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Ao pesquisar por possíveis problemas de colisão que poderiam ocorrer em WLANs (LANs sem fio), um Analista observou, corretamente, que as colisões podem ser evitadas em razão da existência de um dos modos de operação admitido pelo 802.11 e aceito em todas as implementações, que é o

A Distributed Coordination Function (DCF), que usa o CSMA/CA como método de acesso ao meio físico.
B Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP), que usa o CSMA/CD como método de acesso à camada de aplicação.
C Distributed Coordination Function (DCF), que usa o CSMA/CD como método de acesso à Internet.
D Distributed Host Coordenation Function (DHCF), que usa o CSMA/CA como método de acesso à camada de rede
E Dynamic Coordenation Protocol (DCP), que usa o CSMA/CD como método de acesso ao meio físico.

Quanto aos recursos admitidos no TST, considere:

I. Recurso cabível contra decisão denegatória de recurso de competência do Tribunal Superior do Trabalho.

II. Recurso cabível das decisões das Turmas do Tribunal Superior do Trabalho que divergirem entre si ou das decisões proferidas pela Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais, ou contrárias à súmula, à orientação jurisprudencial ou a precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal.

III. Recurso cabível das decisões não unânimes proferidas pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos, nos processos de Dissídios Coletivos de competência originária do Tribunal.

IV. Recurso cabível das decisões das Turmas do Tribunal Superior do Trabalho proferidas em agravos internos e agravos de instrumento que contrariarem precedentes obrigatórios firmados em julgamento de incidentes de assunção de competência ou de incidentes de recursos repetitivos.

V. Recurso cabível contra decisão dos Presidentes do Tribunal e das Turmas, do Vice-Presidente, do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ou de Relator, ressalvados os casos em que haja recurso próprio ou decisão de caráter irrecorrível.
Os recursos mencionados nos itens I a V são, respectivamente:

A Agravo de Instrumento; Embargos Infringentes; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Recurso Extraordinário; Agravo Interno.
B Agravo Interno; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Embargos Infringentes; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Recurso de revista.
C Agravo de Instrumento; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Agravo Interno; Embargos Infringentes; Agravo Interno.
D Embargos Infringentes; Agravo de Instrumento; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Embargos Infringentes; Recurso de Revista.
E Agravo de Instrumento; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Embargos Infringentes; Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais; Agravo Interno.

De acordo com o BPM CBOK versão 3,

A enquanto os processos representam a disposição física do trabalho efetivamente realizado e a forma de fazê-los, as atividades representam uma composição lógica desses processos.
B o primeiro passo para definir um novo processo ou atualizar um que já existe é criar um entendimento comum do estado presente “TO BE” do processo e como ele cumpre seus objetivos. Esse conhecimento é alcançado através da análise de processos.
C as medições de fora para dentro, a partir da perspectiva das operações internas, visam responder a pergunta “Estamos fazendo certo as coisas?” e são colocadas em prática com o objetivo de garantir que tanto as necessidades quanto as expectativas dos clientes sejam atendidas.
D as medições de dentro para fora, a partir da perspectiva do cliente, visam responder a pergunta “Estamos fazendo a coisa certa?” e são colocadas em prática com o objetivo de medir a eficiência dos processos.
E handoffs podem resultar em desconexões de processos, uma vez que representam pontos em que uma informação ou trabalho passa de uma função para outra. Um número de handoffs baixo reduz a vulnerabilidade a desconexões.

Os riscos identificados podem ser posicionados na matriz de riscos, de acordo com a avaliação realizada de probabilidade de ocorrência e impacto. Na matriz de riscos

A são incluídos somente riscos de nível operacional, que podem paralisar processos ou serviços essenciais para a organização.
B não se pode demonstrar visualmente os níveis de tolerância da organização a riscos para não evidenciar fragilidades que possam aumentar a exposição aos riscos.
C se existirem dois ou mais riscos de mesma probabilidade e impacto, todos serão tratados concomitantemente, já que não é permitida a criação de escalas complementares.
D a organização deve utilizar rigorosamente o padrão determinado nas normas ISO que estabelece o nível de análise adequado para todas as circunstâncias.
E pode ser adotada uma escala alto/médio/baixo para cada risco, resultando em uma matriz 3 × 3 para cada risco.

