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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
31 questões encontradas
Max Dvorák escreveu o “Catecismo da Preservação de Monumentos” (1916) num amplo respeito pela produção dos antepassados e pelas várias estratificações de uma mesma obra. Em relação aos princípios que defendia, considere:
Texto associado
Atenção : Para responder as questão, baseie-se no texto abaixo. Iracema e a praia Movido por um dos ideais do Romantismo — a expressão de culturas nativas, supostamente movidas pelo espirito da Natureza — o escritor cearense José de Alencar dedicou-se a romances de fundamentação “indianista”, nos quais se enaltecia a figura heroicizada de personagens indígenas. Entre esses romances, Iracema é certamente o mais poético: nele, Alencar se valeu de imagens e ritmos que costumam caracterizar os poemas. Dedicado ao estudo do tupi, o autor buscou também motivar-se pelo encantamento das sonoridades da fala dos nativos. Iracema tornou-se uma celebridade no quadro da literatura brasileira e acabou dando nome a uma praia e a um bairro de Fortaleza, onde ha ruas chamadas Tabajaras, Cariris e Potiguaras, transplantando para a geografia urbana os povos indígenas que participam das ações do romance de Alencar. Por vezes, a literatura sai do papel e da imaginação criativa para pousar nas cidades e na cartografia sentimental de seus habitantes. O visitante de Fortaleza, andando pela praia de Iracema, não suspeitara que muito antes das casas de veraneio o lugar era conhecido como Praia do Peixe, vindo a ganhar o nome atual apenas em 1930. Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? O doce nome de Iracema — “a virgem dos lábios de mel” — diz sobretudo da saga mitológica, assentada em elementos histéricos, a que Alencar deu vida não apenas para cantar sua heroína romanesca, mas para adotar o poder da ficção como base de uma epopeia sensível, a sua “lenda do Ceara” — designação que ele especificou no pórtico do romance para deixar claro seu intento de escavar as raízes da formação de um povo. (Bento Cipião das Neves, a editar)
A flexão do verbo no plural justifica-se plenamente na frase:
Texto associado
Atenção : Para responder as questão, baseie-se no texto abaixo. Iracema e a praia Movido por um dos ideais do Romantismo — a expressão de culturas nativas, supostamente movidas pelo espirito da Natureza — o escritor cearense José de Alencar dedicou-se a romances de fundamentação “indianista”, nos quais se enaltecia a figura heroicizada de personagens indígenas. Entre esses romances, Iracema é certamente o mais poético: nele, Alencar se valeu de imagens e ritmos que costumam caracterizar os poemas. Dedicado ao estudo do tupi, o autor buscou também motivar-se pelo encantamento das sonoridades da fala dos nativos. Iracema tornou-se uma celebridade no quadro da literatura brasileira e acabou dando nome a uma praia e a um bairro de Fortaleza, onde ha ruas chamadas Tabajaras, Cariris e Potiguaras, transplantando para a geografia urbana os povos indígenas que participam das ações do romance de Alencar. Por vezes, a literatura sai do papel e da imaginação criativa para pousar nas cidades e na cartografia sentimental de seus habitantes. O visitante de Fortaleza, andando pela praia de Iracema, não suspeitara que muito antes das casas de veraneio o lugar era conhecido como Praia do Peixe, vindo a ganhar o nome atual apenas em 1930. Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? O doce nome de Iracema — “a virgem dos lábios de mel” — diz sobretudo da saga mitológica, assentada em elementos histéricos, a que Alencar deu vida não apenas para cantar sua heroína romanesca, mas para adotar o poder da ficção como base de uma epopeia sensível, a sua “lenda do Ceara” — designação que ele especificou no pórtico do romance para deixar claro seu intento de escavar as raízes da formação de um povo. (Bento Cipião das Neves, a editar)
Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? Mantidas a correção e a coerência da frase acima, uma reconstrução adequada esta em:
