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Texto associado
Crônica:
tempo de despedida
Metáforas que se impõem


Temos muitas imagens armazenadas em
nosso cérebro. Metáforas guardadas em nosso
imaginário. Algumas, temos de admitir, são
dolorosamente evidentes. Amanhecia. Véspera
de Natal. Manhã fresca de um dia que seria muito
quente. Havíamos passado a noite tomando
vinho, ouvindo Roberto Carlos, só as mais tristes,
tipo “Jovens tardes de domingo”, comemorando
nossa formatura de Segundo Grau. Então eu saí
pelos trilhos, de volta para casa, sentindo uma
brisa empurrar meus cabelos longos, típicos dos
anos 1970, para trás. Podia haver uma imagem
mais óbvia e mais certeira para uma separação,
uma ruptura, uma metamorfose?

Lembro como se fosse ontem, para continuar
com imagens comuns, que olhei para trás,
para os lados, para cima e para baixo, como se
tentasse me situar. Vi a estação, que parecia
mais melancólica do que nunca, vi alguns vagões
estacionados em trilhos paralelos à linha central,
vi um cachorro magro saltitar em três pernas e
ouvi um galo retardatário cantar. Na metade do
caminho, parei de novo e contemplei o cenário
no qual me achava imerso. Eu sabia que a minha
vida nunca mais seria a mesma. Em breve,
eu tomaria o caminho da capital. Estava na
encruzilhada. Passei por uma chave de trilhos,
um mecanismo usado para desviar trens para
uma linha secundária. Brinquei de tentar mudar o
meu destino. Eu estava pesadamente consciente
de que dava os meus últimos passos no universo
que me definia.
Até
hoje me pergunto: por que tanto realismo
na metáfora que marcou minha passagem da
adolescência para o mundo adulto? Uma semana
depois, em 1º de janeiro de 1980, botei o pé na
estrada e nela continuo. Só tenho voltado ao
ponto de partida como visitante. Retornarei algum
dia em definitivo para fechar o ciclo? Éramos três
naquela despedida. Continuei ligado a um dos
amigos daquela noite de despedida. O outro, o
anfitrião, encontrei uma única vez, por acaso,
num estádio de futebol. Não deve ter passado
uma semana, porém, que não tenha pensando
neles e em nossa turma.

O que nos faz pensar em detalhes de
experiências tão distantes? Lembro-me de ter
caminhado mais de um quilômetro pelos trilhos.
Cada vez que parava ou olhara para trás, com
os olhos apertados pela luz da manhã, sentia o
coração pulando. Estava deixando tudo o que me
importava. Como foi possível que eu não sentisse
medo, não duvidasse, não tentasse escapar da
mudança? A minha convicção era férrea como
os trilhos que eu pisava. Hoje, quando encontro
a gurizada de 17 anos, nunca deixo de concluir
com certo paternalismo: são crianças. Eu era uma
criança quando saí de casa.

Quando penso naquele momento de partida,
inevitavelmente penso nos trilhos daquela manhã
de verão. Venho trilhando meu caminho. Não me
arrependo de não ter mudado a chave. Ainda ouço
a voz de Roberto Carlos, pois “canções usavam
formas simples”, ressoando na madrugada: “O
que foi felicidade me mata agora de saudade,
velhos tempos, belos dias”. Depois de 40 anos
de separação, estamos nos reencontrando num
grupo de WhatsApp.

Disponível em:
<
https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-tempo-de-despedida-1.371025 >. Acesso em: 24 out.
2019.

Sobre o uso das vírgulas, assinale a
alternativa correta.