Um Analista de TI utiliza um computador com o sistema operacional Windows 10. No Windows 10, o sistema de arquivos

A nativo é o XFS. O XFS utiliza b-trees para indexar todos os dados de usuários e metadados.
B permite a utilização da opção de montagem logsize quando os arquivos são modificados frequentemente. O valor padrão é de 32 MB, por unidade de faixa de log, e o tamanho máximo é 256 MB.
C oferece suporte a nomes de arquivo longos e caminhos de comprimento estendido. A configuração do MAX_PATH com até 32.565 caracteres amplia de forma quase ilimitada tanto o caminho quanto os nomes de arquivos a serem utilizados na máquina do Analista.
D NTFS é totalmente compatível com o sistema de arquivos resiliente ReTFS e permite formatar volumes no computador do Analista, que hospedarão arquivos como do tipo .vhdx com mais de 1 TB, usando o Format-VHDX cmdlet do Windows PowerShell.
E é o NTFS. Caso haja arquivos grandes FAT32 armazenados em um HD externo que faça interface com o Linux, e esses arquivos precisem ser gravados no HD do computador do Analista, recomenda-se convertê-los para NTFS.

A gerência de riscos na segurança da informação inclui o uso de diversos tipos e recursos de segurança. Um recurso de segurança categorizado como mecanismo de controle de acesso lógico é

A a função hash.
B o sistema biométrico.
C a catraca eletrônica.
D o sistema de detecção de intrusão.
E o sniffer.

Considere, por hipótese, que um Analista de TI do Tribunal Regional do Trabalho foi incumbido de inserir os bloqueios de acesso a sites da internet usando o Squid, um servidor de proxy do sistema operacional Linux. O Analista criou diversos arquivos .txt com a lista de palavras, redes sociais, sites e tipos de arquivos para download a serem bloqueados, adicionou-os ao Squid, criou as ACLs e adicionou-as ao squid.conf. Em condições ideais, para reinicializar o Squid para que as regras entrem em vigor, o Analista deve utilizar o comando:

A # start /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.orig
B # pico /etc/squid/squid.conf
C # /etc/init.d/squid restart
D # restart /etc/squid/sitesepalav_bloq.txt, redessoc_bloq.txt, formarq_bloq.txt
E # /etc/squid/squid.conf restart

No serviço de e-mail na internet, os clientes podem acessar e buscar e-mails no servidor utilizando os protocolos POP3 ou IMAP4, que originalmente não possuem recursos de segurança. Uma forma de aprimorar a segurança é utilizar os protocolos POP3 e IMAP4 sobre SSL que são mapeados, respectivamente, nas Portas TCP de números

A 110 e 443.
B 443 e 143.
C 366 e 547.
D 995 e 993.
E 465 e 989.

A tecnologia de transmissão sem fio alcançou a atual taxa de transmissão e vasta utilização graças às técnicas de codificação digital de sinais. Para se alcançar a taxa de transmissão de 11 Mbps, o 802.11b utiliza a técnica de codificação

A QPSK.
B BPSK.
C 16-QAM.
D DSSS.
E OFDM.

Considere que o Analista especializado em Tecnologia da Informação está especificando as técnicas e os recursos para a implantação da segurança da informação no Tribunal Regional do Trabalho da 6a Região. Para alcançar o objetivo de garantir a integridade da informação transmitida pela internet, o Analista deve utilizar

A a criptografia de chave simétrica.
B a criptografia de chave pública.
C a função Hash.
D o certificado digital.
E o Token digital.