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A sequência a seguir foi criada com um padrão lógico: 29, 28, 27, 26, 38, 37, 36, 35, 34, 46, 45, 44, 43, 42, 54, 53, 52, 51, 50, 62, ... Seja A o 41 o elemento dessa sequência e B o 53 o . O valor numérico da expressão B – A é igual a

A 10.
B 11.
C 14.
D 17.
E 21.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

O objetivo do editorial é analisar o

A avanço das crianças no Sistema de Avaliação da Educação Básica graças ao saneamento.
B descaso com que a educação básica vem sendo tratada, levando à desmotivação infantil.
C contingente de crianças do Brasil e do Paraguai que não estuda pela falta de saneamento.
D impacto que a ausência de saneamento básico tem para o futuro das crianças brasileiras.
E aumento do atraso escolar das crianças, mesmo em locais com saneamento garantido.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

O verbo destacado está empregado em sentido figurado na passagem:

A ... ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe... (2 o parágrafo)
B ... justamente porque falta saneamento na região em que vivem ... (2 o parágrafo)
C O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos... (3 o parágrafo)
D Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação... (4 o parágrafo)
E ... expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado... (4 o parágrafo)
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Considere as passagens: • Esse contingente de crianças (...) segue sendo negligenciado ... (1 o parágrafo) • ... parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta ... (2 o parágrafo) • ... montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. (2 o parágrafo) • ... habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. (3 o parágrafo) Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

A ignorado; incalculável; vultoso; imprescindíveis.
B descuidado; prejudicial; corriqueiro; indispensáveis.
C desatendido; obscura; simples; irrelevantes.
D contrariado; sutil; ordinário; indefensáveis.
E acolhido; perniciosa; superficial; importantes.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Na reescrita do trecho – ... a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil... (2 o parágrafo) –, a preposição destacada será substituída por “de” se o verbo “contar” for substituído por:

A dispor.
B possuir.
C usar.
D tem.
E recorrer.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Um contingente expressivo de crianças de zero a seis anos, no Brasil, _____________ sem esgoto tratado e creches, devido _____________ falta de saneamento na região em que vivem, e estarão sujeitas ______________ uma herança nefasta. Em um período de 35 anos de atuação profissional, _____________ que mais de R$ 126 mil é a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

A segue … a … à … são estimados
B seguem … à … à … são estimados
C segue … a … à … estimam-se
D seguem … a … a … é estimado
E segue … à … a … estima-se
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

A expressão entre colchetes corresponde ao sentido da expressão destacada em:

A ... segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais... (1 o parágrafo) [tal qual]
B Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe... (2 o parágrafo) [caso]
C ... ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento... (2 o parágrafo) [uma vez que]
D E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado... (3 o parágrafo) [Tanto que]
E Não é surpresa, então , que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média... (3 o parágrafo) [entretanto]
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025

Pelo Calendário de vacinação do Estado de São Paulo, a vacina SCR (sarampo – caxumba – rubéola) deve ser administrada aos

A 2 meses.
B 6 meses.
C 12 meses.
D 18 meses.
E 24 meses.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025

A visita domiciliar é uma atividade de grande importância em toda a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que, ao entrar no domicílio, o profissional tem contato direto com o modo de vida da família. Logo, é um momento em que o profissional deve estar preparado para

A fiscalizar o comportamento sanitário das famílias.
B ensinar quais são os cuidados de higiene corporal indicados pelo SUS.
C orientar os membros da família sobre quais recursos legais podem ser usados.
D estabelecer laços de confiança entre os profissionais e os usuários.
E implantar medidas para melhoria das condições sociais e sanitárias da comunidade.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025

A Atenção Básica, como contato preferencial dos usuários na rede de atenção à saúde, orienta-se pelos princípios e diretrizes do SUS, a partir dos quais assume funções e características específicas. Considera as pessoas em sua singularidade e inserção sociocultural, buscando produzir a atenção integral por meio da promoção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, do diagnóstico, do tratamento, da reabilitação e da redução de danos ou de sofrimentos que possam comprometer sua autonomia. Dessa forma, é fundamental que o processo de trabalho na Atenção Básica se caracterize por (Portaria n o 2.436/2017):

A Responsabilização Sanitária – Papel que os médicos devem assumir em seu território de referência, considerando questões sanitárias, ambientais, epidemiológicas, culturais, sociais e econômicas, contribuindo por meio de intervenções clínicas nos problemas de saúde do indivíduo com residência fixa.
B Porta de Entrada Preferencial – A responsabilização da Unidade Básica de Saúde como porta de entrada preferencial das redes de atenção secundária e terciária, por meio de estratégias diversas.
C Acesso – A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) deve atender a todas as pessoas com residência fixa do seu território de referência, de modo universal e sem diferenciações excludentes.
D O processo de trabalho das equipes deve estar organizado de modo a permitir que todos os casos sejam atendidos de forma universal e igualitária (seguindo o princípio da universalidade do SUS). Caberá à unidade de saúde prover atendimento adequado à situação e dar suporte aos usuários.
E Trabalho em Equipe Multiprofissional – Considerando a diversidade e complexidade das situações com as quais a Atenção Básica lida, um atendimento integral requer a presença de diferentes formações profissionais trabalhando com ações compartilhadas.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025