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas I, II e III:

A precursora — de acordo com a autoridade - ostensividade
B aproximada — da instituição a que pertencem — ostensividade
C aproximada — de acordo com a autoridade — discrição
D precursora — da instituição a que pertencem - operacionalidade
E avançada — obrigatoriamente social — discrição

Sobre a atividade de contrainteligência e a sua atuação perante as infraestruturas críticas que demandam a alocação de recursos de segurança, é correto afirmar:

A A atividade de contrainteligência ocorre exclusivamente de maneira reativa com intuito de reprimir inteligência adversa que pode colocar em risco as infraestruturas críticas, a exemplo de instalações ou sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) exclusivamente da esfera pública que nesse caso podem provocar sério impacto à segurança do Estado ou sociedade.
B Adota-se a concepção de contrainterferência preventiva exclusivamente junto a inteligências parceiras e dentre as suas áreas de atuação encontra-se a proteção de infraestruturas críticas que podem abranger os sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da esfera pública ou privada que provoquem sério impacto à segurança do Estado ou sociedade.
C Adota-se a concepção de contrainteligência preventiva junto a inteligências adversas e, dentre as suas áreas de atuação, encontra-se a proteção de infraestruturas criticas que podem abranger instalações ou sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da esfera pública ou privada que provoquem sério impacto à segurança do Estado ou sociedade.
D A atividade de contrainteligência ocorre exclusivamente de maneira reativa com intuito de reprimir inteligência adversa que pode colocar em risco as infraestruturas críticas, a exemplo de instalações ou sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da esfera pública ou privada que provoquem sério Impacto à segurança do Estado ou sociedade.
E Adota-se a concepção de contrainteligência preventiva exclusivamente junto a inteligências amigas, a exemplo de outros países, e dentre as suas áreas de atuação encontra-se a proteção de infraestruturas críticas que podem abranger instalações, serviços e bens. Já os sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) são operados pela contrainterferência e não são considerados estruturas criticas.

Considere o texto a seguir:

No desempenho de sua árdua missão, o executivo da policia (também chamado de comandante do teatro de operações), assim como toda e qualquer pessoa que participe do processo de gerenciamento de uma crise, está, durante todo o desenrolar do evento, tomando decisões dos mais diversos jaezes e pertinentes aos mais variados assuntos.

Nesse processo decisório, essas pessoas se veem amiúde diante de dilemas do tipo “faço ou não faço”. Decisão desde as mais simples às mais complexas vão sendo tomadas a todo momento, envolvendo matérias tão dispares como o fornecimento de água. ou alimentação para os reféns e para os elementos causadores da crise, o atendimento médico de urgência a um refém no interior do ponto crítico, o corte da linha telefônica ou da luz elétrica daquele ponto ou até mesmo o uso de força letal

(SOUZA, 1995, p. 17-18)

Ao tratar da complexidade de eventos e demandas desencadeadas por uma crise, conforme exposto no texto acima, a doutrina adota providências que visam otimizar e direcionar o processo decisório do tomador de decisão perante o evento crítico. Essas providências são conhecidas como:

A procedimentos operacionais padrão.
B tipologia dos causadores.
C critérios de previsibilidade.
D planejamento de contingências.
E critérios de ação.

Para o exercício da função de agente polícia judiciária é necessário o conhecimento do funcionamento dos órgãos de segurança pública que atuam no contexto do Tribunal Regional do Trabalho, com intuito de compartilhar informações e adotar as medidas necessárias para cada caso de forma abrangente e legitima. As atividades decorrentes do exercício da polícia judiciária realizadas pela Policia Civil incluem a apuração de infrações penais dentro de sua esfera de atribuição. Ao exercício de tais atividades, a Constituição Federal de 1988 fixa duas condições em que NÃO se aplica: A primeira é a ressalva das funções de polícia judiciária de competência

A do Município e a segunda a apuração de infrações penais de natureza militar.
B da União e a segunda a apuração de infrações penais de natureza cível.
C do Município e a segunda a apuração de infrações penais de natureza internacional.
D da União e a segunda a apuração de infrações penais de natureza militar.
E do Estado e a segunda a apuração de infrações penais de natureza político partidária.