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A medição de distâncias de forma direta, utilizando por exemplo uma trena de plástico ou de lona, está sujeita a erros de precisão. Assinale a opção que indica um aspecto que não influencia no erro da medida da distância.

A tensão.
B horizontalidade.
C alinhamento.
D temperatura.
E umidade.

Uma curva circular de uma estrada tem seu ponto inicial (PC) na estaca 142 + 5,00, adotando-se o estaqueamento padrão de 20m. O raio da curva vale 80m e seu desenvolvimento total mede 45m. Com base nessas informações, pode-se dizer que a estaca do seu ponto final PT será denotada por

A 142 +10,0
B 144 +10,0
C 145 + 15,0
D 146 + 5,0
E 148+ 10,0

Uma determinada seção de rodovia requer a realização de corte no terreno original, o qual deverá ocorrer com as seguintes características: - cota original do terreno: 120,50m. - cota do greide da rodovia: 116,00m. - declividade do talude de corte: 3 (vertical) : 2 (horizontal) Com base nessas informações e desprezando a espessura das camadas de pavimento, a largura do talude de corte, em cada bordo da seção da estrada, vale

A 2,00m.
B 2,50m.
C 3,00m.
D 3,50m.
E 4,00m.

Em inventários florestais, uma das tarefas fundamentais e corriqueira, refere-se ao cálculo da altura de uma árvore. Nesse sentido, considere que um profissional inventariante tem um clinômetro, utilizado para medir o ângulo a partir da altura do seu olho até a copa da árvore, encontrando um ângulo de 35 graus. Considere que a altura do olho do profissional até o solo é de 1,75 metros. Também considere que foi medida uma distância horizontal de 30 metros, medida do pé do profissional até a base da árvore. A partir dos dados fornecidos, qual é a equação que fornece a altura total da árvore:

A Altura total da árvore = 1,75 + (tangente de 35 graus vezes 30).
B Altura total da árvore = 1,75 + (seno de 35 graus vezes 30).
C Altura total da árvore = (tangente de 35 graus vezes 30) – 1,75.
D Altura total da árvore = (cosseno de 35 graus vezes 30) – 1,75.

A partir de um levantamento topográfico planialtimétrico, foi elaborado um mapa para apresentar as curvas de nível. Nesse mapa, a equidistância entre as curvas é de 20 metros e foi confeccionado para a escala 1:10.000. Num dado local do mapa, a distância horizontal que separa 2 curvas é de 5 centímetros, e foi medida com o auxílio de um escalímetro. Pergunta-se qual a porcentagem de declividade neste local:

A 4,5 (quatro e meio) por cento de declividade.
B 5 (cinco) por cento de declividade.
C 5,5 (cinco e meio) por cento de declividade.
D 4 (quatro) por cento de declividade.

Num levantamento topográfico planialtimétrico, foi adotado o Plano Topográfico Local, com coordenadas de partida arbitrada, obtendo-se as seguintes coordenadas cartesianas (x,y): coordenada 1 (x=0, y=0); coordenada 2 (x=8, y=10); coordenada 3 (x=15, y=12); coordenada 4 (x=20, y=15); coordenada 5 (x=12, y=5). Sabendo que a unidade utilizada foi o metro, qual o valor da área, em hectares?

A 0,00475 hectares.
B 0,00547 hectares.
C 0,00745 hectares.
D 0,00574 hectares.

Ao mapear a distribuição da dengue por setores censitários numa cidade do interior paulista, um geógrafo produziu um mapa que apresentava taxas muito elevadas em alguns setores menos populosos. Por meio do trabalho de campo, constatou-se que, em alguns casos, os valores elevados estavam associados à famílias individualizáveis. Trata-se de um exemplo de

A falácia ecológica.
B regressão linear.
C modelo matricial.
D suavização bayesiana.
E validação cruzada.

A partir dos anos 1990, geógrafos e outros cientistas sociais promoveram um amplo debate acerca da escala. Desse debate decorrem duas grandes visões sobre o conceito. A primeira considera cada escala como o limite que encerra um espaço absoluto particular, a região ou o estado-nação, por exemplo. A segunda visão não supõe o fechamento de espaços, mas descreve como as redes são estruturadas, geralmente em termos de linhas e nós. Nessa abordagem, as escalas são representadas pelo comprimento relativo das linhas que conectam vários nós – linhas mais longas são normalmente usadas para representar a escala global, enquanto linhas mais curtas representam escalas nacionais ou regionais. Adaptado de: HEROD, Andrew. Scale. Nova Iorque: Routledge, 2011 A segunda visão acerca do conceito de escala, destacada no texto acima, corresponde a uma abordagem:

A absoluta;
B topológica;
C topográfica;
D dependente;
E fenomenológica.

A abordagem neopositivista na Geografia vinculou a noção de região ao funcionalismo, vendo o espaço como um sistema de fluxos em que cada parcela ou subsistema desempenha um conjunto específico de funções. Funda-se, então, a distinção entre as regiões homogêneas ou uniformes e as regiões funcionais ou polarizadas. Adaptado de: HAESBAERT, R. Regional-global: dilemas da região e da regionalização na geografia contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010 Diferentemente das regiões funcionais, as regiões homogêneas:

A baseiam-se nos princípios de coesão e fluidez;
B constituem-se a partir de fenômenos reticulares;
C definem-se a partir da hierarquização de polos;
D distinguem-se pelas relações de complementaridade;
E configuram-se espacialmente em áreas ou zonas.