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FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
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378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
87 questões encontradas
No tocante à flexão de número dos substantivos, aponte a alternativa incorreta.
Mencionando-se flexão de gênero dos substantivos, indique a alternativa incorreta.
Tratando-se da flexão de gênero dos substantivos, associe (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Na formação do feminino dos substantivos biformes terminados em “-ão”, eles fazem o feminino de três formas: a) troca-se “-ão” por “-oa”; b) troca-se “-ão” por “-ã”; c) troca-se “- ão” por “-ona”. Exceções: barão, ladrão, sultão.
( ) Na formação do feminino dos substantivos biformes terminados em “-or”, acrescenta-se “-a” ao masculino.
( ) Há substantivos biformes que formam o feminino trocando o “-e” final por “-a”.
( ) Não há substantivos que têm radicais diferentes no masculino e no feminino.
Citando-se a classificação dos substantivos, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta. A- Substantivo comum. B- Substantivo próprio. C- Substantivo primitivo. D- Substantivo abstrato. 1- É aquele que não deriva de nenhuma outra palavra da própria Língua Portuguesa. 2- É aquele que designa os seres de uma mesma espécie de forma particular. 3- É aquele que designa seres que dependem de outros para se manifestar ou existir. 4- É aquele que designa os seres de uma mesma espécie de forma genérica.
Tratando-se da flexão de número dos substantivos compostos, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de substantivo + substantivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de substantivo + adjetivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de adjetivo + substantivo.
( ) Flexionam-se os dois elementos nos substantivos compostos ligados por hífen, quando formados de numeral + substantivo.
Citando-se a classificação dos substantivos, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta. Coluna
I. A- Substantivo coletivo. B- Substantivo próprio. C- Substantivo derivado. D- Substantivo abstrato. Coluna
II. 1- Ferreiro, padeiro. 2- Aurora, Amanda. 3- Beleza, saudade. 4- Enxame, matilha.
Quanto ao gênero do substantivo, assinale a alternativa incorreta.
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 15. 1 Poseidon estava sentado à sua mesa de trabalho e fazia contas. A administração de todas contas. A administração de todas as águas dava-lhe um trabalho infinito. Poderia dispor de quantas forças auxiliares quisera, e com efeito, tinhas muitas, mas como tomava seu emprego muito a sério, verificava novamente todas as contas, e assim as forças auxiliares lhe serviam 5 de pouco. Não se pode dizer que o trabalho lhe era agradável e na verdade o realizava unicamente porque lhe tinha sido imposto; tinha-se ocupado, sim, com frequência, em trabalhos mais alegres, como ele dizia, mas cada vez que se lhe faziam diferentes propostas, revelava-se sempre que, contudo, nada lhes agradava tanto como seu atual emprego. Além do mais era muito difícil encontrar uma outra tarefa para ele. Era impossível designar-lhe um determinado mar; prescindindo de que aqui 10 o trabalho de cálculo não era menor em quantidade, porém em qualidade, o Grande Poseidon não podia ser designado para outro cargo que não comportasse poder. E se lhe oferecia um emprego fora da água, esta única ideia lhe provocava mal-estar, alterava-se seu divino alento e seu férreo torso oscilava. Além do mais, suas queixas não eram tomadas a sério; quando um 15 poderoso tortura, é preciso ajustar-se a ele aparentemente, mesmo na situação mais desprovida de perspectivas. Ninguém pensava verdadeiramente em separar a Poseidon de seu cargo, já que desde as origens tinha sido destinado a ser deus dos mares e aquilo não podia ser modificado. O que mais o irritava — e isto era o que mais o indispunha com o cargo - era inteirar-se de que como representavam 20 com o tridente, guiando como um cocheiro, através dos mares. Entretanto, estava sentado aqui, nas profundidades do mar do mundo e fazia contas ininterruptamente; de vez em quando uma viagem da qual além do mais, quase sempre regressava furioso. Dai que mal havia visto os mares, isso acontecia apenas em suas fugitivas ascensões ao Olimpo, e não os teria percorrido jamais verdadeiramente. Gostava de dizer que com isso esperava o fim do mundo, que então teria certamente 25 ainda um momento de calma, durante o qual, justo antes do fim, depois de rever a última conta, poderia fazer ainda um rápido giro. Franz Kafka
O substantivo é classe de palavras responsável por nomear seres, objetos e sentimentos, podendo se flexionar no plural, quando necessário. Nessa perspectiva, indique a alternativa que apresenta corretamente a flexão no plural.
Texto associado
Analise o texto abaixo para responder a questão. Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro) Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico . E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole. E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo " — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...] (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focarnuma-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024)