Texto 1 – itens 01 a 11
A insana mania de economizar em coisas erradas
Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma é aquela em que as pessoas querem levar vantagem em tudo, serem espertas, ganhar a qualquer custo, sendo que a outra vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e enraizado na cultura brasileira. [...]
A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de um comércio que não tem fim. [...]
Não há pagamento de impostos referente à mercadoria e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final. Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “baratinho”. E não é exagero.
Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele, quando morava no Brasil, possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia ele foi roubado e sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.
Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O detergente mais barato, o salame, sabão em pó que são vendidos na feira de Acari custaram a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar. [...]
Daniel Toledo. Adaptado de e disponível em: http://envolverde.cartacapital.com.br/insana-mania-de-economizar-em-coisas-erradas/
Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
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48 questões
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“Guerra” virtual pela informação
Texto associado
Em “A quadrilha pediu R$50 mil reais, e
a carga era de televisões [...]”, os verbos
estão conjugados no pretérito perfeito do
modo indicativo.
Texto associado
Quino. Toda Mafalda, 2003, p. 349, tira 2.
Julgue os itens subsequentes, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos da tirinha apresentada, da personagem Mafalda.
Julgue os itens subsequentes, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos da tirinha apresentada, da personagem Mafalda.
As formas verbais empregadas na tirinha, embora flexionadas na terceira pessoa do singular, indicam ações praticadas por Mafalda e por ela relatadas no momento de sua realização, o que justifica o emprego do presente do indicativo.
Texto associado
Para responder às questões
de 6 a 10, leia os
quadrinhos a
seguir.
(
quadrinhosgonzo.wordpress.com )
de 6 a 10, leia os
quadrinhos a
seguir.
(
quadrinhosgonzo.wordpress.com )
Assinale a alternativa que contenha um trecho com verbo
de ligação, no contexto em que aparece.
Texto associado
Para responder às questões 7 e 8 , utilize a lista de formas verbais abaixo, retiradas da tirinha.
(digofreitas.com)
sabe
pode
estava
fazer
pensando
acha
sou
quero
(digofreitas.com)
sabe
pode
estava
fazer
pensando
acha
sou
quero
Sobre as formas verbais, é correto afirmar que:
Texto associado
Para
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )
No segundo parágrafo do texto, aparecem as palavras
"existirá" e "deve". Com relação a sua concordância verbal,
analise as afirmativas a seguir.
I. No contexto em que aparece, a forma verbal "existirá"
está na terceira pessoa do singular porque é impessoal.
II. Se o substantivo "probabilidade" fosse flexionado no
plural, além de outras modificações necessárias no
trecho, o verbo "existirá" também seria flexionado no
plural.
III. A forma verbal "deve" concorda corretamente com o
núcleo de seu sujeito, que é o substantivo "maneira".
Está correto o que se afirma em:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
(www.livrosepessoas.com)
(www.livrosepessoas.com)
Em "desenhe as partes de um átomo", a forma verbal "desenhe":
O marechal organizou o acervo...
A forma verbal está corretamente transposta para a voz
passiva em:
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 15 a 20.
Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.
Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.
A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.
Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.
(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote , p. 109)
Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.
Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.
A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.
Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.
(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote , p. 109)
Atribuindo-se caráter hipotético para todo o conteúdo da frase Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence (3º parágrafo), os verbos devem assumir as seguintes formas:
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de números 6 e 7.
Em junho de 2013, o Presidente Robert Mugabe, do Zimbábue, afirmou durante uma entrevista: “Nelson Mandela é santificado demais. Foi bom demais com os brancos à custa dos negros em seu próprio país”. Alguns concordaram, outros protestaram. Até certo ponto acredito que ele tenha levantado uma questão. Suas atitudes podiam ser percebidas dessa maneira. Ainda assim, em uma conversa com Richard Stengel, o próprio Madiba* havia dito, muito tempo antes: “As pessoas sentirão que vejo demais o bem nas pessoas. Então, é uma crítica que tenho de suportar e à qual tento me ajustar, pois, seja isso verdade ou não, é algo que penso ser proveitoso. É uma coisa boa de assumir, agir com base no fato de que... os outros são homens de integridade e honra... porque você tende a atrair integridade e honra, se é dessa maneira que olha para aqueles com quem trabalha”. *um dos nomes pelos quais Nelson Mandela era chamado; refere-se a seu clã e denota afeto e respeito.
*um dos nomes pelos quais Nelson Mandela era chamado; refere-se a seu clã e denota afeto e respeito.
(Adaptado de: LA GRANGE, Zelda. Bom dia, Sr. Mandela. Trad. Felipe José Lindoso. Ribeirão Preto: Novo Conceito, 2015, p. 9)
Em junho de 2013, o Presidente Robert Mugabe, do Zimbábue, afirmou durante uma entrevista: “Nelson Mandela é santificado demais. Foi bom demais com os brancos à custa dos negros em seu próprio país”. Alguns concordaram, outros protestaram. Até certo ponto acredito que ele tenha levantado uma questão. Suas atitudes podiam ser percebidas dessa maneira. Ainda assim, em uma conversa com Richard Stengel, o próprio Madiba* havia dito, muito tempo antes: “As pessoas sentirão que vejo demais o bem nas pessoas. Então, é uma crítica que tenho de suportar e à qual tento me ajustar, pois, seja isso verdade ou não, é algo que penso ser proveitoso. É uma coisa boa de assumir, agir com base no fato de que... os outros são homens de integridade e honra... porque você tende a atrair integridade e honra, se é dessa maneira que olha para aqueles com quem trabalha”. *um dos nomes pelos quais Nelson Mandela era chamado; refere-se a seu clã e denota afeto e respeito.
*um dos nomes pelos quais Nelson Mandela era chamado; refere-se a seu clã e denota afeto e respeito.
(Adaptado de: LA GRANGE, Zelda. Bom dia, Sr. Mandela. Trad. Felipe José Lindoso. Ribeirão Preto: Novo Conceito, 2015, p. 9)