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Read the text to answer question. Based on theoretical, experimental, and experiential knowledge, teachers and teacher educators have expressed their dissatisfaction with method in different ways. Studies clearly demonstrate that, even as the methodological band played on, practicing teachers have been marching to a different drum. In this sense, the post method condition is established as a timely response. It signifies interrelated attributes. First and foremost, it signifies a search for an alternative to method rather than an alternative method. While alternative methods are primarily products of top-down processes, alternatives to method are mainly products of bottom-up processes. In practical terms, this means that we need to refigure the relationship between the theorizer and the practitioner of language teaching. If the concept of method authorizes theorizers to centralize pedagogic decision-making, the postmethod condition enables practitioners to generate location-specific, classroom-oriented innovative strategies. Secondly, the postmethod condition signifies teacher autonomy. The conventional concept of method “overlooks the fund of experience and tacit knowledge about teaching which the teachers already have by virtue of their lives as students” (Freeman, 1991). The postmethod condition, however, recognizes the teachers’ potential to know not only how to teach but also how to act autonomously within the academic and administrative constraints imposed by institutions, curricula, and textbooks. It also promotes the ability of teachers to know how to develop a critical approach in order to self-observe, self-analyze, and self-evaluate their own teaching practice with a view to effecting desired changes. (B. Kumaravadivelu, Beyond Methods: Macrostrategies for language teaching . Haven and London: Yale University Press. 2003. Adaptado)

In the same book, Karamavadivelu proposes some macrostrategies for language teaching. These are “guiding principles derived from historical, theoretical, empirical, and experiential insights related to L2 learning and teaching”. The strategy the author names “Fostering language awareness” aims to

A attempt to draw learners’ attention to the formal and functional properties of their L2.
B lead students to recognize potential perceptual mismatches between intentions and interpretations of the actors involved in the process.
C help learners learn how to learn, providing them with the means necessary to self-direct and self-monitor their own learning.
D provide rich textual data so that learners can infer and internalize underlying rules governing grammatical usage and communicative use.
E holistically integrate language skills traditionally separated and sequenced as listening, speaking, reading, and writing.

Considere a seguinte Competência Específica de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental: Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual. (Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: https://www.gov.br/mec) De acordo com essa competência, conclui-se corretamente que o ensino da língua

A recorre à gramática normativa como expediente para a correção dos textos propostos em aula a partir de variedades linguísticas não padrão.
B incorpora as práticas de oralidade relativas às variedades linguísticas e mantém o ensino sistemático da gramática normativa para os gêneros escritos.
C amplia a perspectiva da abordagem linguística e muda o papel do sujeito aprendiz, que pode usar em seus textos, orais e escritos, qualquer variedade da língua.
D passa a ser pautado exclusivamente pelas variedades linguísticas, do que decorre a completa ausência de questões de gramática normativa nas aulas.
E deixa de ser orientado exclusivamente pela gramática normativa, passando a incorporar as variedades linguísticas presentes em gêneros textuais diversos.

Em sua obra, Abramovay et al.

( 2012 ) destaca que, na dinâmica da escola, estabelecem-se relações que produzem a violência simbólica como forma de dominação. Alguns exemplos dessa violência são:

A grades nas salas de aula e jardins floridos.
B danos à infraestrutura e banheiros sujos.
C plantação de árvores e espaço de lazer.
D espaço para brincar e pichação.
E agressão física e quadra de esporte.

Os socos, pontapés e empurrões são considerados práticas de agressão ___________ que caracterizam o bullying. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto, conforme Camargo

( 2009 ).

A cerebral
B psicológica
C física
D parental
E patrimonial

Toda escola deve ser composta por _________, que é o órgão formado pelo diretor, professores, funcionários, alunos, pais e outros representantes com o objetivo de tomar as decisões administrativas e pedagógicas escolares. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto, segundo Monlevade

( 2012 ).

A um conselho escolar
B uma associação pedagógica
C um instituto educacional
D uma sociedade educativa
E um comitê regulatório

Um dos diversos conceitos discutidos por Monlevade

( 2012 ) é o de “educação permanente”. De acordo com o autor, a educação permanente

A é aquela que ensina saberes que, uma vez aprendidos, durarão para sempre.
B consiste em novos métodos de educação infantil, concebidos em torno de competências.
C implica a necessidade inesgotável de se atualizar, de se educar ao longo de toda a vida.
D significa que a experiência na escola é, o tempo todo, educativa para a criança.
E tem por objetivo reduzir a evasão escolar dos jovens, por meio de políticas de incentivo à permanência.

Camargo

( 2009 ) afirma que “é comum, no bullying, que os alvos sejam agredidos ou ridicularizados todos os meses, semanas ou, até mesmo, várias vezes ao dia”. É correto afirmar que essa característica do bullying é denominada

A repetição.
B consequência.
C intermitência.
D gratuidade.
E identificação.

Conforme Camargo

( 2009 ), uma das características do bullying é a intencionalidade, a qual é descrita como

A ato impensado que ocorre dentro de determinadas circunstâncias, mas sem consequências aparentes e severas.
B clareza por parte do autor de bullying, que sabe que o alvo das suas agressões não gosta de suas atitudes.
C agressão sem consequência, mas que leva o autor a sofrer pessoalmente com as piadas que faz.
D pretensão do autor de bullying de apenas se divertir, escolhendo, para isso, alguém de quem gosta muito.
E intenção da vítima do bullying de fazer denúncias assim que as agressões iniciam.

Na visão de Monlevade

( 2012 ), todas as pessoas que trabalham na escola devem receber uma única denominação, ainda que desempenhem funções específicas. Nesse sentido, o autor afirma e insiste que os professores e os funcionários não docentes (incluindo diretor e sua equipe) são todos

A profissionais.
B servidores públicos.
C educandos.
D educadores.
E colaboradores.