A Em “Metáforas guardadas em nosso
imaginário. Algumas, temos de admitir,
são dolorosamente evidentes.”, as vírgulas
foram empregadas para isolar o modo como
o eu lírico se sentia.
B Em “Hoje, quando encontro a gurizada de
17 anos, nunca deixo de concluir com certo
paternalismo: são crianças.”, as vírgulas
são obrigatórias para isolar uma explicação
de um fato ocorrido anteriormente.
C Em “Continuei ligado a um dos amigos
daquela noite de despedida. O outro, o
anfitrião, encontrei uma única vez, por
acaso, num estádio de futebol.”, as vírgulas
que isolam “o anfitrião” e “por acaso” são
empregadas pelo mesmo motivo.
D Em “Em breve, eu tomaria o caminho da
capital.”, a vírgula foi empregada para
marcar o deslocamento de uma expressão
adverbial de tempo que estaria no final da
frase caso esta estivesse em sua ordem
direta.
Texto associado
Texto 6A3BBB

1 Um elemento parece caracterizar a gestão pública
brasileira contemporânea: a adoção de conceitos, discursos e
práticas gerenciais típicas do mundo corporativo. Criatividade,
4 postura empreendedora, inovação gerencial, gestão por
resultados, contratos de gestão, gestão por competências são
alguns dos termos e expressões que, paulatinamente,
7 incorporam-se ao vocabulário cotidiano das diversas instâncias
da gestão pública nacional.
Influenciadas pela disseminação de concepções
10 neoliberais, calcadas nas noções de Estado mínimo e gestão por
resultados, as instituições públicas cada vez mais aparentam
aderir à lógica de mercado, concebendo o cidadão como cliente
13 e adotando novas políticas e práticas de gestão, conforme
disseminadas na esfera privada.
No Brasil, tal fenômeno ganhou espaço a partir do
16 processo de redemocratização, nos anos 80 do século XX,
alimentado pela difusão de discursos que enfatizam uma ampla
crise da administração pública, cujo equacionamento
19 demandaria novos paradigmas de gestão, capazes de superar as
estruturas centralizadas, as hierarquias formais e os sistemas de
controle tayloristas prevalentes. Em outros termos, acentuou-se
22 a necessidade de superação dos tradicionais modelos de gestão
pública, burocráticos e autocráticos, por meio da difusão de
novos sistemas, mais democráticos, participativos e
25 meritocráticos. Ademais, disseminou-se, na esteira do
movimento em torno da qualidade total, a relevância de as
organizações públicas considerarem com maior atenção seus
28 clientes e outras partes interessadas, rompendo corporativismos
e privilégios históricos.
Mesmo reconhecendo-se que o objetivo das
31 organizações vinculadas ao Estado não deveria ser o lucro,
demandava-se maior eficiência e transparência quanto ao valor
que, efetivamente, elas agregavam à sociedade. Nesse sentido,
34 as organizações públicas se veem pressionadas a rever suas
estruturas e dinâmicas de funcionamento, a fim de otimizarem
seus processos e rotinas, assegurando melhor desempenho e
37 resultados mais efetivos. Como resultante, a demanda por
reformas no setor passou a constituir importante elemento da
agenda política nacional, inserindo-se, de forma sistemática,
40 nos discursos de lideranças e gestores públicos, que, cada vez
mais, deveriam assumir um perfil empresarial e gerencial.

Fátima B. de Oliveira; Anderson de S. Sant’Anna e Samir L. Vaz. Liderança no contexto da nova administração pública: uma análise sob a perspectiva de gestores públicos de MG e RJ. In: Revista de administração pública. Rio de Janeiro, 44(6):1453-75, nov.-dez./2010 (com adaptações).

Considerando as informações e as ideias do texto 6A3BBB, assim como seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

O emprego das vírgulas apostas aos termos “No Brasil” (l.15) e “Em outros termos” (l.21) justifica-se com base na mesma regra de pontuação.

C Certo
E Errado
Órgão: Superior Tribunal Militar Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Revisão de Texto Prova: CESPE/CEBRASPE - STM - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Revisão de Texto - 2018
Texto associado
Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 11.

Na linha 6, as vírgulas empregadas após “Esparta” e
“eugenia” isolam oração de sentido explicativo.

