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Leia o texto para responder à questão. O Marajá A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios. Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta. (Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

A expressão presente no texto que melhor sintetiza a principal característica da personagem dona Morgadinha é:

A ... sempre esperando a visita...
B Gemia baixinho...
C Não lia jornal, não lia nada.
D ... compulsão por limpeza.
E ... incapaz de se controlar...
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Leia o texto para responder à questão. O futuro do trabalho Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade. Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida. É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades. Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender. Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise. Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário. (Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, após a inserção das vírgulas, a frase do texto estará em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

A ... uma visão centrada, em políticas públicas, para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
B ... programas para evitar, o crescimento da desigualdade, e melhorar a preparação das gerações futuras...
C ... haverá, em poucos anos, a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações...
D Teremos também que contar, com um ecossistema educacional, que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação...
E A certificação de, conhecimentos previamente adquiridos, ganha força e sentido de urgência...

O governo brasileiro confirmou nesta terça-feira (08.jan) a saída do Brasil do Pacto Global para Migração da Organização das Nações Unidas (ONU), instrumento assinado por mais de 160 países e que inclui diretrizes sobre a gestão de fluxos migratórios. (Terra. https://bit.ly/2sYU3sg. Acesso em 28.01.2019. Adaptado) Uma das justificativas dadas para a saída do Pacto destaca que:

A a imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país.
B o Brasil é um país autônomo que sempre combateu a xenofobia e, portanto, não precisa defender pactos globais.
C o país deve se alinhar com as grandes potências econômicas mundiais que também se retiraram do pacto.
D o Brasil não é um país com forte atração de imigrantes e, portanto, não há motivos para apoiar um pacto global.
E a atual situação financeira retirou o país do grupo de nações com capacidade econômica de receber imigrantes.
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Leia o texto para responder à questão. O futuro do trabalho Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade. Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida. É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades. Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender. Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise. Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário. (Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)

Considere a seguinte passagem do 4º parágrafo, para responder à questão. Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender. Conforme a passagem, no que diz respeito à autonomia para aptidão à aprendizagem,

A o aprendizado desde a primeira infância pouco acrescenta.
B o conceito de aprendizagem ao longo da vida não pode ser implicado.
C o desenvolvimento de competências básicas é imprescindível.
D a exigência de aprendizagem ao longo da vida pode ser preterida.
E a imposição do desenvolvimento de competências desde cedo é controversa.
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Leia o texto para responder à questão. O Marajá A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios. Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta. (Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há emprego de palavra ou expressão em sentido figurado.

A Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar...
B Dona Morgadinha era uma alma simples.
C ... achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos.
D Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava.
E Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada...

A partir da configuração exibida na figura, o usuário decide renomear um dos seus arquivos, sem alteração da sua extensão. Para tal, ele seleciona a opção Renomear do menu de contexto do arquivo “Rascunho de Notas” e digita o novo nome desejado: “Notas Importantes”. Nenhum outro arquivo tem o nome alterado ou é modificado. Após a confirmação da ação de renomear descrita, o novo nome do arquivo “Rascunho de Notas” será:

A Notas Importantes (2).
B Notas Importantes.
C Notas Importantes – Cópia.
D Rascunho de Notas.
E Rascunho de Notas – (2)

Considere que um usuário configurou o MS-Outlook 2010 para exibir as mensagens da Caixa de Entrada como Conversas, ordenadas por Data, com a mais recente na parte superior. Nessa configuração, serão agrupadas em Conversas as mensagens que contêm:

A sempre os mesmos remetentes.
B sempre os mesmos destinatários.
C sempre os mesmos remetentes e destinatários.
D a mesma data de envio.
E a mesma linha de assunto.
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Leia o texto para responder à questão. O Marajá A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios. Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta. (Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acento indicativo da crase está empregado em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

A À visita de alguém ilustre parecia ser sempre aguardada por Dona Morgadinha.
B À qualquer sinal de mancha nos vidros e cristais, punha-se a reclamar baixinho.
C À vista do menor sinal de poeira, a mulher percorria a casa com uma flanela na mão.
D À busca constante por limpeza e organização era o objetivo diário de dona de casa.
E À devoção de Dona Morgadinha pelo marido esbarrava nos maus hábitos do homem.
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Leia o texto para responder à questão. O futuro do trabalho Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade. Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida. É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades. Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender. Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise. Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário. (Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)

Considere a seguinte passagem do 4º parágrafo, para responder à questão. Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender. O termo em destaque na frase “Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida...” refere-se à seguinte informação do parágrafo anterior:

A o desenvolvimento de pesquisas sobre os efeitos da automação.
B a extinção de certas profissões e de algumas tarefas específicas.
C a aceleração no processo de automatização e de robotização.
D a capacidade para reconhecer as competências que estão em alta.
E a necessidade de ampliação das capacidades dos seres humanos.