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Jung identificou quatro funções psicológicas fundamentais (pensamento, sentimento, sensação e intuição), sendo que ninguém
desenvolve igualmente bem todas as quatro funções. Cada pessoa tem uma função

A falsamente dominante e uma função auxiliar potentemente desenvolvida.
B levemente dominante e uma função auxiliar integralmente desenvolvida.
C raramente dominante e uma função auxiliar fragilmente desenvolvida.
D tenuamente dominante e uma função auxiliar totalmente desenvolvida.
E fortemente dominante e uma função auxiliar parcialmente desenvolvida.
Órgão: Companhia do Metropolitano de São Paulo Cargo: Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Psicologia Prova: FCC - Metrô SP - Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Psicologia - 2019

Na Terapia Cognitiva de abuso de substâncias, a principal meta é minar as crenças relacionadas às substâncias psicoativas e
substituí-las por crenças de controle, pois reduzem a probabilidade do uso. A maioria dos pacientes, de modo ambivalente, quer
e não quer parar o uso de substâncias, ou seja, tem crenças de controle que

A incentivam significativamente o uso.
B acompanham as crenças relacionadas à adição.
C abalam o sistema global de reatribuição.
D indicam forte tendência a reincidir.
E contradizem as crenças relacionadas ao uso.
Órgão: Companhia do Metropolitano de São Paulo Cargo: Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Psicologia Prova: FCC - Metrô SP - Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Psicologia - 2019

Embora muito frequentemente, na convivência diária, as pessoas sejam classificadas como normais ou anormais, descrever com maior precisão o que seja normalidade comportamental não é tão fácil nem tão simples. Existem certos sinais comportamentais que ajudam a diagnosticar aquele que pode ser considerado sadio. Conforme salienta Muchinsky (2006, p. 349-50), as pessoas normais: demonstram bem-estar real, despertam prazer na convivência; são competentes, bem-sucedidas em muitas atividades, têm bons empregos e adaptam-se com facilidade a eles; demonstram

A contar com mecanismos de enfrentamento bem desenvolvidos e atuam sempre com empatia cognitiva, controlando suas emoções de forma a não expressá-las em cenários de conflito.
B liberdade e conseguem obter bons resultados em testes de inteligência geral e de aptidões.
C capacidade para lidar com cálculos; possuem empatia cognitiva bem desenvolvida e assumem responsabilidade por trabalhos que não são seus.
D liberdade e conseguem obter bons resultados em testes de inteligência geral e de aptidões para que possam dominar a capacidade de antever o futuro.
E autonomia e são livres para escolher seus próprios caminhos, expressam enfaticamente seus valores e preferências; possuem aspirações próprias.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

A relação do terapeuta com seu cliente exige, do primeiro, uma postura que varia de acordo com a abordagem utilizada.
Nesse sentido, é característico da posição do terapeuta na abordagem proposta por Carl Rogers o(a)

A apagamento das características egoicas, de forma a se permitir ser tomado como objeto pelo paciente, aceitando o afeto que lhe é dirigido, sem pretender responder a ele simetricamente.
B aceitação empática do que o cliente descreve e o estabelecimento de uma parceria de trabalho que permita ao terapeuta verificar suas hipóteses sobre o cliente, favorecendo a eficácia do tratamento.
C assunção de uma postura de intermediação entre o sujeito e o campo simbólico, devolvendo a mensagem de forma invertida e sustentando a posição de sujeito suposto saber.
D promoção do encontro eu-tu em uma relação dialógica, permitindo o contato entre duas pessoas como pessoas, e não do terapeuta com um objeto de manipulação, evitando a mediação do pensamento e das ideias.
E transparência em relação aos seus próprios sentimentos, a aceitação e o apreço incondicionais em relação ao cliente e a aceitação da singularidade e da liberdade do outro.