C Certo
E Errado

A supressão da vírgula altera significativamente o sentido da frase:

A De acordo com a reportagem, a campanha de vacinação continuará por duas semanas.
B Está em curso uma campanha de vacinação contra a epidemia, que está assolando tribos indígenas.
C Quando a campanha começou, surgiram muitas dúvidas quanto à eficácia da vacina.
D Há quem duvide da eficácia da vacina, apesar da campanha de esclarecimento.
E Não fosse pela divulgação na imprensa, a campanha de vacinação não teria sido bem sucedida.
Órgão: Secretaria da Educaçãodo Espírito Santo Cargo: Professor Ensino Fundamental e Médio - Área Matemática Prova: FCC - SEDUC ES - Professor Ensino Fundamental e Médio - Área Matemática - 2018
Texto associado
Atenção : Leia a fábula “O leão, a raposa e a corça”, do escritor grego Esopo, para responder às questões de números 7 a 12.

Um leão, que jazia doente em uma caverna, disse à estimada raposa, com quem mantinha convívio: “Se você me quer vivo e saudável, ludibrie com palavras a maior corça que vive na floresta, faça com que ela venha às minhas mãos, pois ela tem um coração e entranhas que despertam o meu apetite”. A raposa se foi e, ao encontrar a corça a saltitar na floresta, saudou-a efusivamente e, em seguida, lhe disse: “Vim trazer boas novas! Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho. Ele está doente, moribundo, e se pôs a considerar sobre qual dos animais iria sucedê-lo. O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo, a pantera, ranzinza, o tigre, fanfarrão. A corça é a mais digna da realeza, porque tem porte altivo, vida longa e um chifre que intimida as serpentes. Bom, mais delongas para quê? Por decisão dele, você assumirá o reinado! E eu, que recompensa vou ganhar por ter-lhe dado essa notícia em primeira mão? Vamos, prometa-me alguma coisa. Estou com pressa, não vá ele sentir a minha falta! Ele me tem como conselheira para tudo. Se você quer ouvir a mim, sou velha, meu conselho é que você venha também e aguarde junto do moribundo”. Assim disse a raposa. Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
O leão, então, lançou impetuoso suas garras sobre ela, dilacerando-lhe somente as orelhas, pois a corça tratou de fugir rapidamente para a floresta. Enquanto a raposa dava murros porque havia feito esforços em vão, o leão gemia, entre fortes rugidos, pois a fome e o desgosto o dominavam. Então ele suplicou à raposa que fizesse uma segunda tentativa para trazer a corça novamente, por meio de um ardil. “A tarefa que você me atribuiu é difícil e penosa. Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa. Assim, como um cão farejador, saiu à procura da corça e foi tramando trapaças rumo à floresta, seguindo a indicação de uns pastores, a quem ela perguntou se tinham visto uma corça sangrando.
A raposa a encontrou esbaforida e parou diante dela com a maior cara de pau. Indignada, a corça arrepiou o pelo e disse: “Nunca mais você me pega, sua peste! E se chegar perto de mim, não sairá viva! Vá raposinhar com outros, inexperientes, estimulando-os a se tornarem reis!” A raposa rebateu: “Você é tão frágil e covarde assim, que desconfia de nós, seus amigos? O leão, quando agarrou sua orelha, ia dar conselhos e recomendações a respeito desse cargo tão importante, porque ele está morrendo! E você não tolerou nem mesmo um arranhão da pata de um enfermo! Agora a indignação dele é muito maior que a sua, e ele pretende tornar rei o lobo. Ai de mim, um senhor malvado! Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro. Juro por todas as folhas e fontes que não sofrerá nenhum mal da parte do leão. Quanto a mim, quero apenas o seu bem”.
Com tais ludíbrios, a raposa convenceu a medrosa a acompanhá-la uma segunda vez. E quando a corça adentrou a caverna, o leão agarrou a sua janta e se pôs a comer os ossos todos, o tutano e as entranhas. A raposa ficou parada, observando. Nisso cai o coração da corça e a raposa sorrateiramente o apanha e devora, como prêmio de seu empenho. E quando percebeu que o leão farejava todas as partes mas não achava o coração, ela, postada à distância, lhe disse: “A bem da verdade, essa fulana aí não tinha coração. Não adianta procurar! Que espécie de coração teria ela, que veio ter por duas vezes à morada e às mãos de um leão?”

(Esopo. Fábulas completas . Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 309-311.)

