Golpes on-line
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
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6.013 questões
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FEPESE
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FAURGS
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FIOCRUZ
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CETRO
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Juliana reserva, todos os meses, 2/9 do seu salário líquido para investimento. Após um aumento de salário, a quantia a mais que Juliana passou a receber, de forma líquida, foi de R$ 112,50. Sabendo que esse aumento foi de 5%, a quantia a mais que ela passou a investir foi de
No treinamento que fizeram juntos em uma pista, Paulo e Ricardo iniciaram suas voltas ao mesmo tempo e partindo do mesmo ponto. Correram durante uma hora e 54 minutos. Paulo percorreu cada volta em 4 minutos, e Ricardo, em 6 minutos, mantendo sempre o mesmo tempo por volta.
O número de voltas que Ricardo completou nesse treinamento, considerando o ponto de partida, sem ter ao seu lado a presença de Paulo, também completando voltas, é igual a
Considere a tabela:
LUCRO BRUTO DE UMA EMPRESA (em milhões de reais)
ANO VALOR
2022 14,0
2023 18,2
2024 22,75
O avanço do lucro de 2024 em relação a 2023 é menor do que o avanço de 2023 em relação a 2022. Essa diferença, em pontos percentuais, é igual a
Laura saiu de casa com uma certa quantia na bolsa. Fez quatro compras sucessivas com as seguintes despesas:
1ª compra: gastou a décima parte do que tinha na bolsa.
2ª compra: gastou a nona parte do que havia sobrado do dinheiro após a 1ª compra.
3ª compra: gastou a oitava parte do que havia sobrado do dinheiro após a 2ª compra.
4ª compra: gastou a metade do que havia sobrado do dinheiro após a 3ª compra.
Depois dessas quatro compras, Laura verificou que ainda estava com 728 reais.
Quanto Laura gastou a mais na 4ª compra em relação à 3ª compra?
A norma-padrão de concordância verbal e nominal está respeitada em:
Texto associado
A expressão destacada pode ser substituída pela entre colchetes mantendo-se a norma-padrão de regência verbal e o sentido do trecho em:
Texto associado
Golpes on-line
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada estabelece relação de sentido de direção.
Texto associado
Golpes on-line
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
A palavra destacada foi empregada em sentido figurado no trecho:
Texto associado
Golpes on-line
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet, essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José, que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste, evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei, o otimismo largou minha mão. (Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo. https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)