Texto associado
Atenção : Para responder as questão, baseie-se no texto abaixo. Iracema e a praia Movido por um dos ideais do Romantismo — a expressão de culturas nativas, supostamente movidas pelo espirito da Natureza — o escritor cearense José de Alencar dedicou-se a romances de fundamentação “indianista”, nos quais se enaltecia a figura heroicizada de personagens indígenas. Entre esses romances, Iracema é certamente o mais poético: nele, Alencar se valeu de imagens e ritmos que costumam caracterizar os poemas. Dedicado ao estudo do tupi, o autor buscou também motivar-se pelo encantamento das sonoridades da fala dos nativos. Iracema tornou-se uma celebridade no quadro da literatura brasileira e acabou dando nome a uma praia e a um bairro de Fortaleza, onde ha ruas chamadas Tabajaras, Cariris e Potiguaras, transplantando para a geografia urbana os povos indígenas que participam das ações do romance de Alencar. Por vezes, a literatura sai do papel e da imaginação criativa para pousar nas cidades e na cartografia sentimental de seus habitantes. O visitante de Fortaleza, andando pela praia de Iracema, não suspeitara que muito antes das casas de veraneio o lugar era conhecido como Praia do Peixe, vindo a ganhar o nome atual apenas em 1930. Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? O doce nome de Iracema — “a virgem dos lábios de mel” — diz sobretudo da saga mitológica, assentada em elementos histéricos, a que Alencar deu vida não apenas para cantar sua heroína romanesca, mas para adotar o poder da ficção como base de uma epopeia sensível, a sua “lenda do Ceara” — designação que ele especificou no pórtico do romance para deixar claro seu intento de escavar as raízes da formação de um povo. (Bento Cipião das Neves, a editar)
A força que ha na cartografia sentimental de uma cidade, como ocorre com Fortaleza, justifica-se pelo fato de que
Texto associado
Atenção : Para responder as questão, baseie-se no texto abaixo. Iracema e a praia Movido por um dos ideais do Romantismo — a expressão de culturas nativas, supostamente movidas pelo espirito da Natureza — o escritor cearense José de Alencar dedicou-se a romances de fundamentação “indianista”, nos quais se enaltecia a figura heroicizada de personagens indígenas. Entre esses romances, Iracema é certamente o mais poético: nele, Alencar se valeu de imagens e ritmos que costumam caracterizar os poemas. Dedicado ao estudo do tupi, o autor buscou também motivar-se pelo encantamento das sonoridades da fala dos nativos. Iracema tornou-se uma celebridade no quadro da literatura brasileira e acabou dando nome a uma praia e a um bairro de Fortaleza, onde ha ruas chamadas Tabajaras, Cariris e Potiguaras, transplantando para a geografia urbana os povos indígenas que participam das ações do romance de Alencar. Por vezes, a literatura sai do papel e da imaginação criativa para pousar nas cidades e na cartografia sentimental de seus habitantes. O visitante de Fortaleza, andando pela praia de Iracema, não suspeitara que muito antes das casas de veraneio o lugar era conhecido como Praia do Peixe, vindo a ganhar o nome atual apenas em 1930. Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? O doce nome de Iracema — “a virgem dos lábios de mel” — diz sobretudo da saga mitológica, assentada em elementos histéricos, a que Alencar deu vida não apenas para cantar sua heroína romanesca, mas para adotar o poder da ficção como base de uma epopeia sensível, a sua “lenda do Ceara” — designação que ele especificou no pórtico do romance para deixar claro seu intento de escavar as raízes da formação de um povo. (Bento Cipião das Neves, a editar)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Texto associado