As terapias cognitivo-comportamentais partem da premissa de que as mudanças de comportamento desejadas ocorrem por meio das mudanças cognitivas. Há diversos modelos nessa premissa, com algumas variações.
Um ponto em comum entre esses modelos é o fato de essas terapias

A ensinarem o modelo terapêutico ao cliente/paciente, caracterizando uma intervenção educativa, o que a difere de outras abordagens.
B terem ênfase no controle do terapeuta sobre o cliente/ paciente em detrimento do desenvolvimento do autocontrole.
C serem de duração mais longa, visto que é difícil interferir no pensamento para modificá-lo.
D fundamentarem-se sempre nos testes psicológicos como recurso de avaliação e intervenção.
E proporem ênfase em um tipo de filosofia racional, em busca da minimização da perturbação emocional.

Uma criança vê um cavalo e diz: “Olha, um au-au (cachorro)!” O cavalo relincha e cavalga ruidosamente para longe. O pai diz à criança: “Desse tamanho todo, relinchando, parece um cachorro?” A conversa continua e, ao chegar a sua casa, a criança diz à mãe “Vimos um pocotó (cavalo)!” Qual(is) conceito(s) da epistemologia genética de Jean Piaget é(são) exemplificado(s) no trecho acima?

A Imaginário
B Pensamento forma
C Anomia, heteronomia e autonomia
D Inteligência abstrata e fala imitativa
E Assimilação, acomodação e equilibração

Melanie Klein propõe o brincar como técnica na clínica com crianças porque, para essa autora, o brincar

A oferece à criança uma possível ab-reação, uma descarga emocional pela qual ela se libera de um afeto desagradável vinculado a um trauma que se repete inconscientemente.
B cria uma situação favorável à observação analítica da criança em sua tentativa de chegar, impunemente, à satisfação de suas pulsões pela via lúdica.
C opera como uma forma de aprendizado da livre associação, no início do tratamento, e permite um apaziguamento do supereu pela realização pulsional, ao final do tratamento.
D é a representação simbólica de fantasias, desejos e experiências com que a criança substitui a associação livre diante da resistência imposta pela angústia às associações verbais.
E dá à criança a oportunidade de se unir à mãe que, ao se permitir ser o objeto que a criança pode encontrar e, alternativamente, ela própria, dá à criança a experiência de onipotência necessária ao seu desenvolvimento.

Um treinador quer que um sujeito aumente a emissão de um determinado comportamento que já existe em seu repertório. O treinador retira um estímulo aversivo do ambiente por 3 minutos, imediatamente após o sujeito emitir o comportamento pela primeira vez. Ele volta a retirar o estímulo aversivo por 3 minutos após o comportamento ocorrer 15 vezes, retira-o por mais 3 minutos depois do comportamento se repetir outras 5 vezes e por outros 3 minutos depois da emissão do comportamento outras 10 vezes. Mantendo-se tais parâmetros, o treinador está usando o esquema de reforço

A negativo por razão variável
B negativo por intervalo variável
C negativo por intervalo fixo
D positivo por intervalo fixo
E positivo por razão variável

O uso do divã na psicanálise foi justificado por Freud como ferramenta para evitar que o psicanalista interferisse na associação livre. Com a leitura lacaniana das questões técnicas, o divã passa a ser justificado como um(a)

A recurso que favorece a regressão, já que a posição deitada estimula a infantilização do pensamento e das fantasias inconscientes mais antigas.
B artifício que facilita suspender a dimensão imaginária presente nas relações de ego a ego, favorecendo a emergência do sujeito inconsciente.
C remanescente, na psicanálise, das práticas hipnóticas em sua origem, onde o paciente era colocado em uma posição relaxada e submissa.
D forma de garantir a neutralidade do psicanalista, assegurando que a transferência ocorra unicamente com elementos do paciente.
E ferramenta que protege o psicanalista das inferências e julgamentos dos pacientes sobre suas emoções pessoais e reações ao que escuta.