Verifica-se o emprego de vírgula para indicar elipse do verbo no seguinte trecho:

A “O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo”...
B Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
C Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho.
D “Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa.
E Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro.
Texto associado
Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.

Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

A inserção de uma vírgula após “Naturalmente” (l.5) não acarretaria alteração dos sentidos do texto, mas comprometeria sua correção gramatical.

C Certo
E Errado
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha.

(Disponível em www.lapisraro.com.br)

Releia este período do primeiro quadrinho:

Este livro policial que eu acabei de ler é demais, Mickey!

Nele a vírgula foi empregada de maneira:

A incorreta, porque não se deve separar o verbo ("é") e o sujeito ("Mickey").
B correta, porque é preciso separar o predicativo ("demais") e o sujeito ("Mickey").
C incorreta, porque não se deve separar o objeto ("demais") e o sujeito ("Mickey").
D correta, porque é preciso separar o vocativo ("Mickey") e o restante do período em que ele está inserido.
E incorreta, porque nunca se deve interpor vírgulas entre quaisquer termos de uma oração ou período.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
(mulher30.com.br)

No trecho “Como anda a vida, Belinha?”, a vírgula:

A está correta, mas é facultativa antes de substantivos.
B está incorreta, porque precede um substantivo.
C está correta, mas é facultativa nesse caso.
D é obrigatória, porque precede um substantivo.
E está correta e é obrigatória nesse caso.
Texto associado
Para responder às questões de 7 a 10 , leia os quadrinhos a
seguir.

( www.avidacomlogan.com.br )

No primeiro quadrinho, no balão que está mais abaixo, há uma
vírgula. A respeito de seu uso, assinale a alternativa correta.

A O uso da vírgula está correto, porque ela,
sintaticamente, isola o sujeito.
B O uso da vírgula está absolutamente incorreto.
C O uso da vírgula está correto, porque ela,
sintaticamente, isola o vocativo.
D Naquele contexto, o uso da vírgula é facultativo.
E O uso da vírgula está correto, porque ela,
sintaticamente, isola o aposto explicativo.
Texto associado
Para
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.

Governo economiza R$ 2,38 bi
com correção de falhas na administração
pública


O
Ministério da Transparência, Fiscalização
e
Controle, antiga Controladoria-Geral da
União (CGU),
divulgou que as ações de correção de falhas
identificadas e
de aprimoramento das políticas
públicas
federais geraram
uma economia de R$ 2,38 bilhões em recursos
da União,
em 2015. O volume foi alcançado por meio das
recomendações de controle interno, além da
melhoria da
qualidade dos serviços públicos.

Entre as ações
estão a suspensão de
pagamentos
continuados indevidos , que
resultou na maior
economia,
mais de R$ 1 bilhão. Os indicadores
registram ainda que R$
428 milhões foram economizados com a redução
nos
valores de contratos e licitações. O balanço
do ministério
aponta também que R$ 14 milhões foram
poupados com o
cancelamento de licitação devido a objeto
desnecessário e
R$ 46 milhões com a recuperação de valores
pagos
indevidamente.

Houve, ainda,
segundo o ministério, a
economia de
R$ 6 milhões com a eliminação de
desperdícios ou a
redução de custos administrativos.


(agenciabrasil.ebc.com.br)

No último parágrafo do texto, os termos "ainda" e
"segundo o ministério" foram isolados por vírgulas. A
respeito da pontuação empregada nesse trecho, assinale a
alternativa correta.

A O termo "ainda" foi corretamente isolado por vírgulas,
mas não deveria haver vírgula após o termo "segundo
o ministério".
B No trecho, as vírgulas foram corretamente
empregadas, mas faltou uma vírgula isolando a palavra
"segundo".
C O termo "segundo o ministério" foi corretamente
isolado por vírgulas, mas não deveria haver vírgula
antes do termo "ainda".
D O emprego de vírgula entre as palavras "ainda" e
"segundo" contraria todas as regras de pontuação.
E No contexto em que aparecem, os termos "ainda" e
"segundo o ministério" foram corretamente isolados
por vírgulas.