Atenção : Para responder as questão, baseie-se no texto abaixo. Iracema e a praia Movido por um dos ideais do Romantismo — a expressão de culturas nativas, supostamente movidas pelo espirito da Natureza — o escritor cearense José de Alencar dedicou-se a romances de fundamentação “indianista”, nos quais se enaltecia a figura heroicizada de personagens indígenas. Entre esses romances, Iracema é certamente o mais poético: nele, Alencar se valeu de imagens e ritmos que costumam caracterizar os poemas. Dedicado ao estudo do tupi, o autor buscou também motivar-se pelo encantamento das sonoridades da fala dos nativos. Iracema tornou-se uma celebridade no quadro da literatura brasileira e acabou dando nome a uma praia e a um bairro de Fortaleza, onde ha ruas chamadas Tabajaras, Cariris e Potiguaras, transplantando para a geografia urbana os povos indígenas que participam das ações do romance de Alencar. Por vezes, a literatura sai do papel e da imaginação criativa para pousar nas cidades e na cartografia sentimental de seus habitantes. O visitante de Fortaleza, andando pela praia de Iracema, não suspeitara que muito antes das casas de veraneio o lugar era conhecido como Praia do Peixe, vindo a ganhar o nome atual apenas em 1930. Mas que importam as datas administrativas diante da poesia e dos mitos? O doce nome de Iracema — “a virgem dos lábios de mel” — diz sobretudo da saga mitológica, assentada em elementos histéricos, a que Alencar deu vida não apenas para cantar sua heroína romanesca, mas para adotar o poder da ficção como base de uma epopeia sensível, a sua “lenda do Ceara” — designação que ele especificou no pórtico do romance para deixar claro seu intento de escavar as raízes da formação de um povo. (Bento Cipião das Neves, a editar)
Um forte trago romântico do escritor José de Alencar verifica-se quando ele se propõe a
Texto associado
Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. [Lagos de sangue na literatura] Lagos de sangue não garantem parentesco espiritual, é sabido; irmãos podem ser e frequentemente são tão diferentes entre si quanto são de completos estranhos, ainda que a ascendência comum e a convivência na infância e juventude determinem relações de grande afeto. Por outro lado, é fascinante que se possa conhecer na literatura criaturas tão parecidas com a gente mesma. Minha primeira experiência desse tipo deu-se quando conheci Paulo Honório, o coronel assassino, protagonista e narrador do romance São Bernardo , de Graciliano Ramos. Identifiquei-me de pronto com essa criatura e desenvolvi por ela o que por mim mesma era uma mistura de repulsa e forte autocomiseração. Mais tarde, quando li Infância e Memórias do Cárcere , textos autobiográficos do mesmo autor, conclui que eu e Paulo Honório tínhamos um terceiro irmão bastante afinado: o criador mesmo, Graciliano. Mas das minhas experiências de conhecer irmãos pela literatura, nada se comparou até agora à que tive quando li, muito recentemente, As pequenas virtudes da escritora italiana Natália Ginzburg (1916-1991). Deu-me vontade de sair mostrando às pessoas na rua: ‘olha só, podia ser minha avó, viveu e morreu do outro lado do mundo, mas é minha irmã, verdadeiramente minha irmã, e de algum ponto do universo segue falando comigo”. (Adaptado de: LOPES, Ayde Veiga. Disponível em: https://ninhodealveloas.blogspot.com/search/label/cidadela )
Transpondo-se adequadamente para o discurso indireto a frase “Deu-me vontade de dizer a todos: - Escutem, essa escritora podia ser minha avó, mas a sinto como se fosse minha irmã”, ela ficará: Deu à autora vontade de dizer a todos
Texto associado
Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. [Lagos de sangue na literatura] Lagos de sangue não garantem parentesco espiritual, é sabido; irmãos podem ser e frequentemente são tão diferentes entre si quanto são de completos estranhos, ainda que a ascendência comum e a convivência na infância e juventude determinem relações de grande afeto. Por outro lado, é fascinante que se possa conhecer na literatura criaturas tão parecidas com a gente mesma. Minha primeira experiência desse tipo deu-se quando conheci Paulo Honório, o coronel assassino, protagonista e narrador do romance São Bernardo , de Graciliano Ramos. Identifiquei-me de pronto com essa criatura e desenvolvi por ela o que por mim mesma era uma mistura de repulsa e forte autocomiseração. Mais tarde, quando li Infância e Memórias do Cárcere , textos autobiográficos do mesmo autor, conclui que eu e Paulo Honório tínhamos um terceiro irmão bastante afinado: o criador mesmo, Graciliano. Mas das minhas experiências de conhecer irmãos pela literatura, nada se comparou até agora à que tive quando li, muito recentemente, As pequenas virtudes da escritora italiana Natália Ginzburg (1916-1991). Deu-me vontade de sair mostrando às pessoas na rua: ‘olha só, podia ser minha avó, viveu e morreu do outro lado do mundo, mas é minha irmã, verdadeiramente minha irmã, e de algum ponto do universo segue falando comigo”. (Adaptado de: LOPES, Ayde Veiga. Disponível em: https://ninhodealveloas.blogspot.com/search/label/cidadela )
A autora recorre a duas palavras antônimas no contexto da frase:
Texto associado
Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. [Lagos de sangue na literatura] Lagos de sangue não garantem parentesco espiritual, é sabido; irmãos podem ser e frequentemente são tão diferentes entre si quanto são de completos estranhos, ainda que a ascendência comum e a convivência na infância e juventude determinem relações de grande afeto. Por outro lado, é fascinante que se possa conhecer na literatura criaturas tão parecidas com a gente mesma. Minha primeira experiência desse tipo deu-se quando conheci Paulo Honório, o coronel assassino, protagonista e narrador do romance São Bernardo , de Graciliano Ramos. Identifiquei-me de pronto com essa criatura e desenvolvi por ela o que por mim mesma era uma mistura de repulsa e forte autocomiseração. Mais tarde, quando li Infância e Memórias do Cárcere , textos autobiográficos do mesmo autor, conclui que eu e Paulo Honório tínhamos um terceiro irmão bastante afinado: o criador mesmo, Graciliano. Mas das minhas experiências de conhecer irmãos pela literatura, nada se comparou até agora à que tive quando li, muito recentemente, As pequenas virtudes da escritora italiana Natália Ginzburg (1916-1991). Deu-me vontade de sair mostrando às pessoas na rua: ‘olha só, podia ser minha avó, viveu e morreu do outro lado do mundo, mas é minha irmã, verdadeiramente minha irmã, e de algum ponto do universo segue falando comigo”. (Adaptado de: LOPES, Ayde Veiga. Disponível em: https://ninhodealveloas.blogspot.com/search/label/cidadela )
Considerando as relações familiares, também conhecidas como laços de sangue , a autora do texto julga-as
Texto associado
Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. [Lagos de sangue na literatura] Lagos de sangue não garantem parentesco espiritual, é sabido; irmãos podem ser e frequentemente são tão diferentes entre si quanto são de completos estranhos, ainda que a ascendência comum e a convivência na infância e juventude determinem relações de grande afeto. Por outro lado, é fascinante que se possa conhecer na literatura criaturas tão parecidas com a gente mesma. Minha primeira experiência desse tipo deu-se quando conheci Paulo Honório, o coronel assassino, protagonista e narrador do romance São Bernardo , de Graciliano Ramos. Identifiquei-me de pronto com essa criatura e desenvolvi por ela o que por mim mesma era uma mistura de repulsa e forte autocomiseração. Mais tarde, quando li Infância e Memórias do Cárcere , textos autobiográficos do mesmo autor, conclui que eu e Paulo Honório tínhamos um terceiro irmão bastante afinado: o criador mesmo, Graciliano. Mas das minhas experiências de conhecer irmãos pela literatura, nada se comparou até agora à que tive quando li, muito recentemente, As pequenas virtudes da escritora italiana Natália Ginzburg (1916-1991). Deu-me vontade de sair mostrando às pessoas na rua: ‘olha só, podia ser minha avó, viveu e morreu do outro lado do mundo, mas é minha irmã, verdadeiramente minha irmã, e de algum ponto do universo segue falando comigo”. (Adaptado de: LOPES, Ayde Veiga. Disponível em: https://ninhodealveloas.blogspot.com/search/label/cidadela )